EFEITOS COLATERAIS DO CLÁSSICO

Ganhamos do Bahia por 2×1 no último domingo. Abrimos 2×0 ainda no primeiro tempo, gozamos com as sardinhas. Tudo lindo né? A mim nem tanto. A escolha de Argel pelo time titular no clássico de domingo, que não valia nada na competição, pois ambas equipes já tinham suas classificações e posicionamentos na tabela definidos; apresentou seus efeitos colaterais. Perdemos Kieza por no mínimo dois jogos e José Welison por 06 meses em novo rompimento dos ligamentos do joelho, desta vez na perna direita.

Falar depois do clássico pode e é fácil, mas quem convive comigo pessoalmente ou pelo whatsapp viu que eu defendia que se jogasse com o time reserva, pois o time alternativo também é qualificado e coleciona três goleadas na competição, coisa que o titular ainda não fez (até o momento o placar mais dilatado pelo time titular é 3×1 no Sergipe). E não tenho dúvidas que o Time B seria capaz de vencer o Rival, que até o momento não tem nada de grandioso ao contrário do que a maioria dos cronistas baianos tentam passar. O fato é que este time do Bahia só “se cria” em times de Séries C, D e os sem divisão.

Este rival, tão enaltecido pela mídia, empatou diversos jogos fora contra times que estão nos porões do futebol brasileiro e no primeiro time mediano da Série B que enfrentou tomou 2×0 e saiu da Copa do Brasil. Poderíamos ter outros 2 clássicos, agora pela segunda maior competição nacional, mas enfrentaremos o Paraná, 10 anos de Segunda Divisão. Portanto, depois de curtir o belo triunfo, gozar com a cara de nossos amigos, familiares e vizinhos, vale a reflexão: Valeu a pena botar o time titular? Perdemos 2 jogadores para os próximos desafios, em plena reta final do Estadual e Regional.

José Welison novamente sofre uma lesão séria no momento em que conseguia abafar as cornetas em cima dele. Vivia um maravilhoso momento, jogando muita bola, sendo dinâmico, boa condução e passe de bola, se entrosou demais com Willian Farias e botou o bom Uillian Correia no banco. #ForçaJoséWelison. Já sobre Kieza, menos mal que é uma coisa de menor gravidade e temos André Lima que é um bom centroavante também, apesar de parecer estar um pouco rechonchudo e ter tido uma queda acentuada de rendimento desde o seu retorno.

Violência – Lamento profundamente os episódios de violência que marcaram o Ba-Vi no entorno da Fonte Nova. Mais uma vez os “bandidos organizados” conseguiram aparecer mais que o espetáculo, justamente quando algo do passado retornou (Torcida Mista). Para mim, as autoridades têm preguiça e má vontade em resolver de uma vez por todas isso aí e agora já querem fazer lobby para a inócua “Torcida única”, que não resolve patavinas, pois dentro dos estádios não houve confusão alguma e pra falar a verdade, eu não me lembro de nenhum registro deste tipo desde que frequento estádios (1997).

A Polícia Militar já sabe quem são os líderes de torcidas, várias reuniões já foram feitas nos últimos anos com os principais membros de cada T.O. das equipes, muitos dos associados à TUI e à Bamor já possuem fichas por envolvimentos em outras confusões. Portanto, a sugestão lógica aponta que a PM, sabendo-se de quem são os presidentes e vice-presidentes das duas torcidas, bem como dos associados que já foram detidos em situações anteriores, poderia muito bem fazer intimação aos “bad boys” para se apresentarem em determinada delegacia ou local indicado pela PM, duas horas antes dos clássicos, sendo libertados 1h após da partida. Na minha cabeça isso é tão simples. Falta vontade e iniciativa, ao meu ver, por parte das autoridades.

Outra sugestão é exigir que as diretorias de TUI e Bamor deixassem com a PM a lista atual de seus associados, com nome, sobrenome e endereço completo. Só assim para acabar com esta repetição de cenas lamentáveis. A PM é autoridade e sabe muito mais do que eu, o que poderia colocar como punição a quem discordasse de ceder as listas dos associados e daqueles que não se apresentarem às delegacias na situação citada (2h antes do clássico). Mas de antemão, sou contra qualquer lobby de torcida única. Não se pode punir quem sabe curtir o futebol por causa de “meia dúzia” de trogloditas. Torcida Única não evita, de maneira alguma, encontros marcados pela internet, e covardias em bairros próximos aos estádios.

Vitória Sempre!

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28 respostas em “EFEITOS COLATERAIS DO CLÁSSICO

  1. Gostaria de debater um assunto periférico ao futebol.

    Segundo informações, o Vitória promoverá uma alteração no escudo oficial com a eliminação da inscrição 1899 abaixo do escudo para facilitar o licenciamento de produtos.

    Em 2009, na época do Diretor de Mareting Ricardo, discutiu-se a mudança do nome do clube para “Vitoria1899” e, inclusive, utilizou-se um “escudo estilo Milan” para o marketing do clube.

    http://www.ecvitorianoticias.com/2009/12/marketing-do-vitoria-em-2009-balanco.html

    Achava horrível o escudo do marketing, mas acredito a discussão sobre o escudo necessário.

    Pessoalmente, acho a eliminação da inscrição 1899 um equívoco.

    O Vitória utilizada o escudo náutico como primeiro escudo até meados da década de 40.

    http://www.ecvitoria.com.br/manual-de-identidade/

    O Sport Recife também utilizada um símbolo náutico e, depois de uma excursão pelo norte do país, ganhou o apelido de leão e resolveram mudar o escudo do clube.

    O Vitória copiou o escudo dos pernambucanos e passou a utilizar o atual escudo.

    O Corinthians resolveu adotar o modelo náutico de Sport Recife e Vitória anos após e mantém até hoje.

    Pessoalmente, acredito que o melhor seria propor alteração do escudo para incluir o ano de fundação no escudo do clube.

    Somos um dos primeiros clubes esportivos do Brasil e, o ano de fundação, serviria para divulgar a marca histórica.

    Não acho que seria ideal o retorno do símbolo náutico, mas sim, uma alteração parecida com a promovida pelo CAP em meados da década de 90.

    http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/futebol/atletico-pr/uniforme-escudo-estadio-veja-as-mudancas-feitas-pelo-atletico-ao-longo-do-tempo-8343rmatx60hbthtq0b4v2r5c

    Além disso, a inscrição do nome do clube acabaria com a palhaçada de utilização incorreta da marca.

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  2. Sincera e honestamente, podem me chamar do que quiser. Podem me apedrejar, mas eu ainda procuro o futebol de José Welison e não consigo encontrar.

    Melhoras para o jogador

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    • Nao consegue pq deixou o odio dominar seu coração. Falar que Jose Welison nao melhorou de 2014 pra cá é muita, mas muita má vontade. Sinceramente. Se ele fosse gringo, falasse embolado, talvez vc enxergasse. Assim como o povo bajula(va) Escudero que rendia muito pouco para o que recebia de salario e de “idolatria”.

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  3. Fácil criticar Argel, depois do acontecido. Mas eu defendo a decisão de escalar o time principal, apesar de acreditar que nosso time B é melhor que o deles. Quanto a torcida única, eu não consigo entender como é que uma pessoa estuda tanto (promotor) mas não desenvolve o raciocínio sobre causa e efeito. O que é que a torcida do estádio teve a ver com essa barbaridade do assassinato do torcedor? Absolutamente nada. No estádio estavam pessoas de bem, divertindo-se brincando, tirando sarro, e aproveitando um patrimônio do povo brasileiro, que é o futebol. Pra variar, querem punir quem não fez mal algum, o torcedor. Também sou contra a extinção das organizadas. Elas devem ser investigadas e os seus componentes que se comportarem como marginais, punidos, como manda a lei.

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  4. Concordo com o comentário, em especial em relação à questão da PM identificar os bandidos travestidos de torcidas organizadas e vetar suas entradas nos estádios. Na Inglaterra, os hooligans foram impedidos de entrar nos estádios. Acompanho sempre a Premier League e, apesar da grande rivalidade entre algumas torcidas, como as de Tottenham e Arsenal, que às vezes brigam fora dos estádios, quase 100% dos jogos ocorre de maneira pacífica, mesmo os estádios quase sempre lotados. Lá o cara que faz merda é banido para sempre dos estádios e ainda é obrigado a prestar serviços comunitários. Na Itália, a violência, principalmente no clássico romano entre Roma e Lazio, fez com que a polícia romana vetasse por alguns jogos a presença das torcidas organizadas, voltando apenas no último confronto, pela Copa da Itália. Se não houver punição, nada se resolverá. Lembrando que essa violência não ocorre apenas no futebol, mas em todos os campos da sociedade. SRN

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  5. FABIO
    Sugiro uma “campanha” de apoio ao baquete do ECV, os caras estão a uma vitória para passar de faze nos playoffs.
    Ontem não deu quase ninguém, jogo as 20:30, horário sem transito, no ginásio de CajaCitty.
    Viramos um placar reverso de 18 pontos!
    Uma pena que a próxima partida vai concorrer com Vitoria X Paraná na próxima quinta, em CajaCitty novamente.
    Vamo dar essa força aí torcida, quem não for ao estádio!

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  6. Kant,

    Desculpe, mas existem algumas ponderações em relação ao seu comentário.

    A única chance que o Bahia teria de reverter vantagem em relação ao Vitória, em eventual final, seria o rival vencer as duas contra o Fluminense e o Vitória empatar as duas partidas contra o Conquista.

    Isso porque, mesmo com uma eventual derrota, o Vitória terminaria com 3 pontos de vantagem e 2 vitórias a mais.

    Sejamos sinceros, se o time não tem competência de vencer um jogo contra o time de conquista (que, ao revés de anos anteriores, tem apresentado um futebol fraco) não merece é nada.

    Repensar José Welison ?!

    José Welison disputou 64 jogos profissionais desde 2014.

    Sofreu um grave lesão em 2015 e, em 2017, outra grave lesão no outro joelho.

    Merece ponderação é o investimento em atletas dispendiosos que atuaram em 8 ou 9 partidas na temporada anterior:

    http://hojeemdia.com.br/esportes/pesadelo-d%C3%A1tolo-se-lesiona-novamente-e-diminuir%C3%A1-os-14-de-frequ%C3%AAncia-no-atl%C3%A9tico-1.419750/lista-de-jogos-do-d%C3%A1tolo-em-2016-1.419779

    Não sou contra e nem a favor, uma vez que, depende de avaliação médica e de fisiologia. Espero que retorne e, com a musculatura fortalecida.

    Se não conseguir jogar 90 minutos, jogue 30 minutos em bom nível no segundo tempo elugar de Clayton.

    Contusão é normal em combate. Jogo que vale alguma coisa e não em amistoso as vésperas de decisões em sequência.

    Que é necessário aumentar o elenco não tenho dúvidas.

    Mas, em que ano o Vitória teve um elenco tão homogêneo ?

    O Vitória tinha, antes da contusão de Welison, 4 volantes de bom nível.

    Ou alguém prefere Amaral ?

    Ou alguém prefere Nino Paraíba como dono da “camisa 2” ?

    Com exceção de Escudero, Gatito, Elkeson e Marinho, não existem outros nomes nos elencos das últimas temporadas que tivessem titularidade no atual elenco.

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    • Contra fatos não há argumentos… O histórico recente de Datolo é terrível. Mas, foi uma aposta da Diretoria. Vamos aguardar.

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      • Olá, Robson…

        Muito bom seu comentário, e não precisa pedir desculpas. Estamos aqui para discutir o rubro-negro mesmo, sob a batuta de Fábio, e jamais irei colocar minha opinião sobre os demais. Eu entendo muito pouco de futebol, e apenas dou meus pitacos.

        Concordo com você sobre repensar jogadores, como Dátolo (e Cleiton Xavier?), fora alguns outros bondes que certamente piarão durante o campeonato brasileiro. Só que não dá pra fazer isso agora.
        Achei errada a contratação de Dátolo, vide as lesões, mas ele está no elenco há pouco tempo e, nas vezes em que atuou, foi melhor que C. Xavier. Ainda bem, C. Xavier não se machucou, mas ele agrega pouco ao time. Esperava-se muito mais dele. É dar tempo ao tempo? Argel acha que sim.

        José Welisson estava sendo importante na posição, melhor que os outros contratados, mas o Vitória não pode ficar a mercê de um jogador que se machuca sempre de forma séria. Foram poucas contusões, como você mencionou, mas elas duram muito tempo. Não sei se vale a pena ficar com um jogador desse, para jogar os trinta minutos que você disse. Penso ,entretanto, que se for para ele ficar no elenco, que se faça a avaliação médica que você indicou, mas procurando detectar o porquê dele se machucar tanto. Acho que o Vitória falhou nisso com Neto, um jogador que eu gostava muito.

        Sobre o elenco ser bem homogêneo, concordo.
        Mas como citei em outros comentários, só dá pra fazer uma avaliação melhor dele no campeonato brasileiro e, tomara, nas próximas fases da Copa do Brasil. É um time que, com certeza, dá pra ser campeão do baiano e da Copa do Nordeste. Se vai fazer um bom papel no brasileiro, são outros quinhentos. É previsível, podendo começar bem o brasileiro, como o inter ano passado. Só que manjaram o internacional de Argel, que era pobre em variações táticas. Mesmo tendo jogadores bem técnicos, não foram bem treinados e deram vexame. É esperar pra ver, pois os elencos são diferentes. Quem sabe, Argel…

        Abraços!

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  7. O jogo valeu pelos pontos a mais conquistados, que evitaram que o jaia nos alcançasse até o fim do campeonato, o que reverteria a vantagem. Entretanto, concordo, dava pra rivalizar competitivamente com o time considerado reserva. A questão é que, se perdesse, o mundo cairia sobre o técnico, pois o torcedor é oportunista. Destruiriam Argel pela derrota e colocariam em dúvida a capacidade da equipe titular (!!!!) de vencer o rival. Ninguém, portanto, técnico, em sã consciência, faria isso.
    Vale também comentar sobre os dois jogadores que tiveram problemas, e que não acho que caem no critério de efeito colateral: Kieza se machucou aquecendo, o que fatalmente aconteceria também contra o Paraná; José Welisson tem histórico de lesões não provocadas por adversários, resultado da característica muscular do jogador. É repensá-lo, infelizmente, ao Vitória, como realizado com Neto Coruja. Um jogador que, quando parece que vai, se lesiona. No mínimo, pensar em outras boas opções para a posição. A mim, falhou o setor de análise da condição muscular do jogadores, que deveriam ter indicado em que nível de esforço estavam os atletas. Não sou expert, mas penso assim. É necessário, pois, aumentar o elenco, pois o time não chegou ainda nem na metade do semestre, e já tem jogador sentindo o esforço intenso. Vem muito jogo ainda por aí.

    Abraços!

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  8. Robson Leão falou aqui com veemência sobre a questão da maratona de jogos. E tá se mostrando verdade. A sequência é cruel. Não acho que venceríamos o clássico com os reservas. O BAVI tem valor sim. Mas é melhor se guardar pensando nos jogos futuros. A leitura feita foi correta, pena que o treinador não pensou assim. Paciência.

    Torcida única: piada. Enquanto não punirem os indivíduos, vamos continuar na mesma. Torcida organizada ser extinta também é inútil. Por ela se pode ter um controle. Sem, os marginais trabalham na encolha. Falta um plano para sanar as deficiências da segurança no futebol. Só fazem medidas paliativas e demagogas. Exemplo: a proibição de TUI e Bamor domingo. Resolveu alguma coisa? Só pra enganar os bestas.

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  9. Concordo com você Fabio , no poste anterior antes do jogo eu manifestei aqui o meu desejo de ver o time b jogando o baVI ganhando ou não ,pós nós temos prioridades que ´são as decisões que estão vindo por ai , eu preferia ter perdido esse primeiro jogo ,mas estaria com todos a disposição para as finais mas vá intender cabeça de treinador, só nos cabe agora torce para os que vão entra no lugar dos lesionados , que eles correspondam e que isso sirva de lição para Argel para o jogo contra o primeiro passo .

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  10. veja eu também defendi muito que se colocasse time reserva.

    por mim podia até tomar uns 3 do itinga ai na fonte nova, que eu iria engolir a seco, mas depois iria aceitar.

    não sou hipócrita de dizer que nao comemorei pra caralho, mas o lado racional nesse momento pesa muito mais que o emocional e outra…

    se eu fosse gestor do Vitória acho que Jose Welisson e Kanu nem sequer estariam mais nesse elenco…

    só que nós temos que dar o braço à torcer quando os resultados aparecem e Welisson vinha se firmando, jogando muito bem, aprendendo a ser volante, com mais pegada e tudo, porque antes tinha uma pé de moça do cacete.

    lamentei bastante a lesao do pai veio, esperarei a sua volta no 2º turno do brasileirão…

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  11. Sobre a lista de associados da T.U; tenho dois amigos que não são sócios e tem camisas da TUI. Quantos vagabundos aí, apenas compram as camisas?

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  12. Torcida única significa a rendição incondicional das pessoas de bem aos marginais travestidos de torcedores; sou a favor de decretar a ilegalidade de TODAS as torcidas organizadas e fazer um trabalho de investigação para detectar e prender todos os malfeitores que pretendem destruir o futebol, patrimônio do povo brasileiro e particularmente baiano.

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    • Concordo contigo, a melhor forma de acabar com essa confusão é proibindo as “torcidas” digo quadrilhas organizadas (claro que tem pessoas de bem que fazem parte dessas torcidas, mas é óbvio que a maioria são marginais). Então que as autoridades baixem um decreto abolindo todas as “organizadas” não só dos estádios, mas fechando suas sedes, investigando seus integrantes e punindo os que forem de encontro à lei.
      Até porque como Fábio disse, as brigas não acontecem dentro dos estádios e sim nos bairros ou próximo ao estádios em encontros marcados pela internet e (mesmo quando houveram brigas dentro dos estádios estavam envolvidos “torcedores organizados”).
      O problema não está nos torcedores e sim nos marginais travestidos de “torcedores organizados”.

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  13. Excelente texto, Fábio. Importantes reflexões.

    Uma perda irresponsável (Welison) e lamentável essas confusões no clássico.

    Torcida única é jogar o problema pra baixo do tapete.

    SRND!

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  14. Prezado Fábio,

    Também acho a questão da torcida única uma piada.

    Sou contra a “zona mista” que só existe em Copa do Mundo e competições continentais envolvendo seleções.

    Lamentável.

    Qto. ao efeito colateral do clássico, no meu entendimento, uma tragédia.

    Não foi fatalidade como afirmou o DM. Foi irresponsabilidade (risco desnecessário).

    A conversinha do “ninguém quer ser poupado” não existe.

    Quem manda é quem comanda.

    Perdemos um dos principais jogadores do elenco num “amistoso de luxo”.

    Além disso, perdeu-se a oportunidade de oferecer oportunidade de experimentar o “baxvi” a jogadores inexperientes.

    Não fui o único a expressar minha resistência a opção de Argel e prefiria ter perdido o amistoso com o time B e contar com todos nas decisões.

    Paciência.

    Agora é ter a ciência que, em alguma das 4 partidas antes da semi do regional, o elenco principal deverá ser poupado (se não quiser estourar outros).

    Eu definiria o jogo em Conquista como o “jogo do time alternativo”.

    Levaria Alan Costa, Patric, Uilian Farias, David e André Lima para compor o banco.

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