Conselho Deliberativo marca AGE para Dezembro

Na Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo realizada ontem (24), ficou decidido, por unanimidade, que no próximo dia 4 de dezembro será realizada uma Assembleia Geral Extraordinária para instauração do procedimento de avaliação de gestão temerária do presidente licenciado Ivã de Almeida, quando também se indicará a data da segunda AGE, que definirá ou não por sua destituição do cargo.

Apesar do parecer dado pela Comissão Processante afirmando que não havia indícios da prática de ato de gestão irregular ou temerária na análise das alegações dos conselheiros requerentes e das comprovações do Conselho Diretor, o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Catharino Gordilho Filho, decidiu pela instauração, em dezembro, da AGE que se refere ao artigo 25, inciso 4º do Estatuto Social, por suspeitar que o presidente licenciado desrespeitara o estatuto, assim como as orientações do Conselho Fiscal, no que se refere a questões orçamentárias.

“O Vitória, hoje, vive um momento de transição com a chegada de um novo Conselho [Diretor], que está tentando resguardar e blindar o futebol com o resultado já dentro de campo, na tentativa de a gente conseguir uma Sulamericana, de a gente conseguir galgar melhores posições. Acho que estas questões orçamentárias estarão mais consignadas no final do exercício, este “descompasso” vai ficar latente ou não lá no final do ano”, disse o presidente ao justificar a data para após o término do Campeonato Brasileiro.

Com a decisão colocada em votação, os conselheiros concordaram e optaram pelo dia 4 de dezembro, um dia após a última partida do Vitória no Brasileiro, para a AGE de instauração do procedimento.

Durante a reunião, o ex-presidente Raimundo Viana falou com propriedade a respeito de crise política. “Se nós estamos lutando para reverter uma situação dramática na competição, qualquer movimento de natureza política vai nos levar, inexoravelmente, para a segunda divisão. E quem está dizendo isso não foi quem ouviu dizer, foi quem viveu, foi quem vivenciou”, declarou. “O Agenor está aí, o clube tem direção. O clube tem condução. E Agenor, se você não tem competência, e eu acho que tem, você é um pé quente espetacular”, disse Viana descontraindo o clima.

O QUE OCORRER

Os conselheiros solicitaram que, na próxima reunião, o novo Executivo Geral, Marcos Chiarastelli, esteja presente para apresentar o novo corpo diretor e um relatório do trabalho que vem sendo executado por ele para requalificação da administração financeira do Esporte Clube Vitória.

Os conselheiros também sabatinaram o presidente em exercício Agenor Gordilho, que respondeu perguntas sobre as contratações de novos profissionais para o clube, a exemplo de Carlos Anunciação, o Carlão, para as divisões de base, além de outras questões relativas à administração do Vitória. Membro do Conselho Fiscal, Cláudio Lessa valorizou o trabalho efetivo das Comissões Participativas.

“Vamos enxergando as falhas do estatuto, que ele seja mais esclarecido. Precisamos amadurecer este novo Estatuto. Se tem uma coisa que esse Conselho Deliberativo não é, é omisso. Nós trabalhamos. Tenho orgulho disso e dos nossos conselheiros”, finalizou o presidente do Conselho Deliberativo.

Fonte: Site Oficial do Esporte Clube Vitória

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Grifos meus: Votei e endossei a sugestão do Presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Catharino, ontem à noite na reunião. Fazer uma AGE agora, no meio da temporada, onde o Vitória ainda está numa situação periclitante, necessitando de pelo menos 8 triunfos em 17 jogos para evitar o rebaixamento seria um caos em potencial, pois, infelizmente, toda esta situação política respinga no foco dos jogadores. Até pouco tempo atrás eu achava que isso era lenda, mas não é. Bastou Ivã se licenciar e a vinda de Mancini e outros diretores de fora, para o clube se aprumar e o resultado estamos vendo aí: dos últimos 15 pontos, o Vitória fez 10, sendo duas vitórias e um empate fora de casa sem tomar gols e contra adversários “osso duro de roer” como Cruzeiro, Flamengo e Corinthians. Quem esteve ávido para colocar a AGE agora, e que pode sim, destituir Ivã, faz parte de um grupelho de ex-dirigentes que já tiveram seu tempo e não deram nada de extraordinário ao clube e o pior: ainda não aceitaram a derrota nas eleições de dezembro do ano passado.

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Ao final da Reunião do Conselho fiquei abismado ao receber prints da “Liga dos Bens” onde dois ex-presidentes do clube – Adhemar Lemos e Jorge Sampaio – conversam em tom de incômodo pela melhora do time no brasileirão. Na conversa eles sentenciam, praticamente, que uma evolução do ECV na Série A prejudicam seus intentos em voltar ao clube através da exploração máxima e danosa de uma suposta Gestão Temerária da atual administração. Na visão deles, o Vitória tem que voltar a ficar perdendo sucessivamente para aproveitar o péssimo momento no campo para endossar o recorrente pedido de AGE para destituir a diretoria eleita legitimamente, colocar uma nova eleição e eles terem mais uma chance de retomar o Poder no Clube. Lamentável. Ficou claro nestes prints, que eles não querem o bem do Vitória e sim o Vitória para se dar de bem! Quem ama o Vitória deseja que o clube permaneça na Série A e faça ótimas participações nas competições, independente de quem esteja na diretoria. Ser oposição não significa “torcer contra!”. Só acho!

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E segue a falta de criatividade. A Série B é logo ali…

Cientistas já deram o veredicto: O uso descontrolado, prolongado e a todo custo de antibiótico faz a bactéria e outros agentes biológicos causadores de enfermidades a criarem resistência e se adaptarem aos remédios, ocasionando, portanto a falta de efeito. No futebol, Mancini está para o antibiótico como o Vitória está para àquele paciente que qualquer dorzinha de cabeça, início de gripe ou dor nas juntas mete antibiótico pra dentro. E com a quarta passagem em 10 anos, o antibiótico Mancini, ao meu ver, já perdeu o efeito para o EC Vitória.

Incrível, revoltante e raso como as sucessivas gestões do Rubro-Negro rodam nos mesmos nomes ad infinitum. Não se atentam que tudo tem o seu prazo de validade e Mancini é um dos treinadores que ratificam esta comparação. Ele sempre começa bem em todos os clubes que trabalha, mas já do meio pro fim da jornada misteriosamente ele perde os vestiários e o time entra em derrocada até ele ser demitido. Uma das causas deste efeito-borboleta de Mancini é que, infelizmente, ele só trabalha com o 4-3-3 travestido de 4-2-3-1 no “futibó muderno”. Quando o seu estilo de jogo e suas “surpresas” deixam de ser “surpresas” para os adversários, ele não consegue reinventar o estilo de jogo da equipe e pode ser do Palmeiras ao Náutico, ele sempre se atrapalha, perde sucessivos jogos e sai demitido. Loop Infinito.

Não traria jamais Mancini para este momento. Joguem no Google “Senhor Rebaixamento” e vejam as primeiras respostas dadas! Além dele não ter perfil de evitar rebaixamento, ele faz justamente o contrário, piora o que tá ruim e cai com o time! Sinceramente, estou resignado e já começo a acreditar que não temos mais solução! É daí pra baixo. Quero estar errado, mas remédio antigo usado direto perde efeito. Isso é científico. Só milagre.

Diretor de Futebol – Depois de demitir Petkovic para dar uma satisfação a parte da torcida engabelada pela mídia, o presidente em exercício do clube, Agenor Gordilho, anuncia a vinda de Cléber Giglio, cara que só tem experiência no modesto Figueirense, num período em que o Figueira não fez nada de extraordinário. Se ainda fosse aquele gestor que arrumou o time que foi finalista da Copa do Brasil contra o Fluminense em 2009, seria um pequeno alento, mas este Giglio não fez nada demais até agora e para piorar, foi Agente FIFA de jogador. [Pausa para respiração profunda e olhar moribundo!]

Quero muito que estes dois queimem a minha língua e façam o “impossível” de salvar este ano em que já estamos praticamente rebaixados, pois precisamos vencer 11 das próximas 22 partidas e o Vitória tem um histórico decepcionante quando está na ponta da faca, basta lembrar o que era preciso para evitar os rebaixamentos de 2004, 2005, 2010 e 2014. Compare com a atual situação e tente ser otimista! Eu prefiro acreditar que Nárnia, Hogwarts e a Terra-Média existem de verdade!

Gloria Quæ Sera TamenLeandro Salino, Paulinho, Alan Costa e Bruno Ramires não são mais jogadores do Vitória. Os dois primeiros vão para o futebol árabe, Alan Costa para o Goiás a pedido de Argel e Bruno Ramires para o Moreirense de Portugal. Quatro carniças a menos! Aleluia! Amém!

#Paz

A “fritura” de Petkovic é baseada em fofocaria da imprensa baiana!

Todos já devem saber que eu não defendo em 100% a atual diretoria que aí está. A fraca campanha da Série A e as sucessivas promessas de melhorias no elenco não cumpridas, além de outro motivo que não quero expor aqui, convenceram-me de que não posso colaborar com a permanência de Ivã de Almeida à frente do clube. Entretanto, eu sou pelo justo e sou muito vacinado às artimanhas de nossa imprensa esportiva, que mesmo com todos os defeitos que conhecemos, ela tem o poder de manipular e criar bodes expiatórios na hora que bem entender e boa parte da torcida compra essa ideia e repete por aí como verdadeiros papagaios de auditório.

Depois de Sinval Vieira e Ivã de Almeida, o alvo agora é o gerente de futebol Dejan Petkovic, que está no clube desde o dia 02 de maio, portanto, um pouco mais de 2 meses no cargo, num clube que vinha tendo resultados em campo não convincentes desde o começo do ano e onde a ruindade do elenco já tinha sido exposta. Não foi nada causado por uma suposta insatisfação do elenco com o gringo, que é o causador desta campanha vergonhosa, não! Trata-se de uma fritura baseada em fofoca da pior espécie, onde ninguém tem prova de nada, nem entrevista gravada com jogador algum para confirmar tal desarmonia. É só “me disseram”, “dizem que”…tudo colocado na vala da especulação e achismo total.

Dejan Petkovic quando foi jogador era conhecido sim por um temperamento explosivo e sempre foi avesso à entrevistas, são poucas as exclusivas dadas por ele, mesmo no auge. E quando cedia, não poupava seu lado sincero em criticar arbitragens, rebater perguntas idiotas ou acusações insanas da imprensa. Bem como já foi confirmado que ele teve problemas com algumas estrelas, sobretudo com Edílson, quando ambos jogavam pelo Flamengo por volta do ano 2000/2001. Mas enquanto dirigente de futebol, nada foi provado até agora sobre este tipo de atitude. Mas as pessoas teimam em querer imputar o que era o cara enquanto jogador agora na função de gestor.

Estive numa reunião do Conselho, onde Pet apresentou seu Planejamento Estratégico (coisa de médio a longo prazo), muitas pessoas tiraram dúvidas, se encantaram com o que ele apresentou. Ao final, ele escutou de muitos que não o queriam como treinador de futebol e sim como Manager. E uma das críticas mais duras foi a minha e ele respondeu completamente de boa. Se ele realmente mantivesse aquele ranço “bateu-levou”, eu não seria o único a levar “um chepo”, bem como outros que pontuaram na cara dele que não desejavam tê-lo como treinador do clube.

Agora vamos nos atrelar ao que a imprensa veicula – De acordo com as rádios e programas televisivos, Petkovic perdeu o grupo na suposta discussão com Willian Farias, no jogo contra o Coritiba na Fonte Nova. Isso surgiu por Emídio Pinto. Realmente as câmeras pegaram Petkovic e Willian Farias trocando palavras ambos com caras fechadas, mas é a primeira vez na história do futebol que um jogador não gosta de ser substituído e procura saber, de modo deselegante, o porquê para o treinador? Treinador gosta de ser questionado ou presenciar ato de rebeldia de seu subordinado? Ao final do jogo e nos dias seguintes Pet e WF amenizaram a situação.

Aí depois surgiu a história que Petkovic mandou cortar guloseimas como Pizza, Refrigerantes, bolos e salgadinhos dentro da concentração, além de barrar que os jogadores levem para dentro do clube seus “barbeiros” pessoais para dar o grau no visual dentro das instalações do clube. Bem, parece que estas informações procedem (e preciso apurar mais). Entretanto, um dos lemas prometidos pela Chapa foi a profissionalização do futebol e esta questão é um subitem da profissionalização, pois como é que num esporte de alto rendimento, onde está em jogo uma Série A, jogador profissional tenha uma alimentação tão fora do padrão que o esporte pede? Sabiam que nos triunfos, Argel Fucks liberava pizza, refrigerantes e todo tipo de comida gordurosa e não recomendada a atletas de alto rendimento? Será que era esse um dos grandes pilares dos caras forem contra a saída dele?

Enfim, quem aqui leva para seu ambiente de trabalho seu barbeiro predileto para cortar o cabelo dentro de seu local de trabalho? Quem aqui leva Uísque, Cerveja, Vinho ou qualquer outro tipo de bebida alcoólica para tomar no almoço ou em pleno expediente do ambiente de trabalho? Por que no Futebol, tido como profissional, levar comidas gordurosas têm que ser permitido? E desde quando Gestor de Futebol tem que ficar submisso e virar refém da vontade de atletas? E quem aqui pode cravar com absoluta certeza, sem intermédio da imprensa, que Petkovic não se relaciona bem com os atletas? Tirando este boato lançado pela imprensa, quem aqui garante que isso é verdadeiro?

PERGUNTAR NÃO OFENDE e lancei várias perguntas que aposto que ninguém sabe responder com segurança, sem apontar que souberam do fato a partir da imprensa.

A minha tese para esta fritura de Pet é que isso, além de ser uma marca de nossa imprensa em individualizar os fracassos do clube como um todo; de achar bodes expiatórios, deve ser porquê Pet não dá exclusiva em programa de ninguém da imprensa e está evitando vazamento de informações, como da contratação do lateral esquerdo Juninho, que ninguém da mídia soube antes. Só souberam depois que o cara desembarcou na Toca do Leão.

Outra coisa, o Vitória vem jogando mal (apesar de ter sido campeão baiano invicto) desde o começo do ano. Penamos em vários jogos do Estadual, inclusive aquele do Galícia no Pituaçu, que vencemos na cagada suprema, contra o ECPP em Vitória da Conquista, aquela partida pífia contra a Juazeirense em Juazeiro e todas Pet não estava aqui. O elenco mostrou que era fraco e não confiável bem antes de Pet assumir. Portanto, como é que um cara que só tem 2 meses no clube tem que levar toda a culpa? O projeto de Pet é de médio a longo prazo e não no curtíssimo. As pessoas precisam entender isso!

Vitória Sempre!

Injustiça Jamais!

Difícil até manter a empolgação com o blog

Com a goleada sofrida no domingo passado em 4×1 para o Atlético-PR numa virada sem muito esforço do Furacão, confesso que fiquei abalado e muito desmotivado. Como não gosto de ficar me repetindo, não tive ânimo algum para falar o pós-jogo. Ficou evidente, pela ENÉSIMA VEZ, que este elenco que aí está é FRACO de alma, de caráter e de técnica. Muito jogadorzinho que se acha demais e joga “de menos”, jogador que começa a perder toda a credibilidade e idolatria conquistada após uma série de entrevistas imbecis, onde se arvorou a falar de algo que não compete a jogador nenhum (mero funcionário do clube) a se meter, quebrando assim a hierarquia do clube e se queimando não só com a torcida, como no próprio ambiente de trabalho.

Pior que a goleada e os gols que o Vitória sofreu, foi ver a apatia dos jogadores em campo, sendo que o quarto gol, o volante Matheus Rosseto pegou a bola no seu campo de defesa e partiu para nossa meta com os demais jogadores leoninos olhando, num desleixo parecendo até proposital. Tanto é que o cara chutou ainda de muito longe, fazendo um golaço. Antes disso, todos sabem qual é o ponto forte de Nikão, jogador hiper limitado e que tem um psicológico fraco, basta lembrar o que Titi, do rival, fez com ele na decisão do Baianão-2012 e o cara murchou que nem uma flor esquecida no jarro.

O ponto forte de Nikão, para quem não lembra, é velocidade e chute de meia distância e nossa zaga não colou nele em momento algum, como deixou ele se ajeitar todo para fazer o segundo gol. No primeiro e terceiro gols, além da zaga estar mais aberta que pernas de meretriz em plena atividade laboral, nosso goleiro mostrou pela milionésima vez que é afobado e que não sabe sair do gol para cortar cruzamentos. CHEGA DE FALHANDO MIGUEL! Goleiro ridículo, nível Série B (sendo bonzinho com ele). Goleiro que já mostrou que não tem competência técnica nem psicológica para jogar uma Série A. O gol de empate do Atlético-PR foi de uma falha AMADORA, de goleiro de baba entre Solteiros x Casados depois de um churrascão regado à cerveja puro-malte.

Fernando Miguel se notabilizou por pegar vários pênaltis, mas comete erros crassos em fundamentos mais importantes.

Não tenho mais nenhum tipo de paciência com Fernando Miguel, que era o terceiro goleiro do clube em 2013/14, e que a diretoria passada, por casquinhagem suprema, permitiu Wilson e Gatito saírem para ficar com este infeliz, que veio estrear numa Série A de campeonato brasileiro ano passado, com 31 anos de idade. Fora que antes do Vitória, a carreira de Miguel foi toda em times nanicos do sul do país, inclusive num tal Arapongas. Agora observem aonde estão Wilson e Gatito e como estão em seus devidos clubes e tenha vontade de se matar com um drink de cianureto ao lembrar das entregadas de Fernando Miguel desde 2016 pra cá. Em 2015, Fernando Miguel teve uma boa fase, um momento passageiro e que ganhou ares de “grande goleiro” por ter pego uns 5 ou 6 pênaltis naquela série B, em jogos cruciais. Aí pra torcida e pra diretoria, “achamos um Buffon com preço de Nílson”.

Foram realizados 10 jogos nesta Série A, 30 pontos disputados e conseguimos apenas 8 pontos. Campanha medíocre que reflete bonitinho o elenco miserável que temos, além de uma diretoria que até agora não entendeu o tamanho do problema e que continua sendo lenta na reformulação deste arremedo de time. Com este elenco não dá. Doa a quem doer. Não sou fanboy de jogador algum não. Não dá mais para aturar jogadores como Fernando Miguel, Thallyson, Geferson, Alan Costa, Fred, Paulinho, Bruno Ramires e Cleiton Xavier. Estes fariam parte de minha lista de dispensa e não aquela mentirosa, colocando um monte de menino da base que nem teve chance de jogar nesta temporada que foi divulgada há 15 dias. Tem que dispensar estas peças citadas e trazer 8 grandes reforços nas suas devidas posições. Só assim vejo a salvação. Insistir com este elenco de miseráveis é querer ser rebaixado ao final da 19ª rodada.

E vem aí o BA-VI DA SOFRÊNCIA. Eu que sou do Rock and Roll já estou sendo forçado a baixar discos de Pablo, Nara Costa, Silvano Salles e Tayrone Cigano para servir de trilha sonora do macabro e triste clássico que vai rolar neste domingo, data dos festejos da Independência da Bahia. Mas eu e toda a torcida quer é ver o Vitória independente da mediocridade e de dirigentes que não sabem nada de futebol.

O VITÓRIA PRECISA REVER TODOS OS SEUS CONCEITOS ENQUANTO CLUBE

O Vitória tem potencial de ampliar suas conquistas além das fronteiras regionais.

O Vitória precisa mais do que nunca ser “refundado” e este procedimento passa, necessariamente, por uma completa mudança de conceito enquanto Clube de Futebol. Já são 118 anos de vida e a agremiação nunca saiu do patamar das conquistas regionais e estaduais. Além disso, o clube insiste em viver apenas o “carpe diem”, sem grandes ambições esportivas de onde pretende chegar daqui a três, 5 ou 15 anos. Todas as ações visam somente o curto-prazo e isso precisa ser mudado para o clube, de fato, dar um salto em sua trajetória. Para isso acontecer, algumas medidas devem ser tomadas pela diretoria desde já, como: A implantação de um Planejamento Estratégico; definição de uma política de contratações de jogadores mais jovens; valorização de perfil do jogador-operário em detrimento dos “medalhões” e uma real profissionalização do futebol e dos demais setores da instituição

O Planejamento Estratégico (PE) é o processo de elaboração da estratégia, na qual se define a relação entre a organização e o ambiente interno e externo, bem como os objetivos organizacionais, com a definição de estratégias alternativas (MAXIMIANO, 2006). O planejamento estratégico prevê o futuro da empresa, em relação ao longo prazo. De uma forma geral e didática, consiste em saber o que deve ser executado e de que maneira deve ser executado. O P.E. é crucial para o sucesso da organização, e a responsabilidade deste planejamento se restringe aos gestores de topo da organização, dado o nível de decisões que é necessário tomar.

Neste sentido, o torcedor rubro-negro, ao longo dos anos, não enxerga nas sucessivas gestões do ECV o que o Clube quer para o seu futuro. Não há apresentação na mídia ou nos veículos oficiais o tracejamento de onde a agremiação quer chegar nas próximas temporadas, tudo é feito apenas visando os problemas de cada dia. Isso explica, em parte, o porquê do clube nunca passar das conquistas regionais e estaduais e estar sempre colocado pela Imprensa Nacional como coadjuvante nas maiores competições do país e irrelevante nas internacionais. No final da Gestão Alexi Portela e no início da presidência de Carlos Falcão até houve uma leve apresentação de um PE pelo clube, mas não passou de “boca pra fora” da diretoria. Um PE bem feito, com metas e diretrizes bem construídas e com pessoas destinadas a pôr em prática e cobrá-las aos demais setores da equipe pelo tempo delimitado, faz-se crucial para o crescimento da mesma.

Atlético-PR campeão brasileiro em 2001.

Um exemplo de equipe que adotou o Planejamento Estratégico e subiu de nível foi o Atlético-PR, que até 1994, vivia mais na Série B do que na Primeira Divisão e era a segunda força do Paraná, pois o Coritiba tinha mais conquistas regionais e nacionais (campeão brasileiro de 1985). Em 1995, a diretoria executiva do Furacão traçou uma meta ousada – ser campeão brasileiro em 5 anos. Para isso foram contratados profissionais gabaritados da área de Gestão de Projetos e P.E. que fez o estudo de caso, juntamente com o Departamento de Futebol e Presidência do Clube. Seguiram à risca, foram campeões da Série B em 96 e em 2001 o Atlético-PR alcançou o título sonhado com apenas 1 ano de atraso!

A experiência foi tão vitoriosa que pouco tempo depois eles criaram novas metas e diretrizes, agora valorizando a infraestrutura e o resultado foi a moderna Arena da Baixada e, num segundo momento, inovou no País com o conceito de Naming Rights, quando acertaram com a empresa japonesa Kyocera, rebatizando o estádio para Kyocera Arena. O contrato de naming rights durou cerca de 3 anos com o Furacão. Paralelo ao Projeto de Infraestrutura do clube, o futebol ganhou outra meta ousada: Ser campeão da Libertadores e em 2005, o rubro-negro paranaense foi finalista perdendo o título para o São Paulo, sem contar que no ano anterior, o CAP foi vice-campeão brasileiro por uma diferença de apenas 3 pontos para o Santos. Como se nota, o PE já faz parte da rotina do Furacão e vem dando excelentes resultados.

Outra medida de importante vetor para o crescimento do clube é a necessidade de uma definição de uma política de contratações de jogadores mais jovens para a formação de elenco. Considera-se jovem o jogador da faixa etária dos 18 aos 28 anos de idade. Entretanto, no Vitória, desde os seus primórdios, as diretorias costumam trazer como novidade, jogadores consagrados, trintões, como solução. E mais recentemente estão vindo em grande número e com contratos de longa duração (2 a 3 anos). Este tipo de contratação, de jogador veterano, onera o clube e não traz retorno financeiro, pois como já estão caminhando para a aposentadoria, não podem ser negociados por grandes valores, além do fator técnico estar em declínio, também. O Vitória precisa enraizar a ideia de fazer contrato de 2 ou mais anos apenas com jogadores até entre 18 a 26 anos de idade, pois é o momento em que o atleta chega ao seu ápice técnico e físico, portanto, o clube pode fazer grandes negócios a exemplo das vendas de Marinho, David Luiz e Gabriel Paulista.

Marinho, 26 anos, rendeu ao Vitória R$ 8,5 milhões. O clube gastou R$ 2,5mi na sua compra ao Cruzeiro.

Aliado ao processo de contratação de atletas próximo ao seu ponto alto de carreira, o clube deve esquecer de vez a formatação da equipe através dos “medalhões”, jogadores veteranos, de grande currículo, que são anunciados com pompa, com altos salários e que não respondem mais à fase áurea. Bebeto, Edilson e Aristizábal foram exceções e não a regra (ex.: Dagoberto, Gilberto, Kléber Pereira). O ideal é que o Diretor de Futebol valorize o jogador-operário, que é aquele que geralmente surge em um time menor e que deseja uma transferência para um clube maior, que lhe possibilite melhor salário e exposição à mídia especializada, presente nos principais campeonatos. Cabe ainda a Diretoria de Futebol, que se utilize melhor os softwares de prospecção e avaliação de jogadores do Centro de Inteligência, tanto para jovens como veteranos, além de averiguar o nível de comprometimento/comportamento do atleta e o currículo físico/médico das temporadas anteriores para evitar desperdícios de recursos como os de Henrique (zagueiro), Dátolo e Pisculichi. 

Todos estes fatores acima citados são exemplos práticos de uma maior profissionalização do clube, ou seja, buscar sempre o melhor fazendo os melhores processos possíveis nos bastidores e dia-a-dia do clube (pesquisa, acompanhamento, planejamento, etc). Para realizar os processos com a melhor eficiência e efetividade será necessário a mudança da cultura organizacional do Clube, isto é, trazer especialistas para cada setor e não pessoas sem os devidos conhecimentos técnicos e experiência (expertise). É ter visão de empresário e não de confraria de boteco. Enfim, no dia que uma Diretoria resolva aplicar estas medidas no clube e acompanhar os processos, o Vitória estará caminhando para o crescimento e uma elevação de patamar, assim como aconteceu com o Atlético-PR.

VITÓRIA SEMPRE!

PQP! É O PIOR TIME DO BRASIL

O Vitória tornou-se, ontem à noite, o pior time do Brasil em se tratando de Série A do Campeonato Nacional ao perder de 2×0 para o São Paulo no Morumbi. Pois, até o Atlético-GO venceu ontem e bem a Ponte Preta por 3×0, deixando a lanterna da competição para nós.

Novamente o time deu uma enganosa melhorada na compactação, na disposição em campo, mas continua sem oferecer perigos aos goleiros adversários. Temos uma linha de frente tão perigosa como uma formiga de cozinha. Temos também um meio de campo inoperante e, que pese Gabriel Xavier ter mais fôlego e disposição que o seu xará 11 anos mais velho, ainda sim é um jogadorzinho que pouco ajudará o Vitória a vencer suas partidas. Bastou a gente sofrer um gol, numa entregada do falastrão Willian Farias, que o rubro-negro voltou-se à desorganização total e a um evidente e bizarro atestado de time ruim que não tem poder psicológico e técnico para reagir.

Enfim, estamos num mato sem cachorro e sem repelente, sendo atacado por mosquitos e feras maiores. Desalento e tristeza marcam esta pífia caminhada lenta e sinistra do Vitória rumo à segunda divisão com apenas 1 ponto, sendo chacota em todos os cantos possíveis e inimagináveis. O elenco formado por Sinval Vieira e corroborado pelo Presidente do Clube é ruim, muito ruim e incapaz de dar a volta por cima. Ou se trocam pelo menos 8 peças do atual time titular e manda embora os devidamente reprovados ou a gente amargará o pior rebaixamento da história do futebol nacional. Acredito piamente que com este grupo de jogadores o Vitória não chega a 10 pontos, aliás só estamos com um pontinho porque o juiz não deu penalidade máxima para o Avaí na primeira rodada.

SOMOS O PIOR TIME DA SÉRIE A DO BRASILEIRO!

Temos um dos maiores orçamentos e folha salarial entre os times médios do país. Alguma coisa tá destoando disso aí.

NÃO PODEMOS INSISTIR NO MESMO ERRO. Não se faz torta de chocolate deliciosa com ingredientes estragados. E para pedreiro ruim nenhuma colher presta.

PS: O BLOG ESTÁ, TEMPORARIAMENTE (OU NÃO), NO MODO PRIVADO. Ou seja, só poderão ler e interagir quem eu convidar ou quem eu autorizar o pedido feito pelo wordpress.com. Gostaria de deixar claro, neste novo modelo que se inscrevam com seus nomes e sobrenomes reais. Vamos evitar estes nicknames que parecem nomes de máquinas. Cada um aqui tem seu nome e sobrenome, não vejo necessidade de se esconder com nicks ou com emails falsos. Quem me ofender aqui, me acusar de algo sem ter prova, de me chamar de chapa-branca ou qualquer outra coisa VISANDO apenas atingir minha pessoa terá o registro deletado da lista de convidados. Gosto de ser bem claro! Abraços a todos!

NÃO CAIAM NO JOGO SUJO DE NOSSA IMPRENSA JABAZEIRA

Queridos leitores, como vocês sabem eu fui um dos apoiadores da Chapa Vitória do Torcedor, que se tornou a vencedora nas eleições e agora é a DIRETORIA ELEITA HONESTAMENTE pelos quase 7 mil sócios adimplentes em 15/12/2016. Mesmo sendo apoiador e por ter me inscrito desde o começo da formação da chapa consegui ficar entre os nomes que compõem o Conselho Deliberativo. Mas isso não me fez esquecer de criticar a diretoria executiva do clube, sobretudo a de futebol.

O Conselho do Amém acabou e sinto que todos os atuais conselheiros têm a sua independência para emitir suas opiniões, tanto nas assembleias como no dia-a-dia, passando pelas redes sociais, desde que não divulgue informações sigilosas ou ofendam as pessoas que compõem o Conselho Diretor ou outros conselheiros. Vocês estão vendo que já externei que não estou feliz e nem concordo com o que vem sendo feito na Diretoria de Futebol desde o começo da temporada. Portanto, este negócio de insinuar que sou “chapa-branca”, ou “puxa-saco” não cola, quem pensa isso de mim está sendo injusto e sacana com minha pessoa.

Entretanto, mesmo não gostando do andar da carruagem do Departamento de Futebol, o qual precisa rever com urgência o elenco do Leão para o restante do Brasileirão, para evitar um rebaixamento vergonhoso; eu sinto que boa parte de nossa imprensa está implantando o caos e amplificando qualquer coisinha para pulverizar a Gestão Ivã de Almeida. E neste aspecto eu entro em defesa da Diretoria como um todo, pois eu sei o trabalho que deu, desde 2009, para formarmos um grupo de oposição e que pedia pela abertura do clube ao seu torcedor via eleições diretas para Presidente do Clube.

Para chegarmos aonde chegamos surgiram vários grupos políticos do Rubro-Negro que culminaram na Chapa Vitória do Torcedor no ano passado, como o Movimento Somos Mais Vitória, Associação Vitória Forte, Vitória Século XXI, Vitória Melhor, dentre outros. Foram sete anos de reuniões, trabalhos, formação de uma plataforma política e reivindicações. Óbvio que neste percurso alguns grupos se afastaram de nós, outros colaram mais, natural do processo! Então, se depender de mim, combaterei de forma honesta e com a arma que puder para evitar esta pulverização que estão criando.

Estamos vendo nas últimas semanas que todo dia sai alguma “notícia” nas rádios e programas televisivos colocando toda carga de negatividade e a pecha de “Clube Sem Comando, e que todo mundo manda no Vitória, sem respeito e definição de hierarquia”. A imprensa vem baixando o nível a cada dia e já utilizam de mentiras deslavadas para tentar, ao máximo, inviabilizar a atual administração do Leão. Sobre isso, comenta-se nos bastidores que isso decorreu de um certo ex-dirigente, ex apoiador da chapa, que virou-se contra por não ter os seus caprichos atendidos após as eleições e que por conta disso, estaria patrocinando os principais meios de comunicação para que, diariamente, se leve a público tudo o que puder ser exaltado como negativo e ruim para desgastar os atuais mandatários do ECV.

Já falaram mal de toda a diretoria e inventaram mentiras escandalosas sobre Augusto Vasconcelos e Érica Saraiva. Esta última, por sinal, está sendo um dos alvos principais e até discursos plenamente machistas e misóginos ela vem sofrendo, o que é deplorável em pleno século XXI. A última da vez é que quem contratou Alexandre Gallo não foi o Executivo de Futebol, Dejan Petkovic, nem o presidente Ivã de Almeida e sim o CONSELHO DELIBERATIVO. Mentira Descarada! Participo de três grupos referentes ao Conselho e em nenhum dos três foi feito enquete ou algo parecido pedindo a aprovação ou reprovação do nome de Gallo para treinador. Pelo contrário, fomos todos pegos de surpresa com este nome que não treinava um time de Série A há mais de 5 anos. Digo que a maioria dos conselheiros se manifestou com rejeição a este nome.

Além disso, a função do Conselho Deliberativo é de fiscalizar e acompanhar os atos do Conselho Diretor referente a finanças do clube, os contratos com Empresas Diversas, regimento interno, etc. É uma espécie de poder legislativo, o que se fosse prefeitura seríamos os “vereadores” e todos sabem que vereadores não podem interferir diretamente na atuação do Prefeito (Poder Executivo). Temos nossos limites de atuação e um deles é o futebol. Não podemos mandar ou desmandar o Conselho Diretor a trazer ou deixar de trazer tal jogador ou treinador. Não temos este poder decisório, podemos APENAS concordar ou não, enquanto torcedor, pois antes de ser Conselheiro somos todos VITÓRIA.

E mesmo que fosse verdade a informação de que Ivã trouxe Gallo depois de consultar o Conselho Deliberativo, não vejo isso como CRIME ou algo ruim. Se fosse verdade, só mostraria que realmente temos uma democracia tão forte que até coisas exclusivas do Conselho Diretor passam pelo crivo (ou não) do Conselho Deliberativo. Vale lembrar, que há estudos na área empresarial, em que os líderes que ouvem mais as opiniões dos funcionários e diretorias subalternas, tendem a ter um melhor ambiente de trabalho em relação àqueles que são centralizadores/autocráticos. Não sou eu quem fala não, são os estudiosos da Administração. Na semana passada até curtida de Willian Farias em postagem de instagram virou “notícia” pela nossa imprensa jabazeira (que há pouco tempo o presidente do Bahia soltou uma lista com o nome dos beneficiários).

Portanto, meus caros amigos, tenham muito cuidado com o que é veiculado nas resenhas esportivas de rádio e de TV aqui do Estado. Não acreditem de primeira, nem piamente. Infelizmente, ao invés de jogar ao lado dos clubes, fortalecer e divulgar coisas boas sobre os clubes, a imprensa daqui gosta mesmo é de fofoca, contendas, desunião e sensacionalismo exacerbado, além de rasgar o Código de Ética da Profissão, quando lançam mentiras como verdades e não fazem o devido processo de apuração e de ouvir os dois ou mais lados dos acontecimentos. Temos vários exemplos de “jornalistas” e “apresentadores” aqui no Estado que já foram acusados de extorsão à empresários e de receber o velho jabá dos clubes e músicos baianos.

A VERDADE DEVE PREVALECER SEMPRE!