É vencer, ir à final e recuperar a moral

O Vitória encara logo mais o ECPP de Vitória da Conquista sabendo que não pode vacilar. Sabe-se que o empate garante o rubro-negro em mais uma decisão do Campeonato Baiano, mas ninguém quer chegar à Final com este tipo de resultado. Depois de ser eliminado na Copa do Brasil pelo modesto Paraná (que deverá tomar dois ferros seguros do Galo, nesta nova etapa da competição), uma parte pequena da torcida, porém barulhenta, já começou a pregar o caos e acreditem, até a TUI que se calou após várias decepções do time em campo, como eliminações terríveis de estadual e nordestão, incluindo até goleadas para o Ceará, passando por um rebaixamento anunciado desde o término do primeiro turno (temporada 2014), por um “quase rebaixamento” em 2016, além de pífias campanhas na Copa do Brasil de 2011 a 2015 (saindo quase sempre na primeira e segunda fase), a autointitulada maior T.O. do Estado, quer protestar hoje, dia de decisão, poucos momentos antes da partida! Durma com um barulho desses! Com certeza este ato é meramente político, já que a nova gestão parece não atender, nem facilitar as mordomias que a TO tinha até o ano passado junto aos dirigentes.

Ainda sobre o Paraná Clube – Não gostamos nem um pouco de sermos eliminados para este modesto clube de Curitiba, que há 10 anos está na Série B. Mas este ano foi a melhor campanha do Vitória na Copa do Brasil desde 2010, quando fomos finalistas. Chegamos a quarta fase. O fim da Era AP, incluindo CF e RV, a gente se comportava como times nanicos do Acre, Sergipe, Mato Grosso, Amazonas e afins, isto é, a gente durava, no máximo, até a segunda fase da competição. E agora que chegamos à 4ª fase depois de 6 anos, a TUI quer protestar e “causar” nos arredores do Barradão em pleno dia de decisão que vale a vaga para a Final, onde iremos brigar pelo bicampeonato. Sinceramente…Quando a TUI passou a ter membros no conselho deliberativo e gerenciar algumas lojas licenciadas do clube em shoppings centers da cidade, entre 2008 e 2016, o time poderia ir para a Série D e tomar 7×0 da Jacuipense, que não tinha um ato sequer, por parte da TUI, contra a gestão do clube e do time em campo. Mas agora uma eliminação para o Paraná virou “tragédia nuclear”, “vergonha nacional”.

Falando do jogo – Argel gostou mesmo do rendimento da equipe titular na partida da quarta-feira e vai repetir para o duelo de logo mais. Eu concordo em partes. Realmente jogamos relativamente bem contra o Paraná, mas faltou fazer os gols e nem mesmo as melhores chances foram aproveitadas, como as que Pineda teve. Portanto, novamente veremos Euller em uma de suas posições originárias, no meio de campo, todavia, como extremo esquerdo, o equivalente ao MAE (do Football Manager). A única mudança será apenas a entrada de Uillian Correia no lugar de Willian Farias, que saiu com dores musculares da última partida e, por isso, será poupado.

Já o Primeiro Passo tentará aprontar mais uma das suas em cima da gente. Incrível como este time de lá de Vitória da Conquista costuma nos dar trabalho, seja com o elenco que for, mas para o rival, eles abaixam as calças como uma rapariga em início de jornada laboral. Incrível. O ECPP (Vitória na Bahia só tem o de Salvador!) precisa vencer para chegar a decisão, onde, se por ventura (bate na madeira) vier a acontecer, sabemos que facilitarão para o rival. É de praxe. Desde 2008 (não engulo aqueles 5×0 estranho na ultima rodada e sei dos bastidores de 2015 quando levaram 6 na Fonte, mesmo tendo dado 3×0 no primeiro jogo).

Enfim, é jogo para o Vitória entrar ligado. Apesar de ter feito a pior campanha dentre os 4 semifinalistas, tendo, inclusive, a metade de pontos conquistadas pelo RUBRO-NEGRO, o Primeiro Passo tem mais garra e fibra que o Fluminense de Feira, que não deu um melo ao rival, mesmo tendo a segunda melhor campanha no certame. Temos totais condições de chegar a Final do Estadual e ganhar o bicampeonato em cima de nosso vice-predileto. Uma derrota hoje é início de crise no ECV, sem dúvidas. O que hoje está limitado a integrantes da TUI e um punhadinho de corneteiro, perdedores da última eleição no clube e pessimistas de plantão, ganharão a adesão da maior parte da torcida. E a imprensa não hesitará de propagar, aumentar e vilipendiar a atual gestão e o clube, em si.

Por isso mesmo, o VITÓRIA tem que fazer bonito hoje. Ganhe o diacho do jogo, mesmo que seja de 1×0 ou 2×1. O empate dará a classificação, mas só aumentará a sensação de instabilidade.

Vitória Sempre!

XÔ, ABUTRES | Vitória: Ame ou Deixe-o

Minha paciência com os pseudos torcedores do Vitória acabou, assim como acabou, também, a tentativa de entender porque alguns “torcedores” somem nas vitórias do time na tag de comentários do blog, mas, quando perde de forma decepcionante ou é eliminado de alguma competição, os “entendidos” do pessimismo se multiplicam como coelhos no cio e lotam os comentários depreciando o clube (que é diferente do time), destilam frustrações e baixa autoestima para o clube que se diz torcedor, influencia outros torcedores e ainda se ofendem com quem bate de frente com eles. CHEGA!

Xô abutres! Vitória: Ame ou Deixe-o.

Depois da eliminação perante ao Paraná Clube cerca de 6 torcedores que não aparecem aqui para comentar e comemorar os triunfos resolveram dar o ar da graça. Para variar, esculhambando o clube da forma mais tricolor possível, inclusive com expressões típicas das sardinhas para falar de “peso de camisa”, “camisa lisa” e outros que mentem ao dizer que passaram 5 décadas e o clube não mudou nada, só para ter o prazer de avacalhar. Mea Culpa – Bem, reconheço que lá atrás e em alguns momentos mais tensos e críticos, eu também publiquei coisas que depreciavam a marca do clube. MAS EU MUDEI. EVOLUÍ. Vi que estava sendo injusto, super emocional e, pior, estava replicando em mim todo o discurso de recalque da massa tricolor. E desde 2015 eu tenho me empenhado constantemente para quando fizer uma crítica mais pesada, sempre separar o amor ao clube das pessoas que quero atingir (seja jogador, treinador ou diretoria). Acho que o modelo a ser seguido é este.

Estou fazendo este texto porque eu não sou o único a ficar incomodado com o chamado “fogo-amigo”. Cerca de 6 pessoas nos últimos dias estão pautando os comentários do blog, justamente por propagarem expressões depreciativas ao ECV, além da tentativa de eternizar teses típicas de perdedores. Nem precisei responder aos pessimistas, pois os outros participantes foram na frente. Vale ressaltar que antes de mais nada, este blog tem algumas regras de convívio e para conhecê-las basta clicar aqui.

Estamos todos chateados pela eliminação diante ao Paraná Clube, que há dez anos está na Série B. Saímos sem fazer um mísero gol em mais de 180 minutos (contando os acréscimos das duas partidas), mas isso não justifica a gente descontar toda frustração e desamor ao clube com tanta ventilação de merda digitada, que visa tão somente DEPRECIAR o nome ESPORTE CLUBE VITÓRIA e sua linda história. Se somos carentes de títulos nacionais, temos outras coisas para nos orgulhar, como várias conquistas estaduais e regionais à base de muita luta, raça, o nosso Barradão, nossos ídolos do passado e alguns recentes, a quantidade de jogador que saiu daqui e ganhou o mundo como Bebeto, Dida, Junior Nagata e David Luiz.

Para encerrar, vai uma reflexão: Os torcedores do Santa Cruz, Náutico, Fortaleza e Ceará, por exemplo, não viram seu time do coração levantar título nacional e nem por isso vocês encontram eles depreciando seus times, seja nas redes sociais, grupos de torcidas de facebook (antigamente no orkut) e quando são entrevistados. Por que nossa torcida tem sempre esta atitude escrota com o próprio clube? Por que, qualquer derrota ou eliminação nós mesmos ressuscitamos os “mitos” de “time pequeno”, “camisa sem peso”, “amarelão”, entre outras mumunhas que as sardinhas adoram usar contra nós?

A partir de hoje, todo torcedor que violar a regra 3.1 deste blog terá seu nome jogado na lista de moderação, ou seja, para ser visto por todos, primeiro eu terei que ler e aprovar o conteúdo. É uma medida dura, mas tem que ser feita. Uma coisa é se revoltar com os resultados negativos, jogadores, treinador ou diretoria. Outra é esculhambar e depreciar o clube ECV com o pretexto de raivinha pelas derrotas que fazem parte do jogo.

VITÓRIA SEMPRE!

Novamente só nos resta os regionais para levantar títulos

Mais um ano que o sonho da conquista da Copa do Brasil (única competição factível do Vitória ser campeão nacional sem precisar fazer investimentos pesadíssimos e um rígido planejamento estratégico) foi adiado. Ontem fizemos até uma relativa boa partida, pois o time mostrou força de vontade, garra e buscou os gols, mas travou em sua própria limitação técnica de criação e finalização.

Nossos jogadores mais tarimbados já deveriam estar jogando e em alto nível inclusive, mas continuam no bendito DM (falo de Dátolo e Pisculichi). Pecamos também em apostar novamente nos “mais baratos” para o setor defensivo. E foi justamente por termos uma retaguarda meia boca que tomamos 2×0 aqui, fato que praticamente minou a classificação rubro-negra nesta quarta-feira. Outro “pecado” da diretoria foi em manter um treinador de pouco currículo e feitos extraordinários na carreira. Com a desculpa de pouco tempo para arrumar o time, já que as eleições foram no dia 15/12/16 e no dia 29/01 o Vitória já estaria em campo, Argel foi mantido.

Apesar de ser um treinador bem meeiro, os números de Argel são expressivos e fez o Leão bater alguns recordes a nível de campeonato baiano (10 triunfos seguidos, liderança e invencibilidade mantida até o momento) e a classificação como líder de seu grupo da Copa do Nordeste…Mas a atuação do time não empolga, os raros momentos de atuações convincentes foram vistos nos dois jogos contra o Vasco e no primeiro tempo do Ba-Vi. Muito pouco!

A desclassificação de ontem colabora também para percebermos que não há motivos para permanecer com alguns atletas em nosso elenco como Geferson e Pineda (que perdeu duas chances incríveis), além de constatar que André Lima vem numa decrescente absurda à medida que vai engordando às claras (ninguém está vendo isso, não?). Outros ainda não mostraram aqui o que já foi visto em outras equipes, como Patric, que teve uma atuação abaixo da crítica. Cadê aquele Patric veloz, explosivo e goleador do Sport de 2014 e que reprisou isso no Galo em 2015 e em metade da temporada passada?

Para as competições regionais – Baianão e Nordestão – este elenco é forte o suficiente para chegar ao título, apesar de Argel estar ensaiando estragar o baba e de nossa preparação física estar muito perto de estourar o elenco em plena reta final. Já são 5 atletas indisponíveis, contando com os dois argentinos. E tenho a certeza que estes 5 ausentes dão um outro alento ao elenco. Mas isso não significa que não precisamos contratar reforços. Muito pelo contrário. Precisamos para “ontem” de 01 goleiro mais experiente e vivido (na Série A), 01 lateral esquerdo urgente, pelo menos 01 zagueiro de renome e, talvez, de 02 atacantes que atuem extremados, pois o que temos só têm velocidade, mas não possuem qualidade de construção de jogadas e muito menos sabem fazer gols. Paulinho e Pineda são dois engodos, não produzem nada. E mesmo não gostando desta máxima – antes Marquinhos e Rogério (ambos do Sport). Estes sim sabem jogar nas pontas, são habilidosos, dribladores e com bom poder de finalização. Agora Dátolo e Pisculichi precisam voltar e mostrar SE TÊM BOLA para serem titulares ou se iremos em busca de outros meias ou de outros pontas.

Vitória Sempre!

*DIRETORIA: Vamos reforçar este elenco. E infelizmente, é com pesar que digo, que parece que precisaremos reformular. Algumas peças trazidas não deram o resultado esperado e outras se mostraram que não irão evoluir de maneira brusca, justamente, na competição mais difícil do ano, que é o Brasileirão.

EM BUSCA DA CLASSIFICAÇÃO MILAGROSA

O Vitória pecou no jogo de ida da quarta fase da Copa do Brasil, na semana passada, e agora precisa correr atrás do prejuízo. Com 2×0 favorável, o Paraná deve jogar bem fechadinho esta noite e aproveitar de contra ataques nas costas de nossa defesa. Já o rubro-negro tem que fazer algo que ainda não fez no ano, propor o jogo desde o início, ter um enorme controle emocional e ao mesmo tempo sem desguarnecer o sistema defensivo. Marcado por ser um treinador adepto do futebol compacto, reativo e de contra-ataque, Argel terá o seu grande desafio no Vitória desde que assumiu.

Por conta do grande desafio pela frente, o treinador leonino, que costuma divulgar com antecedência a escalação do time, vai fazer diferente desta vez. Ninguém sabe qual vai ser a novidade, mas parece que ele está indeciso de ir no 442 ou no 433, além de usar Euller como ponta esquerda neste esquema e do reaproveitamento de Fred na zaga, para ganhar a arma da bola parada. O Vitória deve formar com: Fernando Miguel, Patric, Kanu, Alan Costa (Fred) e Geferson, Willian Farias, Uillian Correia (B. Ramires) e Cleiton Xavier,  Euller (Cárdenas), David e André Lima.

Já o Paraná Clube, do treinador Wagner Lopes, ainda tem dúvidas na escalação, sobretudo no meio-campo, pois o volante Leandro Vilela saiu machucado na última partida e Gabriel Dias estava com um hematoma. O provável time paranista será formado por Léo; Júnior, Eduardo Brock, Airton e Rayan; Gabriel Dias (Jhony, Leandro Vilela), Alex Santana e Renatinho; Robson, Nathan e Pedro Bortoluzo. 

Em 2012, Neto Baiano fez 3 gols em 15 minutos e Vitória eliminou o ABC, no Barradão.

Enfim, é uma missão muito difícil para o Leão da Barra, mas nada está perdido. Da mesma forma que o Paraná fez 2×0 aqui em 90 minutos, o Vitória tem o mesmo potencial de fazer este placar neste jogo decisivo. Além de que vitórias por 3×1, 4×2, 5×3 em diante nos classifica. Para a missão se tornar menos espinhosa é imperioso que o Vitória faça o primeiro gol logo nos 15 minutos iniciais e consiga terminar o primeiro tempo triunfando. Fazer dois a zero no primeiro tempo será perfeito e Argel deve enfatizar isso aos nossos jogadores.

O fato é que hoje tem que ser diferente de tudo que o time vem fazendo este ano, tem que partir para o abafa. Espero que o Vitória consiga ter este tipo de postura e consiga esta épica classificação, que nos remeterá àquela remontada contra o ABC, no Barradão, quando estávamos tomando 2×0 e nos últimos 15 minutos da partida, Neto Baiano mitou fazendo três gols e classificando o Leão!

Vitória Sempre!

#CopadoBrasil2017

#VamosClassificar

#BoteFé

FICHA TÉCNICA

Paraná x Vitória (Copa do Brasil)
Local: Durival Britto, em Curitiba (PR)
Data: 19/04/2017, às 19h30
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Pablo Almeida da Costa (trio mineiro)
Desfalques: Zé Welison, Kieza e Gabriel Xavier, todos machucados; Paulinho, suspenso. (Dátolo e Pisculichi estão em fase de transição no departamento físico)

Preocupante a queda de rendimento nas primeiras decisões do ano

Acabou o gás? O preparador físico do Leão, que saiu do rival com “fama” de “estourador físico”, tem culpa no cartório? Seria consequência do efeito colateral por Argel ter escalado o time titular contra o Bahia há 15 dias? São perguntas que rondam as cabeças da torcida rubro-negra, inclusive a minha. Quando parecia que o time, enfim, estava se aprumando, eis que o torcedor assiste duas pífias atuações do Leão (Paraná e Primeiro Passo) e nota, além do declínio técnico, o desgaste total do considerado time titular e a perda de três jogadores por lesões, sendo somente a de José Welison sem culpabilização ao Departamento Físico, pois ruptura de ligamento é acidente, diferente de questões musculares. E esta queda de rendimento começa a aparecer justamente nas primeiras decisões da temporada. Isso é preocupante demais.

O Vitória foi engolido ontem pelo ECPP e só não saímos derrotados do Lomanto Júnior pela falta de qualidade técnica dos atacantes do Bode, que desperdiçaram umas três ótimas oportunidades de gols nos primeiros 45 minutos. Nossos melhores lances voltaram a ser frutos de lances fortuitos e, exclusivamente, por jogadas individuais, sendo nula a coletividade, jogadas ensaiadas e organização a partir do meio de campo. David foi o jogador mais lúcido e agudo do primeiro tempo. Chegamos na primeira quinzena de Abril com os mesmos problemas técnicos de janeiro. E a desculpa de elenco novo já não pode ser mais utilizada.

Com domínio do jogo, até que demorou para o ECPP abrir o placar. Somente aos 25 minutos da segunda etapa, em um contra ataque bem construído, Toddynho recebeu na ponta direita, avançou na vertical, cortou para a canhota e mandou lá no ângulo direito de Fernando Migué, que basta estar num jogo mais complicado, para simular dor na coxa, panturrilha, tornozelo, etc. Entretanto, para quem acompanha o futebol de maneira analítica e fria, mesmo sendo com o seu time em campo, sabe que se fosse um time melhor, o Bode terminaria a primeira etapa com 2×0, no mínimo.

Depois do gol, o Bode passou a cadenciar mais a partida, fechando a casinha, adotou a postura de jogar explorando nossas falhas para ampliar o placar e dificultar a nossa classificação. Já nosso time ia na base de chutões a esmo, o famoso bumba meu boi, tentando de maneira desorganizada, buscar o empate. E este só veio, no apagar das luzes, por pura obra da sorte e misericórdia pascal, aos 49 minutos, quando Euller cruzou na área para André Lima cabecear no canto direito, sem chances para o goleiro Rodolfo. Ufa! Evitamos a perda da invencibilidade no estadual e mantivemos a vantagem do empate para o próximo jogo, domingo (23), às 16h, no Barradão.

Análise de algumas atuações – O jogo de ontem serviu para a chegada de algumas conclusões acerca de certos jogadores do atual plantel. Vejamos:

Fernando Miguel: Ontem foi o jogo de nº 100 no Leão, mas para mim e muita gente, é um goleiro que não passa confiança, com alto grau de lesões e que virou “moda” nos jogos mais pegados ele catimbar apelando para “dores” em todas as partes do corpo, mais preferencialmente coxa e região lombar. Até o seu “diferencial” que era pegar pênaltis, tomou Doril®. Vem de uma Série A bisonha, onde falhou em muitos jogos. Portanto, precisamos trazer um goleiro mais experiente e qualificado.

Kanu: É nítido que neste começo de temporada ele deu uma evoluída imensa, sobretudo quando passou a formar dupla com Alan Costa. Todavia, fez uma partida terrível ontem, que lembrou os péssimos momentos de 2016, quase fez gol contra. Se daqui em diante voltar a ter aquelas atuações afobadas e cheia de erros primários, de 2015 e 2016, precisaremos de repensar a manutenção dele no time. Alerta ligado novamente.

Alan Costa: Se mostrou um estabanado, lento e bragueiro em seus primeiros jogos com o manto do Leão, se aprumou quando jogou com Kanu. Mas desde o BaVi voltou a fazer merda, como gol contra no clássico, falta de impulsão e posicionamento no primeiro gol do Paraná e virou “poste” no segundo gol, também do Paraná, e ontem levou um baile do achocolatado infantil, dono da camisa 11 do Bode. Não é jogador para jogar como titular em time de Série A! RISCO ELEVADÍSSIMO DE BRAGAS CONSTANTES.

Geferson: Simplesmente ridículo. Está conseguindo a proeza de ser pior que Mansur. O suposto melhor poder de marcação em relação a Euller é uma farsa, que até eu caí. Nos últimos 3 jogos que este cidadão atuou, ele se mostrou presa fácil para qualquer meia, ponta ou atacante habilidoso. Marca mal, recompõe mal, técnica ZERO, grosso, pé duro e nulo no apoio ao ataque. PRECISAMOS DE UM LATERAL ESQUERDO DE VERDADE, pois se Euller manda bem na parte ofensiva (ontem deu mais uma assistência), ele repete as mesmas falhas do seu concorrente, quando se trata da parte defensiva.

Paulinho: Não mostrou nada desde que aqui chegou. Não merece ficar para o Brasileiro. Dá claros sinais que está de má vontade, por achar que viria para ser titular absoluto e não é nem a primeira opção de mudança de Argel, perdendo este posto até para Jhemerson, recém promovido do sub20. Já foi expulso por idiotice, coleciona gols perdidos por negligência e não produz um lance positivo sequer. Está enfrentando adversários fracos e mesmo assim o número de assistências e de gols é muito baixo. O mesmo se aplica a Pineda, que apesar de ser mais raçudo e brigador, também é muito fraquinho naquilo que se espera de um atacante.

Esquema Tático e Argel: Sempre defendi um futebol vistoso e bonito, mas este ano fui forçado a defender o treinador, porque mesmo jogando feio, o time era brigador e estava vencendo todos os seus jogos. Não faltava luta, empenho e uma pitada de sorte. O técnico gaúcho tem o elenco em sua mão, tá se mostrando um líder querido dentro do grupo, mas a sua péssima decisão em ir com o time titular num “BaVi Morto” resultou em efeitos colaterais que devem colaborar para a sua eventual demissão. Perdemos Kieza, JW e Gabriel Xavier, fora que o cara, mesmo tendo várias boas opções para variar o esquema e encaixar o time seja no 4-4-2, 4-5-1, 3-5-2 ou 3-6-1, ele insiste na “tática da moda” o 4-3-3, que para os comentaristas nutella é 4-2-1-3.

Só que não somos o Barcelona, nem Real Madrid e não temos pontas criativos, com cacoete de meia armador. Por isso esta tática não vem funcionando. Para atuar na forma que Argel se bitolou a jogar, só se tivéssemos jogadores do tipo Marinho, Marquinhos e Rogério (Sport), Everton Ribeiro ou Everton (Flamengo) nas pontas; volantes mais habilidosos e de boa técnica como Willian Aarão, Paulinho (ex Corinthians) e Rithely (Sport); e um meia central com mais mobilidade, técnica e verticalização como Jadson, Diego Souza, Diego (Fla) ou Nenê (Vasco). Cleiton Xavier já não tem mais pulmão para organizar sozinho a meiuca, fora que ele passou boa parte da carreira mais recuado, como segundo volante. Para ele render mais avançado, precisa ter outro meia habilidoso ao seu lado. Além disso, qualquer meia escalado como Argel monta o Vitória, terá seu jogo prejudicado devido a falta de qualidade móvel, tática e criativa de nossos pontas atuais. Não basta apenas ter velocidade e saber correr.

Enfim, Argel precisa rever seu conceito de futebol urgente, pois o Bahia já deve ter pego nossos pontos fracos e Guto pode neutralizar nossos limitados pontos fortes e poderá nos eliminar na Copa do Nordeste, aproveitando-se também de nossos desfalques à medida que Dátolo e Pisculichi não saem do DM e da bendita transição.

#ParaRefletir

Em busca da redenção!

Depois de tomar 2×0 em casa para o Paraná, frustrando a torcida rubro-negra, o Vitória volta a campo contra o Primeiro Passo, pelo jogo 01 da semifinal do Campeonato Baiano, no Estádio Lomanto Júnior, em busca da redenção. O treinador Argel sabe que o time precisa dar uma resposta rápida no jogo de logo mais, ou o caldo irá engrossar pro seu lado.

Apesar do Bode ser um time bem menor que o Paraná e estar numa competição também de menor relevância, o fato é que o Primeiro Passo é o melhor time do interior e costuma dar testa a gente, por isso o Leão da Barra precisa vencer e até com certa facilidade, para motivar para o duelo decisivo em Curitiba, pela Copa do Brasil. O Vitória vai entrar em campo com Fernando Miguel, Patric, Kanu, Alan Costa e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia e Cleiton Xavier; Paulinho, David e André Lima. Como se sabe, o meia Gabriel Xavier se lesionou e está fora da partida.

Já o ECPP quando atua dentro de seu mando de campo, se mostra uma equipe mais aguerrida, ofensiva e perigosa. Certeza de jogo disputado. O Vitória pode transformar em jogo fácil, se igualar na disposição do adversário, não ficar recuado em excesso. A solução é jogar para cima, buscar o ataque e passes verticalizados nas costas da defesa deles. Temos mais time e  opções no banco de reservas. Acredito que o Leão tem tudo para sair vitorioso neste Domingo de Páscoa.

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Goleiros: Caíque e Fernando Miguel;
Laterais: Euller, Geferson, Leandro Salino e Patric;
Zagueiros: Alan Costa, Fred, Kanu e Renê Santos;
Volantes: Uillian Correia e Willian Farias;
Meias: Cárdenas, Cleiton Xavier e Jhemerson;
Atacantes: André Lima, David, Paulinho, Pineda e Rafaelson.

 

AINDA NÃO ACABOU! FALTAM 90 MIN!

O Vitória decepcionou a massa rubro-negra ontem à noite no Barradão. Depois de um triunfo seguro contra o maior rival, era normal na mente dos torcedores encarar a partida desta quinta-feira com otimismo, pois o Paraná é um time enraizado na Série B e que conta com um elenco muito limitado tecnicamente. Mas, estranhamente, o time rubro-negro teve um apagão geral, até mesmo Willian Farias não teve uma boa atuação.

Primeiro Tempo – O rubro-negro não fazia sua melhor exibição no ano, mas tinha maior posse de bola, sobretudo no campo adversário, mas faltou criação, triangulação e finalizações com intensidade. Tivemos chance de abrir o placar numa cabeçada de André Lima, que passou rente à trave, depois num chute cruzado de Cleiton Xavier, que exigiu muito reflexo do goleiro paranista. O Paraná chutou duas bolas em gol, sem perigo, logo na sequência.

Entretanto,  as chances mais claras foram com Patric, que desperdiçou as duas ótimas oportunidades de abrir o placar. Na primeira recebeu passe em profundidade de André Lima e ao invés de finalizar tentou repetir a assistência feita no primeiro gol do BaVi, mas desta vez ele bateu muito forte e AL99 não conseguiu a finalização. A bola que mudou o jogo – Já nos acréscimos, Euller lançou da esquerda para a direita, Cleiton Xavier tocou de primeira buscando Gabriel, o goleiro deu o rebote e Patric chutou em cima do arqueiro caído no chão. No contra-ataque, o Paraná ganhou o escanteio e na cobrança, o lateral Airton abriu o placar num Mawashi Geri (quem já fez Karatê, sabe do que se trata), numa falha enorme do nosso miolo de zaga.

Segundo Tempo – O Vitória tentou reagir ao placar adverso, mas faltava inspiração e nas poucas vezes que a bola chegava os atacantes ratificavam sua falta de pontaria, tendo Pineda a chance mais nítida, quando ele bateu de biquinho tirando do goleiro e do gol também. O jogo seguia nesta toada, do Vitória morno, frio, sem tesão e perdendo as raras jogadas acertadas e pagou por isso aos 42 minutos. Depois de abrir o time todo, no estilo desesperado de Mancini, tirando um volante e entupindo o time de pontas, o Vitória sofreu um contragolpe fatal, que poderia ser evitado se Alan Costa tivesse mais categoria e noção de jogo.

O cara, sozinho contra quatro oponentes, poderia muito bem dominar a bola e dar um balão pra resolver o problema, mas o cérebro de ervilha dele fez com que cabeceasse pra frente, Guilherme Biteco pegou a bola puxou o contra-ataque, abriu na direita para Diego Tavares que passou como quis por Euller (jogador cabaço da disgrama, qualquer adversário minimamente habilidoso passa por esta lebara) e cruzou na área, Poste Miguel ficou parado vendo a bola passar na entrada da área e o próprio Biteco ampliou. 2×0 Paraná.

Enfim, tivemos uma atuação geral que foi abaixo da crítica, mas ao contrário das rádios baianas, sobretudo a Itapuã FM de Seu Márcio Martins, a desclassificação ainda não foi definida. Há ainda um jogo de 90min para podermos fazer 2 ou 3 gols. Lembrando que se vencermos por 3×1 ou 4×2 a gente passa e 2×0 leva para os pênaltis e, sinceramente, não vejo nada de absurdo, fora da caixinha, do Vitória conseguir levar a partida para as penalidades e vencer, como também poderemos fazer 3×0 ou 3×1. Digo que a parada será dura, mas não comungo com a campanha infeliz de certos cronistas baianos de declarar que já estamos eliminados. Vamos ser inteligentes, galera. Eles agora vão destilar toda amargura, negatividade e pessimismo sobre a gente. Não podemos ceder. Dá pra virar sim! São 180 minutos e não 90. Se o Paraná conseguiu fazer 2 gols em 90min, por que a gente não pode?

Vitória Sempre!

#CopadoBrasil2017

#Osonhoaindanãoacabou

#nãocomamreggaedestaimprensasafada