OPINIÃO | Vitória 0x1 Jahia

 

Temos que ser racionais e sinceros acima de tudo: Com 7 titulares fora das finais era missão “impossível” ganhar o estadual 2018. Qualquer time que tivesse a mesma situação do Vitória contra o seu maior rival a chance de sucumbir seria enorme. Vamos pegar um exemplo radical? Tire os 7 principais jogadores do Real Madrid e bote pra jogar contra o Barcelona completo ou vice-versa, quero ver este time vencer com folga. E se a gente que fez este paralelo com duas potências mundiais, imagina então quando somos um time limitado já completo, a lógica é que sem 7 considerados titulares seria pior ainda, concordam?

Mesmo assim, fatiado pelo TJD-BA, o Vitória teve, nos 180 min, boa chance de sair com o título. No primeiro jogo da Arena Lava-Jato, o Vitória perdeu uma grande chance de abrir o placar com Belusso, no lance seguinte tomamos o gol e o jogo virou pra eles. Fizeram 2×0, mas ainda assim conseguimos fazer um golzinho na Arena, forçando apenas um triunfo simples no jogo da volta, realizado ontem. E repito mais uma vez: mesmo todo esfacelado por conta de julgamentos e punições tendenciosas do Ba-Vi do dia 18/02, chegamos no jogo de ontem com certa confiança em fazer o placar mínimo e levantar o tri. Nos 12 minutos iniciais só deu Vitória, com 7 desfalques, e perdemos de novo duas grandes chances. Uma com Juninho, a mais absurda de todas, e outra naquela blitzrieg em que Neílton, Belusso e Nickson tentaram a finalização, desviada pela zaga e goleiro do rival. Não fizemos! Pagamos o preço. 

Mal começou o segundo tempo e nossa zaga mostrou porque é, desde já, uma das piores dentre os 20 clubes da Série A 2018. Uma sucessão de erros de posicionamento, baixa qualidade técnica e perda de foco resultaram no gol das sardinhas. No lance o rival explorou o buraco deixado pelo improvisado lateral direito Rodrigo Andrade, Vinicius Bailarino tripudiou o medíocre Wallison Maia, lançou pra Zé Vivian, que bateu fraco, Falhando Miguel dá um rebote nojento e Elton foi mais esperto que Botelho e pimba! 1×0 sardinhas.

Depois daí vimos um Vitória tentando se aprumar no jogo, sem sucesso. Mesmo assim ainda perdemos duas grandes chances, ambas com Belusso. A primeira ele driblou o marcador e chutou forte para a defesa do goleiro Douglas e na outra, Pedro Botelho caprichou no cruzamento, mas nosso camisa 9 não conseguiu cabecear a contento. Pra piorar perdemos Neílton na metade do segundo tempo, aumentando os desfalques da equipe titular para OITO. E aí complica, né galera? Vamos ser coerentes!

Entretanto, mesmo com todos os desfalques Vágner Mancini tem sua grande parcela de culpa na perda deste estadual, pois ele teimou em improvisar tendo jogadores na posição e não mostrou coerência nas duas finais. No jogo de ontem mesmo, ele poderia ter colocado Cedric na lateral direita. Não entendo porque este “medo” de colocar o cara, ele foi muito bem na Copa São Paulo, tem velocidade, tem drible, tem poder de infiltração. E não venham me dizer que era porque ele é novinho não, pois Luan também é e foi titular ontem! Mas já que improvisou, porque não foi com José Wellison que joga de lateral direito desde 2016? Aí pega um segundo volante (Rodrigo Andrade) de 21 anos e que nunca jogou como lateral no seu ex-time (Paysandu) e coloca na função. Mas para ser justo, pelo menos no primeiro tempo Rodrigo Andrade deu conta do recado e anulou Marco Antônio, que no jogo da Arena fez salseiro em cima de Lucas.

A teimosia de Mancini prosseguiu quando toda a torcida e parte da imprensa baiana falavam que Fillipe Soutto e Uillian Correia são volantes lentos e sem pegada, mas prevaleceu a panela do treinador. Neste setor ele poderia ter colocado José Welison na função do camisa 5 e Rodrigo Andrade (ou o próprio Correia) de 2º volante. Chegamos na lateral esquerda e ao invés de botar Juninho em sua real posição, preferiu insistir com o borra-botas do Pedro Botelho, jogadorzinho comum, sem sal. E lá na meiuca, mesmo tendo Guilherme Costa, Baumjohann e Flávio (da base), ele preferiu a manutenção de Juninho como meia. Desta vez não deu certo. Contra times um pouco mais duro, Juninho se mostra abaixo da crítica na função de meia e ontem parecia que tinha sentiu o jogo, principalmente após perder aquele gol de cara. Errou tudo que tentou! Portanto, por mais que tenhamos 7 (depois 8 desfalques do time titular) eu ponho Mancini como um dos fatores para nossa derrota de ontem, pois inventou demais, improvisou demais e quem faz isso sempre toma na tarraqueta, cedo ou tarde.

Por fim vem a diretoria, que na campanha da Eleição-Tampão de 2017, se mostrava muito antenada com futebol moderno, com tecnologia de prospecção de jogador, de que tinham a fórmula mágica pra tudo e que todos os nossos problemas acabariam. E realmente, até este momento, o presidente Ricardo David tem se aproximado demais dos produtos Tabajara do extinto programa de humor global Casseta & Planeta, que era liderada pelo saudoso Bussunda.

Além de ter contratado mal como os medíocres Pedro Botelho (nem o CRB quis), Wallison Maia (nível Alan Costa), Lucas (só tem currículo), além de ter apostado no alemão que só tinha jogado duas partidas em 2017, eles renovaram com vários jogadores que não vinham bem desde o ano passado como Fernando Miguel, Kanu (só tem garra!), Fillipe Soutto e Uillian Correia (mais por causa da sua última partida, quando fez uma penalidade infantil que quase nos custou um rebaixamento).

A junção dos contratados com os remanescentes do ano passado (sobretudo os da defesa) resultou num time fraco, previsível e que já tinha mostrado que em decisões pipocam (muitos deles estiveram presentes na semifinal do Nordestão do ano passado). Pra piorar, até no departamento que o Vitória era soberano (Jurídico) o rubro-negro passou a perder. Ricardo David e seus pares comeram mosca, não lutaram com galhardia para defender os atletas rubro-negros e de acusar outros jogadores do rival que também participaram da briga e passaram ilesos como Lucas Fonseca, Zé Rafael e Mena.

Pra terminar com chave de ouro, no último julgamento, o do STJD, ao invés de deixar com Patrícia Saleão, que desde 2007 defende o Vitória contra ataques de clubes adversários, resolveu misteriosamente deixar para o novato Roberto Dantas, amigo pessoal e membro da chapa de RD em 2016, fazer a defesa. E pagamos caro por isso, pois, até quem tinha sido absolvido nas duas instâncias inferiores foi condenado e ficou de fora da finalíssima. Falo do zagueiro Ramon e tivemos que jogar com o instável Bruno Bispo, que milagrosamente fez uma partida segura ontem. Daí eu tiro a conclusão que a troca de Patrícia por Roberto foi uma estratégia erradíssima e ao meu ver, a tentativa foi de promover Roberto, que está iniciando agora no Direito Esportivo. Patrícia Saleão tem 11 anos de experiência só com o Vitória! Isso foi muito amadorismo!

Pra encerrar o papo, que já está muito longo por sinal, a diretoria está deixando os dirigentes da sardinha dominarem o TJD colocando até conselheiros eleitos em 2017 como promotor do TJD e que nos julgou, deixaram a sardinha se infiltrar na Federação Bahiana, além de ter permitido todo o ataque da mídia baiana em cima de nós no caso da briga do SarVi de 18/02 em que eles nos colocaram como únicos culpados e os jogadores do rival como pobres inocentes, vítimas da truculência. Ricardo David deveria ter sido mais firme na defesa do CLUBE nesta situação. Essa omissão nos fez muito mal e até mesmo nossos torcedores passaram a acreditar na hipótese implantada e sustentada pela venal imprensa esportiva baiana.

Enfim, até Ivã de Almeida conseguiu ser campeão baiano e INVICTO e o PHD de Futebol formado em Harvard e pós doutorado em Sourbonne não conseguiu. Pior, permitiu que o jahia voltasse a levantar um título no Barradão depois de 20 anos. A julgar por isso, RD já mostra que tem o “selo Carlos Falcão” de “qualidade”, pois nem Mundico nem Ivã – O Terrível, perderam títulos baianos pra sardinha e assim como Falcão, RD já começou perdendo. Agora, mais do que nunca, a Copa do Nordeste virou obrigação! Se neste mandato tampão RD não ser campeão do nordeste e permitir o bi do rival no baianão, uma certa figura controversa ganhará força e poderá, de fato, reassumir o Clube e quem mais tá colaborando com isso são os seus sucessores com tantos erros amadores e falta de malícia nos bastidores do esporte.

Vitória Sempre!

Rumo ao TRI!

O tricampeonato estadual mais gostoso do mundo está chegando. Neste domingo, o escrete rubro-negro encara mais uma vez as sardinhas de itinga, desta vez no caldeirão infernal do Barradão com toda massa ao nosso favor. Entretanto, as sardinhas continuam mais suja que bunda de mendigo bebum c/ diarréia, pois no último julgamento sobre o clássico de fevereiro perdemos mais um jogador. Ramon que tinha sido absolvido nas duas instâncias anteriores desta vez pegou um jogo e tá fora da finalíssima e nossa zaga terá o instável Bruno Bispo fazendo dupla com Wallison Maia. Só nos resta dar apoio para que Bruno reedite a atuação segura que ele teve contra o Grêmio lá em Porto Alegre pelo Brasileirão do ano passado.

Olhe como o rival está sujo nos bastidores e como nossa justiça é injusta e corrupta. A briga foi praticamente generalizada, mas só o VITÓRIA é que perdeu CINCO ATLETAS e o jahia teve as penas mais leves que pluma de algodão. Lembrando que foram eles os causadores de tudo. Se o dançarino do La Fúria não fizesse o que fez, não teria a reação que teve. É o chamado causa e efeito, ação-reação.

Mesmo assim, sem contar com 5 atletas suspensos e sem o treinador na beira do campo, o Vitória tem totais condições de vencer o rival neste domingo e levantar o 30º troféu do Baianão. E isso acontecendo a gozação vai ser muito forte pra cima de nossos amigos e parentes sardinelsons. Estamos a um triunfo por qualquer placar para garantir o quarto tricampeonato estadual, mesmo tendo que jogar praticamente com o time reserva metade da competição.

Anderson Batatais, subalterno de Mancini, deve promover algumas mudanças no time que entrará em campo às 16h. Com atuações sofríveis na Arena Lava-Jato, os laterais Lucas e Pedro Botelho podem perder a titularidade para José Wellison e Juninho respectivamente. Se voltar à lateral esquerda, o alemão Baumjohann deve começar jogando, com Guilherme Costa correndo por fora. Na frente, a atuação apagadíssima de Jonatas Belusso pode forçar a entrada de Luan como titular. Outro que pode dançar é Fillipe Soutto e as opções que podem assumir a sua vaga são Rodrigo Andrade e Willian Farias. No mais, veremos a mesma escalação do primeiro jogo.

Já o rival terá o reforço de Nino na lateral direita e conhecemos bastante os pontos fortes e fracos do menino Severino. Se por um lado ele é veloz, abusado e chato quando ataca, por outro é uma toupeirinha na marcação e recomposição. Por sinal, em seis anos no lado certo do futebol baiano ele cometeu vários pênaltis e o rubro-negro já levou inúmeros gols nas costas dele. Que ele faça um “pênaltizinho” de leve e tome outro gol na avenida que ele costuma deixar, amanhã! No resto da equipe, o cosplay de Inhonho do Chaves escalará o mesmo timeco da semana passada. E o Vitória deve aumentar os cuidados com o La Furia, Edigar Jr e Nino Paraíba, o resto da equipe rival a própria natureza marca!

Vitória Sempre!

Rumo ao Tri

#Vitória30Estaduais 

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VITÓRIA FOI OPERADO SEM ANESTESIA

Não gosto muito de ficar falando da arbitragem, mas seria um crime eu fingir que não aconteceu uma verdadeira operação em cima do Vitória ontem, na Arena Lava-Jato. As sardinhas já tomaram o TJD-BA de assalto e agora partem pra pressionar o árbitro dos clássicos e aqui no Brasil é costume no futebol, de quando isso ocorrer, o juiz já venha com a máxima de que na dúvida “evitar marcar contra o acusador e se o lance for à favor é marcado para mostrar que não há perseguição ao denunciante”. Ontem a arbitragem apareceu mais que os jogadores. O primeiro gol das sardinhas foi impedimento, apesar de ter sido um lance super difícil; 2) o goleiro das sardas deveria ter sido expulso quando saiu com os braços abertos fora da área e a bola bateu no antebraço e na mão direita e por fim, o pênalti super mandraque, em que Fernando Miguel nem toca no infeliz do dançarino de Itinga. O Vitória foi operado sem direito a anestesia e assim foi fácil, o rival chorão nos vencer pelo placar de 2×1 na tarde de ontem. Sem falar que jogamos sem CINCO TITULARES e sem o TREINADOR. Só assim para o jahia nos vencer!

Bem, diante o exposto na arbitragem, não posso apenas dizer que perdemos por este fator. Outro aspecto determinante foi a péssima atuação do Vitória em boa parte do jogo e das lamentáveis escalações e alterações feitas por Mancini/Anderson Batatais. Lucas já mostrou que foi uma contratação equivocada e que não dará nada de positivo ao clube. Ontem levou um baile do lateral esquerdo do jahia e não aparece bem no apoio. Não sei porque aqui no Vitória se adotou o medo em se lançar os garotos da base. Cedric não deve nada a Lucas. Foi um grande destaque na Copa SP e não podemos cair neste argumento super cauteloso de que o cara não tá pronto. Ontem vimos Marco Antônio das sardinhas comer a bola em seu primeiro grande jogo na carreira e olha que este cidadão nem foi falado assim nas ultimas Copas SP.

A teimosia de Mancini em permanecer agarrado com sua panela contribuiu bastante para a atuação desastrada de ontem. Uillian Correia jamais deve ser primeiro volante e o melhor da posição come banco até para Fillipe Soutto. Por que José Welison, o preferidinho de Mancini em outros anos, está esquecido agora? José Welison melhorou muito nos últimos anos, apesar de suas sérias lesões que vêm atrapalhando a sua carreira. Atualmente ele já marca como um 5 e desenvolve ofensivamente como um bom camisa 8, mas segue vendo Correia, Fillipe Soutto, Lucas Marques e até Ramon no setor. Estranho, muito estranho! 

 

Na lateral esquerda, Pedro Botelho é um zero à esquerda. Os bons passes e assistências de raros jogos não pode sobrepor a sua terrível falta de posicionamento, velocidade e habilidade com a bola no pé. Se Nino estivesse ontem, eu cravo que estaríamos agora sem nenhuma chance de conquistar o título. O medíocre do João Pedro se sobressaiu, pirem aí? O certo é colocar Juninho em seu devido lugar, até porque estamos enfrentando agora o rival e não nenhum Globo-RN, Ferroviário ou Jacuipense da vida.

Enfim, a arbitragem foi cirúrgica contra nós. Mas o time também não fez por onde. Aos 23 min do primeiro tempo, depois de ter perdido uma grande chance num contra-ataque entre Neílton e Belusso, em que o camisa 9 ao invés de finalizar ou devolver para Neílton, foi “pentear macaco”, perdeu a bola e no lance seguinte as sardinhas abriram o placar com Edigar Junio, depois de um passe caprichado do dançarino. Antes já tínhamos assustado Douglas numa forte cabeçada de Fillipe Soutto. Aos 33min, em novo contra-ataque Neílton foi interceptado pelo goleiro das sardas, a bola espirrou no braço e não mão dele e a arbitragem apenas deu amarelo, quando no lance, a chance de gol era alta e ele era o último homem!

Veio o segundo tempo e logo no comecinho, Fernando Miguel falhou ao sair da sua pequena área num lance que dificilmente teria nos dado prejuízo, pois o dançarino tava na ponta esquerda da grande área e com dois zagueiros chegando, o “la furia” aproveitou a estabanada de Miguel e se jogou, num lance em que nem foi tocado. E aí na dúvida “que se marque a favor de quem chiou antes”. E FM perdeu mesmo o seu único ponto de crédito com a torcida, mais um pênalti em que ele nem sai na foto!

Com 2×0 no placar era grande a chance do jahia ser campeão e até ampliar, mas cinco minutos depois de botar dois gols de frente, Neílton fez uma bela tabelinha com Juninho e deixou Luan de cara, para uma excelente finalização de chapa. Gol do Vitória que nos colocou vivo para a decisão de domingo. O curioso é que depois do nosso gol, o time rubro-negro parece que se conformou e apostou fortemente no Barradão. GRANDE ERRO. Era pra ter tentado o empate e a virada, tínhamos tempo e condições para isso. Esta postura covarde quase nos custou caro, pois o rival cresceu muito e ficou muito mais perto do terceiro gol.

Agora o VITÓRIA precisa ficar calado, não dar trela na imprensa e também fazer o “seu por onde” nos bastidores. Não podemos ficar vendo o jahia ganhar as coisas no grito, na mutreta e a gente dando uma de Cristo. Futebol, infelizmente é malandragem também, e temos que contra-golpear o que o rival vem fazendo ultimamente. Que o julgamento do STJD na sexta-feira libere Yago, Rhayner e Denílson, pelo menos, além do treinador Mancini. Por que queira ou não, apesar do currículo de Anderson Batatais, a presença de Mancini perto dos jogadores faz muita diferença no final das contas.

Vitória Sempre!

Contra tudo e contra todos, Vitória parte rumo ao tri!

E o Vitória chega a mais uma decisão do Campeonato Baiano e com a possibilidade real de conquistar seu quarto tricampeonato na competição. Ainda que o TJD-BA viciado com conselheiros do Bahia e cronista esportivo notório torcedor da sardinha, tenham julgado e condenado os atletas rubro-negros com um excesso de rigor e os do jahia com uma dose cavalar de benevolência, o Leão da Barra conseguiu se classificar em primeiro lugar no estadual, garantindo as vantagens e venceu também a difícil partida contra o Fluminense de Feira, no Joia da Princesa, na rodada final da 1ª fase, o que nos garantiu a classificação como líder.

Na briga generalizada do Ba-Vi do dia 18/02/2018, se o árbitro fosse COERENTE e JUSTO a partida terminaria dali, pois seria bem compreensível se fossem expulsos 4 ou 5 de cada lado, e não expulsar 3 do Vitória e 3 do jahia, sendo que dois eram reservas, o que deixou o jogo desproporcional e com o psicológico dos atletas rubro-negros mais bombardeado, por ter perdido naquela ocasião, seu principal zagueiro, seu atacante goleador e seu meia puxador de contra-ataque. Tal medida, justificou as novas expulsões, até a derradeira. E o árbitro seguia com um rigor excessivo para os lances envolvendo os atletas do Vitória. A expulsão de Correia corrobora com isso, pois ele poderia muito bem não dar amarelo, porque a falta não foi pra amarelo. Mas enfim…

O Vitória mostrou a força de seu elenco com essas suspensões pesadas. O rubro-negro foi líder do Grupo B do Nordestão jogando as duas últimas rodadas com o time reserva e fez 7 gols (4×1 no Ferroviário e 3×1 no Globo). Neste ínterim vimos o menino Nickson se firmar entre os titulares, a melhora gradativa de Wallison Maia, o faro artilheiro de Jonatas Belusso e a agradável surpresa do auxiliar Anderson Batatais que foi posto à prova contra o Bahia de Feira e passou a semifinal invicto (um empate fora e um triunfo em casa, que poderia ter sido por goleada, devido ao numero grande de chances desperdiçadas).

Tentaram nos dilacerar e nos enfraquecer na competição, mas nosso elenco mostrou sua força, ratificando que elenco bom não é aquele que tem a maior quantidade de “renomados” e sim de jogadores que entrem e deem conta do recado. Ainda acharam pouco e depois de terem liberado a torcida da sardinha pro jogo da primeira fase no Barradão, onde eles quebraram alambrados e banheiros gerando um prejuízo de R$ 25 mil, eles se movimentaram nos bastidores e sorrateiramente a Torcida Única voltou agora na Final. Não teve sequer uma briga entre torcidas dentro e nos arredores daquele jogo da vergonha. Nem mesmo quando o medíocre Vinicius fez aquela dancinha de cunho sexual na frente da TUI, ninguém da nossa organizada jogou nada ou tentou invadir o campo pra pegar ele. Agora, o torcedor do Vitória não pode nem mais ir numa final, não podemos mais ir na Fonte Nova, um espaço que também tem dinheiro do cidadão rubro-negro, que custeou indiretamente a construção desta arena com seus impostos embutidos em tudo que consumimos, de uma Caneta Bic® a compra de um apartamento ou automóvel.

Por isso, mais do que nunca a expressão CONTRA TUDO E CONTRA TODOS é válida e nunca um título de campeonato baiano será tão honroso e gostoso como o de 2018. Mancini fez mistério na escalação, ninguém sabe o que passa na cabeça dele. Mas uma coisa é certa: A torcida está sedenta por este título e espera que todo jogador que entre em campo nestas finais, a começar pela de amanhã, entre com muita vontade de fazer gols, de garantir um triunfo por 2 ou mais gols de diferença para fazermos a festa no Barradão no dia 08. Não podemos dar chance a sardinha ganhar este campeonato “no grito” e no “submundo dos bastidores”. Mesmo sem tantos jogadores importantes, ainda somos mais time, somos mais fortes que eles! E que os nossos atletas não voltem a cair na arapuca que eles armaram lá no jogo do dia 18/02. Ali foi tudo pensado, não se enganem não. A ideia era causar um tumulto no Barradão para voltar a torcida única, e de quebra com o Vitória perdendo mando de campo, mas a TUI não reagiu como as sardinhas imaginaram! Enfim…

VAI PRA CIMA LEÃO, QUERO TE VER CAMPEÃO!

Mesmo sem nossos principais jogadores e SEM A FORÇA DE NOSSO GRITO QUE JÁ CALOU ELAS NA FONTE NOVA VÁRIAS VEZES NOS ÚLTIMOS SARVIS LÁ NAQUELA ARENA, eu SOU MAIS VITÓRIA!

Vitória faz dever de casa e chega a mais uma final do Baianão

Como eu disse no pré-jogo, se enganaria aquele que achava que o Bahia de Feira não tentaria dificultar as coisas para o Leão. A aguerrida equipe do interior valorizou nosso triunfo ao jogar, dentro de seus limites técnicos, buscando o placar favorável, sobretudo no primeiro tempo. Mas o Vitória desta vez não deu chance da zebra pintar no Barradão e com dois gols de Neílton e um de Uillian Correia despachou o tremendão e segue firme para a busca de mais um tricampeonato, o 30º estadual de sua história.

Primeiro Tempo O rubro-negro tratou logo de baixar qualquer assanhamento da equipe visitante aos 7 minutos, quando num belo chute de fora da área, Neílton abriu o placar! O gol cedo desmontou a tática de Barbosinha em jogar no contra-ataque, explorando possíveis erros do Leão. Com o placar adverso no começo da peleja, o técnico do adversário teve que mudar radicalmente seu plano de jogo e esta mudança seria a de atacar, se abrir para tentar a virada, único resultado que lhe interessava. Com isso, quem passou a jogar nos contragolpes foi o Vitória. Entretanto, foi o Bahia de Feira que empatou o jogo numa bela jogada articulada ente eles, que culminou num chute seco e cruzado de Bruninho no fundo das redes, aos 20min. 

Na sequência, o Leão teve outra grande de estar à frente do marcador, quando Uillian Correia deu um passe maravilhoso para Neílton, mas desta vez o camisa 10 errou o alvo. O segundo gol só saiu aos 34 min, com o próprio Correia, que pegou um rebote da entrada da área e fuzilou de canhota, a bola ainda desviou na zaga, “matando” Jair. Vitória 2×1. Dois minutos depois, Juninho levantou na área e Belusso cabeceou na trave, dando um baita susto no goleiro Jair. Esta chance perdida custou caro. Aos 44 minutos, em nova jogada pela esquerda da defesa do Leão, Bruninho levantou na área, Caíque escorregou quando ia cortar o cruzamento e ficou fácil para Jarbas empatar o jogo novamente.

Segundo Tempo Com o empate em 2×2 e o Bahia de Feira sendo bem eficiente nas finalizações, a torcida do Vitória foi forçada a lembrar de 2011 no intervalo. Mas quando a etapa final começou este pensamento saiu das cabeças rubro-negras como uma bola de sabão se dissolve no ar. O Leão da Barra dominou de cabo a rabo o segundo tempo. Caíque não fez uma defesa sequer no segundo tempo. O rubro-negro engoliu o Bahia de Feira e perdeu uma chance de ouro de dar na sardinha genérica a mesma goleada que o original tomou em 2013. Logo aos 4 minutos, Lucas fez um cruzamento perfeito (coisa rara!) pra Belusso, que perdeu bisonhamente. Aos 12 Juninho foi ao fundo e cruzou para área, Neílton bateu fraco, de primeira, para defesa de Jair.

O Vitória seguia perdendo grandes chances de gols e isso começou a deixar a torcida preocupada, pois o empate nos tiraria a tão preciosa vantagem para as finais do campeonato. Ao passo, que se o Bahia de Feira tivesse uma sorte de achar um gol como achou no primeiro tempo, estaríamos mais uma vez eliminados. Porém, o alívio veio aos 30 minutos, quando Pedro Botelho foi na linha de fundo e cruzou, Fillipe Soutto (que fez grande partida), tocou de letra para Neílton bater de canhota, fazendo seu segundo gol no jogo e se redimir com a torcida com os dois gols perdidos embaixo da trave e que já estava irritando o torcedor. Após o terceiro gol, o Leão se assentou na partida, controlando-a, à medida que o Bahia de Feira não conseguia tirar mais forças para buscar o “impossível”, mesmo colocando mais um atacante em campo (o baixinho Robert).

Enfim, o Vitória chega a mais uma decisão do Campeonato Baiano e possui as vantagens de jogar por dois resultados iguais e ter a finalíssima no Complexo Barradão. A primeira final será no próximo domingo, 1º de abril, na Arena Fonte Nova e na semana seguinte vem o Duelo Decisivo. Enfrentaremos as sardinhas que venceram de forma bem estranha a Juazeirense ontem, por 3×0 com dois gols contra! Enquanto as sardas aprontam nos bastidores, por não se confiar nem contra os times do interior, o Leão jogou de cara limpa contra o Bahia de Feira e isso mostra a diferença histórica entre os dois clubes. O outro lado sempre apela para esquemas escusos, enquanto o rubro-negro mantém a ética esportiva de jogar sem conchavos e não contesta ou chora quando as consequências disso não lhe são favoráveis como é contumaz com o rival.

Só pra destacar. Já é o terceiro ou quarto ano seguido, que o rival “anuncia” algum jogador do time do interior que enfrenta nos mata-mata, o especulado desta vez é o meia Bruno Matos da Juazeirense. Tal medida já foi feita com ECPP, entre outros. E vale lembrar também, que sempre as equipes “sensações” de cada edição do Baiano, sempre faz a sua pior atuação no certame contra o Bahia.  Mera “coincidência”, né?

Vitória Sempre!

#rumoaotri

#Vitória30Estaduais

É vencer pra garantir as vantagens para as finais

O Vitória enfrenta hoje o Bahia de Feira, às 17h, no Barradão com um só pensamento: Vencer, se classificar, e com isso garantir as preciosas vantagens diante do Bahia (cá entre nós, não dá pra Juazeirense não!). Depois de descansar boa parte do time titular no jogo do meio de semana contra o Ferroviário, Vágner Mancini vai com força máxima na tarde deste sábado e sabe que precisa manter o foco dos jogadores ligados em 220v porquê qualquer vacilo pode ser fatal.

Sem definir o time que vai a campo, o técnico rubro-negro relacionou 26 atletas para a partida de logo mais, incluindo os jogadores Kanu, Yago e Denílson que estão suspensos pelo TJD-BA, pois ele ainda acredita que pode sair ainda hoje o Efeito Suspensivo. Acredito que o time que iniciará o duelo contra o Tremendão será Fernando Miguel, Lucas (Cedric), Ramon, Wallison Maia e Pedro Botelho; Uillian Correia, Rodrigo Andrade, Juninho e Nickson, Neílton e Belusso.

O Vitória não pode dar chances ao Bahia de Feira, que apesar de ter um elenco mais limitado tecnicamente que o do rubro-negro, se mostrou uma equipe muito aguerrida durante o baianão deste ano, sobretudo no primeiro jogo lá em Feira de Santana. Além da lembrança do ano de 2011 quando eles aprontaram pra cima de nós em pleno Barradão. O Leão tem tudo para não repetir aquele fracasso, basta levar o jogo a sério, coisa que faltou demais no jogo de ida, principalmente de Neílton, que entrou naquele jogo achando que já era o Rei do Mundo.

Vitória Sempre!

A BOLA PUNE QUEM NÃO LEVA O JOGO A SÉRIO

O Vitória teve tudo para garantir no jogo de hoje as vantagens nas finais contra o Jahia ou Juazeirense. Vencia por 1×0 e desperdiçou um pênalti no início do segundo tempo, daí passou a negligenciar a partida e a perder, por puro preciosismo, várias chances de matar o jogo, seja por excesso de máscara de Neílton e Jhemerson, seja por exagerar nos passes quando se tinha espaço e boa condição de chutar em gol. Já sentenciou o filósofo moderno Muricy Ramalho: “a bola pune” e como puniu, merecidamente, o Vitória. Aos 48 min, no último lance, o Bahia de Feira cobrou escanteio e o estabanado Wallison Maia, junto com o medíocre goleiro Fernando Miguel, fizeram papelão, com o zagueiro fazendo gol contra!

Primeiro Tempo Foi o melhor momento do Vitória no jogo. Depois de sofrer uma pressão dos donos da casa nos 20 minutos iniciais, o rubro-negro passou a equilibrar e acertou a trave duas vezes, uma com Fillipe Soutto e outra com Nickson batendo falta. Além disso, em outra cobrança de falta, Neílton desperdiçou o rebote debaixo do gol e certamente vai ganhar a camisa do Inacreditável FC nos próximos dias. O gol só veio aos 43 minutos, com um belo lançamento de Juninho para Jonatas Bellusso, que honrando a mítica camisa 9 do Leão, dominou com a direita e fuzilou de canhota. Vitória 1×0.

Segundo Tempo Herói nos dois últimos jogos quando fez 5 gols, Neílton destoou pra baixo nesta tarde e se tornou vilão. Não jogou nada. Errou vários passes, parecia disperso e soberbo ao mesmo tempo e pra confirmar isso, aos 2 minutos ele fez tanta pose pra bater o pênalti, tanta pose e desleixo que o goleiro Jair defendeu com o pé direito. Incrivelmente, depois deste lance, o Bahia de Feira dominou o jogo e engoliu o Vitória. Foi um Deus nos acuda. Só voltamos a ameaçar fazer o segundo gol lá por volta dos 30 minutos, quando Jhemerson e Luan entraram, mas nenhum dos dois fez grande partida, sendo que Jhemerson foi mais acionado, mas a máscara do Zorro tava grande e pesada. Em duas oportunidades, o camisa 17 poderia concluir direto, mas preferiu segurar e enfeitar um pouco mais e perdeu a bola. Belusso foi lançado duas vezes, mas chutou pra fora. 

Quem não faz, toma! Os deuses do futebol devem ter se revoltado com a soberba e desleixo dos jogadores do Vitória e deram um jeito de punir a falta de humildade de nosso elenco. De tanto desperdiçar boas condições por pura máscara, no último minuto da partida, em cobrança de escanteio o zagueiro Wallison Maia se atrapalha com Fernando Miguel e faz gol contra. Agora o Vitória precisa vencer o jogo do Barradão para não correr riscos de perder as vantagens para o Jahia. Não vai ser nada agradável perder esta vantagem, tão importante e decisiva nos últimos anos.

Vitória Sempre!