Preocupante a queda de rendimento nas primeiras decisões do ano

Acabou o gás? O preparador físico do Leão, que saiu do rival com “fama” de “estourador físico”, tem culpa no cartório? Seria consequência do efeito colateral por Argel ter escalado o time titular contra o Bahia há 15 dias? São perguntas que rondam as cabeças da torcida rubro-negra, inclusive a minha. Quando parecia que o time, enfim, estava se aprumando, eis que o torcedor assiste duas pífias atuações do Leão (Paraná e Primeiro Passo) e nota, além do declínio técnico, o desgaste total do considerado time titular e a perda de três jogadores por lesões, sendo somente a de José Welison sem culpabilização ao Departamento Físico, pois ruptura de ligamento é acidente, diferente de questões musculares. E esta queda de rendimento começa a aparecer justamente nas primeiras decisões da temporada. Isso é preocupante demais.

O Vitória foi engolido ontem pelo ECPP e só não saímos derrotados do Lomanto Júnior pela falta de qualidade técnica dos atacantes do Bode, que desperdiçaram umas três ótimas oportunidades de gols nos primeiros 45 minutos. Nossos melhores lances voltaram a ser frutos de lances fortuitos e, exclusivamente, por jogadas individuais, sendo nula a coletividade, jogadas ensaiadas e organização a partir do meio de campo. David foi o jogador mais lúcido e agudo do primeiro tempo. Chegamos na primeira quinzena de Abril com os mesmos problemas técnicos de janeiro. E a desculpa de elenco novo já não pode ser mais utilizada.

Com domínio do jogo, até que demorou para o ECPP abrir o placar. Somente aos 25 minutos da segunda etapa, em um contra ataque bem construído, Toddynho recebeu na ponta direita, avançou na vertical, cortou para a canhota e mandou lá no ângulo direito de Fernando Migué, que basta estar num jogo mais complicado, para simular dor na coxa, panturrilha, tornozelo, etc. Entretanto, para quem acompanha o futebol de maneira analítica e fria, mesmo sendo com o seu time em campo, sabe que se fosse um time melhor, o Bode terminaria a primeira etapa com 2×0, no mínimo.

Depois do gol, o Bode passou a cadenciar mais a partida, fechando a casinha, adotou a postura de jogar explorando nossas falhas para ampliar o placar e dificultar a nossa classificação. Já nosso time ia na base de chutões a esmo, o famoso bumba meu boi, tentando de maneira desorganizada, buscar o empate. E este só veio, no apagar das luzes, por pura obra da sorte e misericórdia pascal, aos 49 minutos, quando Euller cruzou na área para André Lima cabecear no canto direito, sem chances para o goleiro Rodolfo. Ufa! Evitamos a perda da invencibilidade no estadual e mantivemos a vantagem do empate para o próximo jogo, domingo (23), às 16h, no Barradão.

Análise de algumas atuações – O jogo de ontem serviu para a chegada de algumas conclusões acerca de certos jogadores do atual plantel. Vejamos:

Fernando Miguel: Ontem foi o jogo de nº 100 no Leão, mas para mim e muita gente, é um goleiro que não passa confiança, com alto grau de lesões e que virou “moda” nos jogos mais pegados ele catimbar apelando para “dores” em todas as partes do corpo, mais preferencialmente coxa e região lombar. Até o seu “diferencial” que era pegar pênaltis, tomou Doril®. Vem de uma Série A bisonha, onde falhou em muitos jogos. Portanto, precisamos trazer um goleiro mais experiente e qualificado.

Kanu: É nítido que neste começo de temporada ele deu uma evoluída imensa, sobretudo quando passou a formar dupla com Alan Costa. Todavia, fez uma partida terrível ontem, que lembrou os péssimos momentos de 2016, quase fez gol contra. Se daqui em diante voltar a ter aquelas atuações afobadas e cheia de erros primários, de 2015 e 2016, precisaremos de repensar a manutenção dele no time. Alerta ligado novamente.

Alan Costa: Se mostrou um estabanado, lento e bragueiro em seus primeiros jogos com o manto do Leão, se aprumou quando jogou com Kanu. Mas desde o BaVi voltou a fazer merda, como gol contra no clássico, falta de impulsão e posicionamento no primeiro gol do Paraná e virou “poste” no segundo gol, também do Paraná, e ontem levou um baile do achocolatado infantil, dono da camisa 11 do Bode. Não é jogador para jogar como titular em time de Série A! RISCO ELEVADÍSSIMO DE BRAGAS CONSTANTES.

Geferson: Simplesmente ridículo. Está conseguindo a proeza de ser pior que Mansur. O suposto melhor poder de marcação em relação a Euller é uma farsa, que até eu caí. Nos últimos 3 jogos que este cidadão atuou, ele se mostrou presa fácil para qualquer meia, ponta ou atacante habilidoso. Marca mal, recompõe mal, técnica ZERO, grosso, pé duro e nulo no apoio ao ataque. PRECISAMOS DE UM LATERAL ESQUERDO DE VERDADE, pois se Euller manda bem na parte ofensiva (ontem deu mais uma assistência), ele repete as mesmas falhas do seu concorrente, quando se trata da parte defensiva.

Paulinho: Não mostrou nada desde que aqui chegou. Não merece ficar para o Brasileiro. Dá claros sinais que está de má vontade, por achar que viria para ser titular absoluto e não é nem a primeira opção de mudança de Argel, perdendo este posto até para Jhemerson, recém promovido do sub20. Já foi expulso por idiotice, coleciona gols perdidos por negligência e não produz um lance positivo sequer. Está enfrentando adversários fracos e mesmo assim o número de assistências e de gols é muito baixo. O mesmo se aplica a Pineda, que apesar de ser mais raçudo e brigador, também é muito fraquinho naquilo que se espera de um atacante.

Esquema Tático e Argel: Sempre defendi um futebol vistoso e bonito, mas este ano fui forçado a defender o treinador, porque mesmo jogando feio, o time era brigador e estava vencendo todos os seus jogos. Não faltava luta, empenho e uma pitada de sorte. O técnico gaúcho tem o elenco em sua mão, tá se mostrando um líder querido dentro do grupo, mas a sua péssima decisão em ir com o time titular num “BaVi Morto” resultou em efeitos colaterais que devem colaborar para a sua eventual demissão. Perdemos Kieza, JW e Gabriel Xavier, fora que o cara, mesmo tendo várias boas opções para variar o esquema e encaixar o time seja no 4-4-2, 4-5-1, 3-5-2 ou 3-6-1, ele insiste na “tática da moda” o 4-3-3, que para os comentaristas nutella é 4-2-1-3.

Só que não somos o Barcelona, nem Real Madrid e não temos pontas criativos, com cacoete de meia armador. Por isso esta tática não vem funcionando. Para atuar na forma que Argel se bitolou a jogar, só se tivéssemos jogadores do tipo Marinho, Marquinhos e Rogério (Sport), Everton Ribeiro ou Everton (Flamengo) nas pontas; volantes mais habilidosos e de boa técnica como Willian Aarão, Paulinho (ex Corinthians) e Rithely (Sport); e um meia central com mais mobilidade, técnica e verticalização como Jadson, Diego Souza, Diego (Fla) ou Nenê (Vasco). Cleiton Xavier já não tem mais pulmão para organizar sozinho a meiuca, fora que ele passou boa parte da carreira mais recuado, como segundo volante. Para ele render mais avançado, precisa ter outro meia habilidoso ao seu lado. Além disso, qualquer meia escalado como Argel monta o Vitória, terá seu jogo prejudicado devido a falta de qualidade móvel, tática e criativa de nossos pontas atuais. Não basta apenas ter velocidade e saber correr.

Enfim, Argel precisa rever seu conceito de futebol urgente, pois o Bahia já deve ter pego nossos pontos fracos e Guto pode neutralizar nossos limitados pontos fortes e poderá nos eliminar na Copa do Nordeste, aproveitando-se também de nossos desfalques à medida que Dátolo e Pisculichi não saem do DM e da bendita transição.

#ParaRefletir

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Mancini será coerente ou vai manter a sua conhecida teimosia?

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Conversa de Rubro-Negro para Rubro-Negros

Bem, depois da gente ver o Leão dando um show de bola no Flamengo de Guanambi no último sábado, em que na minha visão o fato ocorreu pelas mudanças forçadas no meio de campo e ataque, além do fator motivacional pela forma que Mancini e os jogadores do Rubro-Negro foram hostilizados pela nanica e inexpressiva torcida da equipe do interior, quando o elenco e comissão técnica estavam se dirigindo aos dois jatinhos para o retorno à Salvador, fica a pergunta: Mancini será coerente ou vai manter a sua conhecida teimosia?

Ficou evidente para mim que Marcelo, Leandro Domingues e David deram outro dinamismo ao meio e ataque rubro-negro, bem diferente da letargia e jogo mecânico/manjado de William Farias, Tiago Real e Vânder. Não senti falta de nenhuma destas ausências na última partida. O volante vindo do Cruzeiro ainda não me convenceu e não é por ter vindo do eixo e por ter sido “revelação do Coritiba em 2012/13” que ganha imunidade a críticas não. Na minha visão, Farias não é aquele volante pegador estilo Vânderson e tampouco tem o poder de apoiar o ataque. Neste sentido, Marcelo é muito superior, o problema é que Marcelo se lesiona demais e por isso perde sequência. Gostei muito da movimentação do camisa 29 que coroou sua bela atuação com um golaço depois de jogada triangulada entre Kieza, Domingues e Marinho.

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Não sei se é devido à proximidade do fim do contrato experimental, mas Leandro Domingues jogou como se fosse final de Champions League. Dinâmico, não prendeu a bola (mania sua de outras épocas), deu bons passes de primeira, usou a sua arma tradicional que é arrancada na vertical “catando” os adversários com dribles curtos. Se é por contrato ou não, o fato é que LD merece tomar a vaga do burocrático Tiago Real, que assim como Pedro Ken, faz uma boa partida hoje e nas três seguintes não é nem sombra.

Já Vander é aquele caso que o Vitória está tendo muita paciência com ele. Sabe jogar, tem habilidade, poder de drible, mas parece que gosta de se desligar e só volta a jogar com disposição depois de perder lugar no time. Fato que se repete em David, que depois de passar um bom tempo esquecido entrou bem no último sábado e se repetir a atuação diante o Guanambi nas próximas partidas deixará Mancini desconfortável para sacá-lo para a promoção da entrada da contratação de maior renome até o momento, DAGOBERTO.

José Welison – Depois de fazer um pênalti idiota no jogo de ida, o volante está muito bem este ano e até improvisado na direita tem dado conta do recado. Sinceramente, acho que ele é melhor que Maicon Silva, outro que ainda não me convenceu e quando parecia estar na sua melhor partida saiu lesionado na metade do primeiro tempo contra o Jacobina. Welison fez uma belíssima partida no sábado, nem parece que ficou 6 meses longe dos gramados. Seguro, bons passes e esforçado na nova função.

fernando miguel

Goleiro – Fernando Miguel se mostrou, no VITÓRIA, um grande goleiro. Pegador de pênaltis e de reflexos fantásticos. Entretanto, por passar anos a fio jogando em times pequenos do Rio Grande do Sul, onde não há muitos jogos, cobranças e muito menos instalações de fisiologia e preparação física adequadas, creio que esta constante repetição de lesões musculares são decorrentes pelo fato dele ter que atuar duas vezes por semana por um período maior de 6 meses. Vale lembrar, que Fernando Miguel nunca jogou uma Série A e era um “mero” goleiro do futebol gaúcho que não despertou interesses da dupla Gre-Nal.

Caíque entrou numa fogueira e deu conta do recado e parece estar ganhando mais confiança a cada jogo que passa. Em nome da coerência eu permaneceria com o jovem da base de titular até o fim do campeonato baiano. Para mim é arriscado demais voltar com Fernando Miguel fora de ritmo em jogos decisivos, mata-mata, e com altas possibilidades dele voltar a sentir e termos que queimar uma substituição. Já acredito que precisamos contratar um outro goleiro, pois não podemos contar sempre com o Fernando e também não sei como Caíque reagiria jogando contra os times do eixo em seus devidos mandos de campo lotados. O menino é talentoso, mas ainda não foi testado de verdade por uma grande equipe, pois a sardinha não conta, é peixe pequeno e reside na segunda divisão do futebol brasileiro.

Isso é tudo por hoje, pessoal. Mandem ver nos comentários, no bom e proveitoso debate de ideias. Para mim, o time que jogou contra o Guanambi merece ser mantido por mais alguns jogos para ver se confirma minha avaliação ou não. E que Mancini esqueça sua teimosia. Nenhum jogador assinou contrato de titularidade! Lembrem-se sempre disso.

O FUTEBOL BRASILEIRO ESTÁ ULTRAPASSADO

A vergonhosa derrota de ontem só confirma o que eu e alguns pouquíssimos comentaristas da bola da ESPN, Sportv e Fox Sports vêm falando há algum tempo. O futebol brasileiro já não é o mais empolgante e sólido de antigamente. Está muito nivelado por baixo e ainda apostou num treinador que rebaixou uma grande equipe à segunda divisão, que é pirracento, que se acha o rei do mundo apenas por ser um treinador que carrega títulos importantes.

A pirraça foi vista em 2002, com Romário “voando” mesmo acima dos 30 e ele não convocou, só que o Penta veio e abafou. Agora, 2014, ele poderia levar Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Robinho (ou dois, ou um deles pelo menos) pra compor o grupo, dar a experiência para o time, cadenciar jogos, acalmar os ânimos em jogos pegados e tensos. Ele levou de jogador de qualidade superior apenas o Neymar, que se machucou e a seleção ficou sem um cara de habilidade e decisivo.

Os treinadores brasileiros que sempre eram contratados pelas seleções menores vêm perdendo espaço para treinadores argentinos, portugueses e colombianos. Já tivemos numa mesma copa, Carpegiani, Joel Santana e Renê Simões, além de nosso técnico. Nesta Copa só teve um brasileiro, o próprio Felipão.

Em termos do jogo, o de ontem, o Brasil foi ridículo. Depois que tomou o primeiro gol entrou em colapso e se comportou como um time do Acre que se deslumbra quando entra no Maracanã. Um vareio. A Alemanha fez 4 gols em seis minutos, com dois deles parecendo roda de bobinho, no toquinho rápido e deixando nossos defensores todos desnorteados. Rapaz, só pra refletir…A Argélia, a seleção de Gana e o Camarões (em amistoso antes da abertura da Copa) deram muito mais trabalho aos germânicos que nós. Ridículo uma SELEÇÃO PENTACAMPEÃ, com o porte que tem, ser eliminado por 7×1 numa Semifinal de Copa do Mundo. Isso é pra ser repensado.

Outra coisa, David Luiz sempre foi quarto zagueiro e ontem foi deslocado pra zaga central e, além disso, os volantes não jogaram bem, não marcaram ninguém e isso pode ter sido a maior causa daqueles gols de “roda de bobinho” que o Brasil tomou. A insistência com Fred foi outro erro de Felipão, ele poderia muito bem colocar Hulk na função e abrir Bernard e William (ou Bernard) nas pontas, mas por amizade e teimosia insistiu no camisa 9.

As nossas divisões de base estão acabando com a nossa técnica quando preferem jogadores grandalhões e que só pensem em marcar. Já estamos tendo carências absurdas daqueles meias e atacantes rápidos, criativos e finalizadores. E quando surgem garotos assim, querem logo impor que têm que voltar para marcação, que tem que recompor, recompor…podam nossos jovens craques. E também nossos jogadores e técnicos precisam ser mais profissionais, como evitar baladas, concentrarem e focarem mais no trabalho, parar de escalar ou deixar de escalar jogador por relação de afinidade/inimizade, precisam se reciclar, baixar a bola, parar de ser arrogante com imprensa e torcida quando questionados, pois eles não são deuses e imunes à críticas.

Já entro no hall daqueles que já visualizam um treinador estrangeiro sob o comando da Seleção Canarinho e que muita coisa mude no futebol brasileiro, desde a formação de atletas a dirigentes que pensam mais no dinheiro e status quo do que na manutenção e ampliação de nossa força no futebol mundial.

Michel, o injustiçado

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Aqui na CRN e nas redes sociais, sobretudo nos grupos Leão da Barra, Leões do Orkut e Resenha Rubro-Negra vi muitos torcedores do Leão serem muitos duros com as avaliações do nosso volante Michel. Eu acho isso uma tremenda injustiça e uma mescla de não saber enxergar o jogo com birra pelo cara ter começado mal os primeiros jogos da temporada 2013. Muitos ainda sentem a falta de Vânderson e por isso parecem queimar todo “camisa 5” que vier a partir da saída do pitbull, porém vamos analisar friamente a importância do nosso atual volante pegador?

No Clássico Ba-Vi, eu fiquei numa posição muito boa para avaliar defensores e volantes, na quina do escanteio, e no primeiro tempo ficou muito fácil pra mim ver a movimentação, a dedicação e a garra de Michel, que é o único VOLANTE-VOLANTE de qualidade disponível no elenco, talvez o único que pode tomar a vagar a dele (caso se mantenha este esquema tático com apenas 1 volante pegador) é Neto Coruja, mas este parece que assinou contrato vitalício com o Departamento Médico FC.

Alguns torcedores comprovam que não entendem de análise tática ao propor um meio de campo com Cáceres (que é meia armador) com Luís Alberto (que sempre foi no máximo 2º volante) para atuarem juntos…e o pior numa Série A. Aí eu pergunto: Se com Michel, a zaga da gente já dá vários sustos imagina sem nenhum marcador nato no meio de campo? Isso pra mim é tática suicida e presa fácil para times mais arrumados.

Concordo que Michel não tem tanta velocidade e não tem muita habilidade (mas a função de primeiro volante não é ser Zidane, Robinho, Neymar e sim ser forte, duro e eficiente na marcação e na cobertura de laterais). Também acho que ele já tem uma idade avançada pra primeiro volante, mas o erro não está nele. Ele fica sobrecarregado e cansa logo porque ele marca por dois, cobre os dois laterais e o centro de campo. Isso é pouco? O lado dele só fica um pouco mais aliviado na esquerda, pois Escudero ajuda muito na parte defensiva por ali.

Os “cerca-lourenço” do time são Cáceres e Luís Alberto (quando joga), o primeiro está sendo adaptado à função, pois ele percebeu que se ficar de mimimi por não estar na sua posição de origem ele não jogará com Caio Júnior e Luís Alberto é um Bida 2.0, pois tem mais técnica, mais fundamentos e um pouco mais de velocidade e disposição e ninguém aqui imagina Bida jogando com a camisa 5 fazendo a cabeça da área.

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Edson Magal é um volante-volante, tem apenas 19 anos e acho que ainda não é vez dele assumir a titularidade, pois ele não é nenhum Vampeta, Dudu Cearense, Matuzalém e Fernando que desde sempre mostrou uma qualidade acima da média e por isso subiu rápido ao time profissional como titular. Acredito que ele pode ser titular apenas se for ao lado de Michel, que serviria para dar experiência e tranquilidade a ele, pois quem teria a função de dar o primeiro combate seria Michel e Magal ficaria mais para cobrir um dos laterais e seguir as orientações de seu companheiro e do treinador.

É muito fácil notar a importância de Michel no time, basta assistir aos jogos com mais atenção aos volantes do Leão, a movimentação defensiva e também ao imaginar como seria este time com Cáceres e Luis Alberto de volantes ou com Edson Magal com a 5. Estou até vendo o menino errar alguns combates, o time sofrer gols e a torcida meter a bomba no rapaz, sem cerimônia alguma. Em minha opinião, Michel vem jogado bem desde a reta final do Campeonato Baiano, mas muita gente ainda fica de birra com o cara pelas más apresentações na Copa do Nordeste e início do estadual.

Enfim, não sou de nenhum fã clube do cara, não sou defensor ferrenho daqueles que se ele errar usarei da mentira e do sofisma pra desviar o foco. Se ele começar a atuar mal eu irei criticá-lo. Comigo não tem essa, eu critico ou elogio o jogador de acordo com o que ele apresenta em campo, sem olhar se eu gosto ou não do estilo dele, um exemplo disso é Gabriel Paulista, que por mais que eu ache ele um destrambelhado, quando ele atua bem eu o avalio bem, assim como fiz com Anderson Martins, Uelliton, Lúcio Flávio, Elkeson, etc.

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