VITÓRIA vs GUARANI | “Nova Casa” pra escrever uma nova história

O Vitória volta a campo hoje depois de 10 dias de folga e retorna em mando de campo diferente. A partir das 16h30 deste sábado, o rubro-negro fará da Fonte Nova sua nova morada pelos próximos três anos, num forte e acirrado trabalho do presidente Paulo Carneiro, que teve de falar grosso e expor a falta de isonomia do Consórcio para o rubro-negro, além de uma incrível omissão da parte pública da PPP, ou seja o Governo do Estado, que pareciam estar disposto a ceder o estádio, de graça, para as sardinhas. Precisou PC e Fábio Motta esbravejarem na mídia essa jogada obscura para enfim, o contrato de Vitória e Arena sair da impressora. Ponto para o presidente, ponto para a diretoria. A Arena Fonte Nova não é do Esporte Clube Bahia e mesmo com a concessão em PPP por 25 anos, o equipamento continua sendo público e tem que estar disponível para toda e qualquer agremiação esportiva baiana, registre-se!

Com a mudança para a Arena, os planos do SMV tiveram várias e significativas mudanças, principalmente no valor, o que encareceu bastante e esta é a parte negativa do fato. O presidente do clube acha que ser popular é antiquado, ao passo que parece idealizar o Vitória como em seus primórdios, em que a maioria de sua torcida e, principalmente, os dirigentes viviam encastelados na Barra, Graça e Corredor da Vitória. Com os valores que estão aí eu não tenho mais condição de ser sócio-torcedor e quando analiso o que o clube dá em troca ao seu torcedor, com o que cobra financeiramente do associado, eu vejo um grande hiato e que não vale a pena se associar.

Não esqueçam de montar seu time no cartola nesta rodada. O mercado fecha às 15h. Eu sigo na liderança da nossa liga!

E se eles exigem visão de empresa na relação com o torcedor, o torcedor também pode fazer o mesmo e, como cliente, analisar o custo/benefício de se associar e decidir se vale ou não a pena, se está no patamar ideal ou aceitável. Afinal, torcida e clube (cliente x produto) tem que ser uma estrada de mão dupla. Já foi o tempo de se exigir associação apenas por amor! O torcedor quer ver títulos, quer ver um time forte em campo, que jogue bola, que dê entusiasmo, que o time lhe devolva alegria, êxtase e momentos de prazer. E isso o torcedor rubro-negro não vê desde o final da temporada de 2013, quando o clube terminou a Série A em 5º lugar. Abre um parênteses para a temporada 2015, quando o clube fez uma bela Série B, subindo em terceiro lugar.

Enfim, o Leão encara hoje o lanterna Guarani na Arena Fonte Nova, que pelo burburinho deve pegar uns 20 mil de público nesta tarde e tem tudo para somar mais três pontos. Ao passo que o Vitória está invicto há sete jogos e em flagrante ascensão na competição, o Guarani está em último lugar e vem à Salvador com três desfalques (Bady, Bruno Lima e o atacante Marquinhos, ex-Vitória). O técnico Carlos Amadeu tem tudo pra confirmar que mudou o astral do Leão, se não inventar na escalação e nas alterações ao decorrer da partida. Os jogadores não podem achar que apenas por misticismo da Arena (ao lembrar da campanha de 2015) já entrará em campo vitorioso. Tem que jogar com seriedade, foco e disciplina. O Guarani está mal na temporada, mas não vai querer perder todas as partidas e muito menos deseja retornar pra Série C. Que neste retorno à Arena, o Vitória faça da nova casa uma forma de escrever uma nova história, não só nesta Série B como retomando a hegemonia estadual e regional dos anos 90/2000.

VITÓRIA SEMPRE!

#vamovirarojogo

A IMORALIDADE DA ARENA FONTE NOVA

Inspirado pelo amigo rubro-negro Diego de Assis (@d_assiis no twitter) resolvi reforçar a thread que ele fez ontem sobre a imoralidade que está acontecendo com a Arena Fonte Nova e o Bahia nos últimos meses, em que praticamente o que parecia ser uma loucura ambiciosa do ex-presidente do tricolor, Marcelo Sant’Anna, começa a ganhar corpo com a gestão de Guilherme Bellintani que há pouco tempo era o secretário número um do Prefeito ACM Neto.

E o que era loucura ambiciosa e que está virando realidade, você deve estar se perguntando, não é? A resposta é o Bahia praticamente fazer da Arena Fonte Nova um estádio particular, sem precisar de arrendar como fez o Botafogo no Engenhão e, além disso, de ter loja oficial e agora um museu exclusivo do Bahia, sem gastar um tostão, nem mesmo um saco de cimento. Sem esquecer que o tricolor ganha fixo R$ 6 milhões anual e um valor variável com a renda de bilheteria, bares e lanchonetes, Espaço Lounge Premium (setor mais caro do estádio) e um bônus de R$ 12,3 milhões caso a média de público anual seja de 15 mil pessoas e quanto maior for esta média, maior o bônus, que não tem teto máximo, diga-se de passagem. Essas regalias e farras que o Bahia tem feito, é com dinheiro público, já que a Arena Fonte Nova é um estádio do Governo Estadual que está em regime de PPP com o grupo OAS e Odebrecht, além da verba de R$ 100 milhões pagas pelo Grupo Petrópolis para ter os direitos de Naming Rights da Arena (com o nome da cerveja Itaipava), em que esta grana é dividida entre o consórcio Fonte Nova Participações e o Governo do Estado.

Essas negociações atestam que o Bahia está sendo beneficiado financeiramente e patrimonialmente sem gastar um centavo. Isso é uma imoralidade sem tamanho e ofende a história da Bahia, da própria Fonte Nova e também de outros clubes baianos, inclusive ao Vitória. Ofende a Bahia porque o rival não é o único clube do estado e jamais gestores públicos estaduais e/ou municipais devem agir usando o lado torcedor para beneficiar o clube de coração. Vale ressaltar da intromissão do governo JW na política do Bahia e que culminou com a expulsão de Marcelo Guimarães Filho e a recente tentativa da prefeitura em financiar uma festa de 30 anos que o Bahia não vence um Nacional, que foi anulada depois da manifestação da União de Torcedores do Vitória (UTV), que na acusação apresentada fundamentava sobre a possibilidade do prefeito ser enquadrado em improbidade administrativa e desvio de finalidade com tal ato, ainda que o valor seja considerado irrisório por muitos.

Vale lembrar também que depois daquela tragédia no final de 2007, quando parte da Antiga Fonte desabou matando 7 torcedores, o rival ficou sem poder jogar em Salvador, já que a diretoria rubro-negra da época, pressionada pela torcida, resolveu recuar da ideia de alugar o Barradão para a sardinha. E o Governo do Estado, através do governador Jacques Wagner não mediu esforços para reformar o Pituaçu, sem licitação, alegando situação de emergência. Foram gastos milhões na revitalização do Pituaçu, que virou Elefante Branco e passa maior parte do ano de portas fechadas e sinais de abandono já começam a aparecer no gramado e nas arquibancadas.

E atualmente, o rival tem um contrato com uma das arenas feitas para a Copa do Mundo de 2014, nos moldes em que nenhum outro clube do Brasil possui, além de receber dinheiro público com a verba de todos os cidadãos baianos. Se isso por si só não for considerado imoral, o que dizer dos argumentos mais toscos e torpes que as autoridades utilizam para legitimar tamanha imoralidade? Chegam ao ponto de dizer que tudo que foi feito para o Bahia na Arena, não caracteriza o estádio como se fosse particular porquê podem ser desmontados, o argumento é frágil porque se você me der uma retroescavadeira, até a própria Arena Fonte Nova pode ser “desmontada”. A caracterização está na identidade visual do bem público.

Ou seja, hoje o Bahia é uma entidade privada que mama nas tetas do dinheiro público, com apoio político importante do Governo do Estado e com a sombra de ACM Neto por trás. Pra defender essa imoralidade, apenas sendo torcedor mesmo e daqueles bem fanáticos, e mesmo assim, é necessário usar de muita demagogia para defender essa doação ilícita disfarçada de “acordo comercial”.

Isso também ofende a história da Fonte Nova como palco do futebol baiano, não apenas do Bahia. Foi na Fonte Nova também que ocorreram alguns dos maiores momentos da história do nosso futebol, envolvendo também outros times da Bahia. O Vitória tem também uma história naquele pedaço de chão, como a campanha brilhante de 1974 e o vice-campeonato de 1993. Se hoje não é interessante para o Vitória, como entidade desportiva, mandar seus jogos exclusivamente na Fonte Nova, nada retira do Vitória o interesse no equipamento, que é público e não do Bahia. Não há argumento que venha dizer que o Vitória está errado em pensar assim, do mesmo modo que o Leão da Barra tem todo o direito de não querer mandar seus jogos integralmente na Arena, assim como o Estado não tem o direito de privatizar, “de graça”, o equipamento público em prol do Bahia. É muito simples. O que tem ocorrido aqui, não existe em nenhum outro lugar do Brasil!

Porém, segundo relata Diego Assis, há uma ação movida por um juiz baiano para contestar essa imoralidade com o dinheiro público e que segue em curso. A esperança é que o desfecho seja favorável às normas que regem o direito público, tais quais a impessoalidade e eficiência. O silêncio e a passividade do Esporte Clube Vitória vem da natureza do fracassado Ricardo David e sua latente incapacidade em gerir um clube desse tamanho. Mas o Vitória precisa se levantar, sua torcida necessita se mobilizar e encampar essa batalha. Não podemos deixar que o Bahia ganhe um estádio de graça, sem pagar um saco de cimento, sem usar dos artifícios legais como uma arrendamento (uma espécie de propriedade temporária). Há dinheiro de rubro-negro ali também. E se eu não estiver equivocado, para o Governo fazer uma doação de algum imóvel, tem que passar pelo crivo da Assembleia Legislativa da Bahia, não é como uma pessoa física ou jurídica comum não, que pode ceder bens móveis e imóveis ao seu bel prazer. Há um rito! Há todo um trâmite burocrático-administrativo quando se trata de Poder Público.

Pra concluir. O rival tem todo o direito de ter um museu e de exaltar a sua história. Sua torcida tem todo o direito de ter um ambiente em que se conecte com o passado. O que o Bahia não tem direito é de usar um bem público pra isso. O museu do Bahia tem que ser construído pelo Bahia, num espaço do Bahia e mantido pelo Bahia. Qualquer coisa diferente disso é farra com o dinheiro público e mistura entre o público e o privado.

Fontes:

https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/bahia/noticia/bahia-firma-novo-contrato-com-a-fonte-nova-que-tera-gram-trocado-ainda-em-2018.ghtml

https://oglobo.globo.com/esportes/bahia-seguira-com-arena-fonte-nova-apos-reuniao-garantir-novo-contrato-15766622

http://globoesporte.globo.com/ba/noticia/2013/04/por-r100-milhoes-fonte-nova-fecha-com-cervejaria-e-ganha-novo-nome.html

https://www.bahianoticias.com.br/noticia/232490-neto-anula-patrocinio-de-r-40-mil-para-comemoracao-de-30-anos-do-titulo-de-88.html

http://www.iaf.org.br/ppp-da-arena-fonte-nova-lucrou-1319-milhoes-ate-2016/

Esta tropa é de ELITE! Vitória goleia LEC e retorna à Série A!

SerieA2016

A verdade é uma só. A conversa é reta e não há nenhuma curva no caminho. TIME GRANDE quando tem um deslize e cai para uma série inferior tem por obrigação voltar no ano seguinte. Em 2014 caíram da Série A para a B dois clubes grandes e dois pequenos. Em 2015 subiram da B para a A os dois grandes e os dois pequenos ficaram no meio do caminho. VITÓRIA E BOTAFOGO (Times grandes), Jahia e Criciúma (times pequenos). E agora o nordeste está bem representado na Série A com o maior deles retornando (Vitória) para se juntar a Santa Cruz e Sport Recife. Se preparem times do eixo, pois o chato aqui voltou e voltou pra lhe abusar!

Mas o bagulho foi doido. O primeiro tempo foi muito tenso e talvez pelo fato dos jogadores estarem sentindo a responsa de não decepcionar o MAIOR PÚBLICO DE UMA TORCIDA BAIANA dentro da moderna Arena Fonte Nova (chupa esta manga rosa, imprensa tricolor caolha! Chupem este picolé de Itu torcida sardinhêstica). Cerca de 41 mil rubro-negros pagantes deram mais um soco na cara daqueles trouxas que acham que estão ainda na década de 60/70 onde o rival reinava livre, leve e solto em presença de público e quantidade de torcida. A torcida de ouro é a do VITÓRIA! Clube que não necessita de títulos nacionais para ter uma grande torcida (xô oportunistas!).

Voltando ao jogo – O primeiro tempo foi muito complicado e nem parecia que o Luverdense estava fora da competição. Se não fossem as intervenções de Gatito Fernández aquele fantasma chato de “quando o estádio enche, nosso time falha” iria ressurgir imediatamente. Vale ressaltar que as principais peças do Leão foram apagadíssimas na primeira etapa, sobretudo o argentino Escudero, que se escondeu os 45min iniciais na ponta esquerda no quadradinho imaginário dele.

vitoria3x0LEC

Intervalo – Diferentemente dos artistas “tricolores” que dizem que são, mas nunca colam com o time, no Vitória eles se fazem presente. Se na semana passada Aline Rosa esteve no Barradão no intervalo, ontem apenas IVETE SANGALO, Durval Lélis, Léo Santana, Lucas e Orelha foram lá na Fonte, saudar a torcida e participar do desafio de cobranças de pênaltis. E parecem que todos eles, principalmente Veveta foram lá com pé quente.

Segundo tempo – Não sei se minhas cornetagens ao final do primeiro tempo foram ouvidas, sobretudo ao camisa 11. Só sei que deu certo, pois logo nos primeiros minutos da etapa final o Leão veio com aquela explosão de matar logo a partida e festejar com a torcida. Muito diferente da preguiça e omissão do primeiro tempo, Escudero passou a dar aqueles maravilhosos passes verticais deixando Elton, Vander e Rhayner em boas chances, que não foram aproveitadas, sobretudo por Elton que meteu bola na trave e deu uma cabeçada fraca no centro do gol.

Somente aos 15min a tensão parou. Em belo passe do gringo, Rhayner foi derrubado na entrada da área. Na cobrança de falta, Escudero resolveu justificar a fama dos meias canhotos argentino e, com maestria, botou a bola no lado direito do goleiro, numa cobrança fantástica que pareceu até cobrança de pênalti de tão bem na bola que o gringo pegou.

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Leão ameniza primeiro semestre desastroso com retorno à elite.

Como diz o ditado “passou um boi, passa a boiada”, quatro minutos depois, em nova blitz ofensiva Rhayner cruzou na área e no bate-rebate, a bola sobrou para Kanu ampliar o marcador. Nesta reta final, o zagueirão mostrou toda sua força ofensiva fazendo gols decisivos em momentos importantes! E aos 25 minutos, Escudero soltou a bomba que tremeu a trave e no rebote Elton fez um gol improvável de voleio, num ângulo completamente desfavorável. 3×0 e o baile do acesso estava garantido sem nenhum tipo de trauma! E ainda cabia mais se não fosse o gol perdido por Diego Renan, numa bela troca de passes entre Escudero e Vander.

Ao final do jogo, muita festa entre jogadores e o presidente Raimundo Viana. Torcida que cantou e vibrou muito, com direito a mosaico. Realmente mostramos que nossa torcida não deve nada à tão propagandeada do rival e devemos nos valorizar mais, parar de nos autodepreciar nas redes sociais. Temos que ser corporativistas e positivistas como todas as outras fazem. Somente a nossa fica se digladiando nas redes sociais e até repetindo o discurso da “fidelidade tricolor” repetida a exaustão pela nossa mídia caolha!

“Times grandes não sobem para a Série A, retornam!”

*PS: O Vitória é o clube nordestino que menos tempo passa nas séries inferiores. Enquanto tem time que já passou 7 anos, outros 5 (Sport), outros entre 10 a 15 (Ceará, Náutico e Santa Cruz), o máximo de tempo que o Leão passou fora da Série A foi de três anos (2005, 2006 e 2007). Geralmente a gente cai num ano e sobe no outro. Isso é nosso diferencial. Nós somos sim o MAIOR CLUBE DO NORDESTE e o que mais incomoda os times do eixo nos confrontos! A história prova isso!

PRELEÇÃO | O Sar-Vi mais quente do ano promete!

prelecao do abbehusen

E neste sábado teremos mais um clássico BAVI na Arena Fonte Nova. Palco de ótimas lembranças para os torcedores rubro negros e pânico para as sardinhas. Famoso jogo de seis pontos e que pode definir e encaminhar o acesso para o vencedor e complicar muito a vida do derrotado.

O técnico Mancini só possui o desfalque de Guilherme Mattis para esta partida e tem apenas uma dúvida para definir a equipe titular. Ele pode promover o retorno de Diogo Matheus para a lateral direita ou manter Euller na esquerda e Diego na direita. Diferente da semana do primeiro Sar-Vi, o Vitória não promoveu ações para juntar torcida e jogadores, esta ação deu bons frutos no primeiro jogo e foi ignorada inexplicavelmente pela nossa diretoria dessa vez. O Vitória deve ir a campo com Gatito, Diogo (Euller), Ramon, Kanu, Diego Renan, Amaral, Pedro Ken, Escudero, Rhayner, David e Elton.

Comemoração dos Leões nos 5x1 aplicados no rival na reinauguração da Fonte Nova em 2013.

Comemoração dos Leões nos 5×1 aplicados no rival na reinauguração da Fonte Nova em 2013.

O técnico Sérgio Soares conta com algumas dúvidas para definir sua equipe titular. Os atacantes Maxi Goiabinha e Roger Pé Torto estão entregues ao DM e são dúvidas para a partida. Resta saber como será o comportamento da equipe do Outubro Rosa em campo, pois fora das quatro linhas a diretoria multicores proporcionou treino aberto e até antecipação de pagamento de salários. Infelizmente os torcedores tricoloridos não poderão usar o argumento de atraso de salários ou corpo mole de jogadores para justificar suas vergonhosas derrotas na Arena. A provável equipe titular será formada por Douglas Pires, Railan, Robson (Jailton), Gustavo, João Paulo, Yuri, Paulinho Dias, Tiago Real, Eduardo, Zé Roberto (Maxi/Roger) e Kieza.

Expectativa de um ótimo jogo e com muita emoção na Fon73 Nossa. Que o Vitória consiga impôr o seu melhor futebol e melhor momento para sair com mais três pontos nessa série B. Que a nossa casa de praia volte a sua rotina de diversão e quem sabe a pescaria se faz presente com outra goleada. Prevejo o dique inundado mais uma vez na noite desse sábado.

SRN e Bom jogo a todos.

 

Seguem relacionados:

Goleiros: Júnior Gatito e Caíque

Laterais: Diogo Renan, Euller e Diogo Mateus

Zagueiros: Ramon, Kanu e Vínicius

Volantes: Amaral, Flávio, Marcelo Mattos, Pedro Ken, Marcelo e André Castro

Meias: Escudero, Jorge Wagner, Pereira e Vander

Atacantes: Elton, Rhayner, Rafaelson, Robert e David.

VITÓRIA 3X1 Paysandu | O dono da Fonte!

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Escudero foi o dono do jogo! Foto: Eduardo Martins.

E o Leão mostrou mais uma vez que é o dono da Arena Fonte Nova. Os números não mentem, desde a reconstrução e reabertura do estádio em 2013, o Rubro-Negro tem um saldo muito positivo na moderna arena. Goleadas humilhantes para cima do nosso rival, jogos épicos como o do Goiás na Série A que consagrou uma homenagem a Escudero em forma de estátua, o triunfo de virada no Ba-Vi do Brasileirão de 2014 e neste ano duas grandes vitórias, com o time jogando o fino da bola. A verdade seja dita. Seja no Pituaçu, Arena ou Barradão, quem manda nesta porra é o LEÃO! O resto é mimimi de torcedor sardinhestico apoiado por uma mídia local vil, caolha e safada!

O Vitória começou até devagar contra o Paysandu, o time paraense até assustou mais até os 35 minutos, quando começamos, de fato, a mudar o panorama da partida. Gatito Fernández está confirmando o que sempre defendi (que é melhor que Fernando Miguel e que a torcida do Vitória estava queimando o cara por ser papagaio de auditório de figuras obscuras como Sinval Vieira, Boca de Latrina e Silva Rocha). O Paysandu não abriu o placar antes da gente APENAS por defesas incríveis do paraguaio, que finalmente começa a ser valorizado pelos rubro-negros.

Torcida "ameaça" boicote aos jogos na Fonte e apenas coloca o maior público do Leão na temporada! Só observo a hipocrisia do povo. Rsrsrs

Torcida “ameaça” boicote aos jogos na Fonte e apenas coloca o maior público do Leão na temporada! Só observo a hipocrisia do povo. Rsrsrs. Neste ponto foi até boa esta demagogia.

Nosso gol só saiu aos 39min numa cobrança de falta espetacular de Escudero. Gol típico do que se espera de um meia argentino canhoto. A bola ainda bateu no travessão e nas costas do goleiro antes de balançar as redes. Com 1×0 na frente, nosso vigor em campo aumentou e logo no primeiro minuto do segundo tempo, em cobrança de escanteio de nosso gringo da camisa 11, o zagueiro Kanu (filho de Beto Jamaica kkkk) fez seu primeiro gol com o manto, numa bela cabeçada sem chance para o time da terra do Açaí e Cupuaçu.

Infelizmente, a mania de se anular no jogo quando o placar se estende rapidamente aconteceu de novo. Após abrir 2×0, o Vitória dormiu em vários lances e novamente Gatito Fernández teve que corrigir as cagadas defensivas com belas intervenções, inclusive com uma “ponte” digna daqueles goleiros das décadas de 70 e 80. Mas a letargia era tanta que aos 9 minutos, o nojento do Fahel fez um lançamento de Pirlo e achou Yago “Pokemon”, que com categoria dominou e soltou um rojão e aí nem Van der Sar daria jeito. Vitória 2×1 Paysandu.

Mancini aponta o caminho do triunfo

Mancini aponta o caminho do triunfo…

O jogo passou a ficar perigoso e já rondava em nossas cabeças que a qualquer momento a velha caruara rubro-negra iria acontecer. Mas desta vez nosso subconsciente se enganou. Com as entradas de Flávio, Jorge Wágner e Vânder o nosso meio de campo revigorou-se e aos 25 minutos, num belo contra ataque, Diego Renan foi derrubado na área. Pênalti! Depois do burburinho formado pelos jogadores paraenses, Escudero foi lá com sua calma e qualidade de sempre, e deslocou o goleiro na cobrança. Vitória 3×1. Só lembro o quanto perdemos com Neto Baiano no primeiro semestre querendo ser o dono das bolas paradas! Talvez, se fosse Escudero o cobrador da penalidade naquele jogo do Colo-Colo poderíamos estar com o título estadual e garantido na Copa Nordeste de 2016…Mas deram tanta carta branca ao mediano, falador e problemático do Neto…e pagamos caro por isso!

Com dois gols de vantagem novamente na partida, o Paysandu morgou de vez, principalmente com a saída do bom meia armador Roni, que infernizou nosso sistema defensivo com bons passes, movimentação e habilidade. Ele, Yago Pikachu e Fahel foram as melhores válvulas de escape da equipe bicolor. Outro nome para o “setor de inteligência” acompanhar!

Já entre nós, destaques para Escudero que voltou a ser protagonista, com dois gols e uma assistência, além  de participar ativamente do jogo; Pedro Ken que também apareceu mais, Gatito Fernandez com brilhantes defesas e Amaral, que mais uma vez mostrou que é o dono da camisa 5 e é essencial para a retaguarda leonina. Com o belo triunfo por 3×1 em cima de um concorrente direto, o Leão assumiu a 2ª colocação e ainda sonha pelo título brasileiro. Nosso próximo duelo será contra a Sardinha, no clássico Sar x Vi, próximo sábado (03/10).

...E o time seguiu à risca e venceu mais uma na Série B.

…E o time seguiu à risca e venceu mais uma na Série B.

PS: Falem o que quiser, mas eu não tenho medo de expor minha opinião, mesmo que esta seja polêmica. Mil vezes a Fonte Nova que o Barradão (na atual situação em que se encontra como equipamento esportivo e por falta de linhas de ônibus e acessibilidade).

Saí de Mussurunga às 15h10, peguei o busão às 15h20 e às 16h27 (antes mesmo da bola rolar) eu já estava sentado na Arena. Por experiência própria, se o jogo fosse no Barradão, eu chegaria COM SORTE no intervalo do primeiro tempo para o segundo se saísse de casa no mesmo horário em um jogo de 16h30. Com o agravante do Barradão ser muito mais perto do bairro onde moro, em relação à Arena.

Na Estação Mussurunga peguei a linha que solta na rodoviária, de lá fui para o Bela Vista e do Shopping peguei o metrô! Show de bola. Fora que o metrô tem ar condicionado e tem equipes de segurança por toda a estação. Muito diferente de se aventurar a ir em ônibus lotado que cruzam os perigosos bairros de São Rafael/São Marcos ou pela Estrada Velha do Aeroporto. Amo o VITÓRIA e reconheço a importância do Barradão, mas quero e gosto de conforto também. E nisso a Fonte Nova humilha nosso estádio (acessibilidade e conforto do equipamento em si).