Chega do 4-3-3 no Vitória! É hora de se reinventar e sair da mesmice!

O uso indiscriminado da formação 4-3-3 é um problema de todo o futebol brasileiro e não apenas do Esporte Clube Vitória. Desde o estouro desta ideia de jogo com o Barcelona de Guardiola no período 2006-2010, os clubes pelo mundo a fora – e principalmente os brasileiros – resolveram extinguir o 442 e demais esquemas para só jogar no 433 tentando imitar ao máximo a postura do Barcelona. Já são quase 10 anos em que todos os principais clubes brasileiros atuam nessa formação e são poucos os que se estabelecem, e dentre os que se estabelecem com essa formação, estão os clubes mais endinheirados e que podem contratar melhores jogadores, além de toda infraestrutura do clube, que por consequência, fortalece esse esquema de jogo na formação, isto é, nas divisões de base.

Tudo que começa tem o seu fim Acredito que estamos no limite do uso desta tática e isso reflete bastante a diminuição de times brasileiros vencedores de Libertadores e Mundial de Clube e da própria Seleção não ganhar uma Copa há 17 anos! E esse desgaste chegou com muito mais força no EC Vitória. Já são 6 anos atuando nesse esquema de jogo, independente do treinador que chegue. Aliás, é outro sintoma da doença que assola o futebol nacional. Nossos treinadores enraizaram esse esquema de jogo e parecem não ter mais força para sair desse vício. 

O Vitória não tem o mesmo poderio financeiro das equipes do eixo para contratar os jogadores mais adaptados e talhados para o 433, fora que os jogadores que atuam no país são arredios a treinamentos mais longos na questão tática e de fundamentos, ao contrário dos que atuam na Europa, pois ou eles aceitam isso ou perdem espaços pelo Velho Mundo e regressam ao Brasil. Os times nacionais mais acostumados com o 433 e mais endinheirados investem em jogadores que já enraizaram o esquema e a parte tática atuando pelos clubes europeus. Lá, na Europa, os jogadores são obrigados a serem profissionais. Aqui há boleiros e tem uma diferença enorme entre ser boleiro e ser jogador profissional, em sua essência.

A última temporada que o 433 se deu bem no Vitória foi em 2013, mas se não tínhamos jogadores com carreiras longas na Europa, em contrapartida tínhamos atletas de maior qualidade técnica e treinadores que conseguiram tirar o melhor da equipe naquela proposta de jogo (Caio Jr e Ney Franco). De 2016 pra cá, o Vitória tem formado times muito ruins e com jogadores, principalmente os extremos, muito fracos para o esquema. Nossos extremos não voltam para marcar e nossos volantes não cobrem as laterais, por isso é comum vermos o Vitória todo arreganhado quando os adversários retomam a bola. Os dois últimos gols do São Bento no sábado passado confirmam isso! 

O principal fator de nos últimos 3 anos o Vitória ser a pior defesa nos campeonatos nacionais não é culpa exclusiva da dupla de zaga, tudo começa com a marcação lá em cima, dos extremos e dos volantes. Não vemos isso no Leão da Barra. No nosso caso é bem pontual, como o Felipe Garcia que costuma marcar a saída de bola do adversário e com isso já conseguiu retomar a bola e criar dois gols. Isso deveria ser feito por mais jogadores e não por um e outro, esporadicamente. Sem a recomposição dos extremos como meias centrais para defender-se e sem os volantes reta-guardando as laterais, o rubro-negro vira presa fácil para os times minimamente organizados e treinados. E até os times ruins crescem por conta desse grande buraco defensivo que começa lá na frente com nossos jogadores ofensivos.

Tem tanto time aí com dupla de zaga pior, mas que não toma tantos gols, justamente por ter maior compactação e participação de jogadores de frente na recomposição defensiva. A dupla de zaga do Oeste-SP é Kanu e Maracás. Só tomaram dois gols nesses 4 primeiros jogos. Nós tomamos DEZ. Kanu e Maracás passam longe de ser zagueiros de topo, tipo Kanneman e Geromel, Victor Cuesta e Moledo, Rodrigo Caio e Léo Duarte.

OSMAR LOSS é o novo treinador do Vitória para a sequência da Série B

Acredito que o Vitória deva abolir, temporariamente, o esquema 433 e voltar a jogar no 352 ou no 361, ou seja, povoando mais o meio de campo, já que não temos pontas de extrema qualidade, velocidade, poder de finalização e muito menos de recomposição defensiva. Ou até mesmo reativar a tática que deu fama e títulos ao Futebol Brasileiro, o clássico 442, que parece ter virado crime hediondo nas mentes da imprensa e de treinadores brasileiros. Foi no 442 que a Seleção se tornou hegemônica e venerada nas copas, foi no 442 as melhores campanhas do Vitória no cenário nacional. A exceção foi a campanha de 1999 quando atuávamos no 433 com Artur, Tuta e Cláudio no ataque; Otacílio, Baiano e Fernando na meiúca.

Que o novo treinador, anunciado hoje, Osmar Loss, venha com isso em mente e varie a tática. Perceba que não temos jogadores capacitados para atuar no 433, pois eles não possuem características de marcação. Pelo fato de ter menos pessoas no meio de campo é obrigatório que os pontas voltem pra ajudar o setor, marcando pelo centro enquanto os volantes abrem para cobrir as laterais. Isso é óbvio. E o Vitória faz tudo ao contrário e digo sem medo de errar que somos o time que joga mais errado e mais feio dentre os 20 da Série A e os 20 da Série B.

Vitória Sempre!

CONSELHO DELIBERATIVO: Valeu a pena ter participado! Que aprendizado!

Tudo na vida é um ciclo e hoje se encerrou mais um deles que foi muito importante na minha vida: o de ser membro do Conselho Deliberativo do Esporte Clube Vitória. Nunca imaginei que um dia eu teria esta oportunidade, porquê antigamente fazer parte de um dos órgãos administrativos do clube era por convite e quase sempre restrito a um punhadinho de sobrenomes das consideradas Famílias Tradicionais Baianas, obviamente pertencentes à burguesia do Estado e com laços de amizade e/ou negócios com o Presidente do Clube.

Mas em dezembro de 2016, graças a forte mobilização de grupos de jovens torcedores e sócios SMV, que já tinham 8 anos de luta para implantar eleições diretas no Vitória, esse sonho se tornou realidade com o triunfo da Chapa Vitória do Torcedor, a única naquele pleito que “comprou” a nossa luta (do Movimento Somos Mais Vitória e do Vitória Século XXI, em sua origem, em 2008). Eu e mais outros 200 e tantos torcedores de arquibancadas se tornaram conselheiros pela primeira vez na vida. E muitos que lá chegaram são de origem humilde, das classes mais populares da sociedade, da qual eu sou um típico exemplo: Nascido e criado em Mussurunga e que teve o privilégio de ter pais com uma condição financeira um pouco melhor que os demais do bairro, o que me permitiu estudar em colégios particulares de alta qualidade como o Marízia Maior e o ISBA, além da minha formação do curso superior em Jornalismo na FSBA. Sou um dos chamados “pobres ousados” com aquela pitadinha de sorte, é claro.

Foram 2 anos e meio no Conselho Deliberativo, onde pude vivenciar de perto o clube que tanto amo, que pude fazer um “algo a mais” além de ir para arquibancada torcer, uma experiência que jamais esquecerei. Infelizmente, a Diretoria eleita da VDT não deu certo e cometeu muitos erros graves, tanto é que ainda em 2017 mesmo, houve afastamento e renúncia de Ivã de Almeida e eleição-tampão em dezembro de 2017, onde assumiu Ricardo David, que tinha sido segundo colocado em 2016. Por conta das tragédias feitas pelas gestões de Ivã e de Ricardo, a VDT foi injustamente atacada e profanada, sendo tratada como se fossemos estupradores ou assassinos em série. Além das pressões que resultaram na antecipação geral das eleições, o que encurtou o meu mandato de conselheiro, que seria até dezembro deste ano.

Somente sendo conselheiro que conheci meu maior ídolo de todos: Dejan Petkovic!

Tentei sempre fazer o que achei melhor somente para a instituição do clube, vezes acertei, vezes errei, faz parte do processo, mas sempre a favor do Vitória, pois dirigentes vem e vão, e o clube sempre prevalecerá.

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (Timóteo 4:7-8).

Tive sugestões de emendas ao estatuto aprovadas, outras reprovadas. Compareci em 99% das reuniões e justifiquei as que não pude comparecer. Fiz novas amizades, entendi de fato o papel do Conselho Deliberativo (antes eu tinha uma visão muito rasteira e equivocada). Não ofendi ninguém, expus com veemência meus pontos de vista, me posicionei contra os erros da diretoria. Enfim, fiz o que eu podia dentro dos limites de minha alçada como Conselheiro.

Que quem entre hoje após as eleições tenha esse mesmo pensamento e postura, de escolher o melhor para o CLUBE e que não torçam por dirigentes. Quem sabe um dia eu volte ao conselho, num futuro?! Aos amigos da FVP que atingiram o coeficiente e assumirão as 27 cadeiras do Conselho, vai meu grande abraço, e que todos tenham GARRA, DISPOSIÇÃO, CORAGEM E BRAVURA para lutar pela MANUTENÇÃO DA DEMOCRACIA, PROFISSIONALISMO, POPULARIZAÇÃO DO EC VITÓRIA, DEFESA E MODERNIZAÇÃO DO BARRADÃO e pela TRANSPARÊNCIA ADMINISTRATIVA da Diretoria Executiva. Desculpa o textão, mas foi necessário!

Grato por essa experiência incrível!

VITÓRIA SEMPRE!

Carta do Conselho Deliberativo à torcida do Vitória

Torcedor do Vitória,
O momento do nosso Clube é péssimo e, mais do que nunca, exige que nós, conselheiros eleitos para o triênio 2017-2019, sejamos claros e diretos no nosso manifesto.
Esta explanação pública era necessária desde o início de 2017, quando os líderes da chapa Vitória do Torcedor, da qual fizemos parte, começaram a mostrar que, enquanto dirigentes, o belo discurso não seria ratificado pela prática.
Faltou transparência e, no mínimo, honrar as suas “bandeiras”. E este comportamento foi estendido pela atual gestão que, além de tão incompetente quanto, se mostrou ainda mais mentirosa, ao descumprir toda a plataforma com a qual foi eleita.
A renúncia da dupla Ricardo David e Chico Salles é o clamor de toda a torcida do Vitória, inclusive nosso. Entendemos que, apesar da dificuldade que uma nova Diretoria tampão teria de administrar o Clube e da impossibilidade de fazer mágica que transforme os nossos resultados esportivos em tão pouco tempo, o Vitória precisa respirar e se afastar de figuras que nada podem contribuir e, além disso, têm se especializado em destruir o Vitória.
No entanto, a renúncia tem demorado bastante para acontecer e isso teria uma explicação, além da já conhecida vaidade. Eles têm a caneta na mão e podem dizer para onde vai cada centavo gasto pelo Vitória. O Conselho Deliberativo pode tão somente propor fiscalizar os atos e propor controles. Por isso, o orçamento aprovado para 2019 foi de R$45 milhões, bem abaixo dos R$73 milhões que Ricardo David queria na primeira reunião para tal.
No ano passado, o orçamento aprovado foi de R$102 milhões. Mas, sabemos do estouro que será divulgado em abril, quando deverão prestar contas. Na última parcial divulgada ao Conselho Deliberativo, referente ao acumulado até setembro, a receita realizada era aproximadamente 10% abaixo do previsto e a despesa aproximadamente 10% acima, desconsiderando uma reversão de R$9,5 milhões em provisões feita no início de 2018, provisões estas que foram contabilizadas por esta mesma gestão no fechamento das contas de 2017, distorcendo a real situação do clube.
Sabendo que no último trimestre não houve qualquer mudança de rumo, o resultado final em 2019 será desastroso, com as consequências que já vemos desde o ano passado, como endividamento, antecipação de receita, atraso no pagamento de obrigações e até mesmo uma apressada e mal planejada venda de um jovem jogador tão promissor que, ao contrário do que foi dito no site oficial, deverá ter a totalidade dos seus direitos econômicos adquiridos pelo Hoffenheim até o final do ano por um valor já fixado.
A despeito da real situação de descumprimento orçamentário e irresponsabilidade com as finanças do clube, o presidente do Conselho Diretor apontou em diversas entrevistas o resultado final do primeiro semestre como trunfo da gestão e exemplo a ser seguido. Além de utilizarem artifícios contábeis para maquiar o resultado do exercício, as informações tardam a chegar para o Conselho Deliberativo que, mesmo após promessas de que teria prestações de contas mais ágeis, precisa de muito tempo, paciência e insistência para que estas reuniões aconteçam. 
O próprio Conselho Fiscal tem tido dificuldades para conseguir as informações requisitadas. O balancete de novembro foi entregue no final de janeiro e o de dezembro continua pendente, assim como outras informações importantes do clube, como o valor atual do endividamento, que já foi questionado pelos Conselhos Deliberativo e Fiscal, sem resposta objetiva para ambos.
Fato é que, jogado no lixo o valor que dispunham, a Diretoria do Vitória recorreu a um pedido de empréstimo bancário mediante garantia pessoal do pagamento. Ou seja, se eles saírem e o Clube não pagar o empréstimo, sofrerão prejuízo do patrimônio próprio. Esta pode ser parte da explicação para a insistência de gestores reprovados e indesejados por toda a torcida se manterem nessa posição desgastante, com tantos resultados negativos e perspectiva nula de evolução. Esta é a situação que estão nos fazendo passar.
Nos assusta que pessoas que se apresentaram torcedoras do Vitória continuem trabalhando para esta gestão, enquanto têm a obrigação moral de reconhecer publicamente os malfeitos, as mentiras, o desrespeito, enfim, o descalabro a que Ricardo David nos levou. O mínimo que esperávamos de alguém que preza e quer o bem do Vitória é se afastar e não fazer parte de algo tão danoso. Há coisas na vida que dinheiro nenhum pode comprar.
Nós, Conselheiros do Esporte Clube Vitória, não corroboramos as lamentáveis ações desta gestão. 
NÓS EXIGIMOS AS RENÚNCIAS DE RICARDO DAVID E DE CHICO SALLES!
O poder do Conselho Deliberativo é centralizado na figura do Presidente. Aguardamos ansiosamente que ele assuma de fato o cargo, tome as rédeas da situação, faça contato e atenda aos requerimentos dos Conselheiros.
Estamos todos consternados por ter chegado a este ponto. É compreensível que o torcedor culpe os membros do Conselho Deliberativo por tudo o que vem acontecendo, mas era imprescindível mostrar que, na maioria das vezes, fomos relegados pelos que colocam a política e a vaidade acima dos interesses do Vitória.

Vitória 1×2 Atlético-BA | Quantos metros de profundidade tem este poço?

Quantos metros de profundidade tem esse poço de vergonha que o VITÓRIA adentrou desde 2014? É o mesmo do Pré-Sal? Quando a gente pensa que já viu de tudo, o Vitória mostra que o fundo do poço ainda está longe de chegar. Todos que que têm minha faixa etária, isto é, nascidos na primeira metade dos anos 80, se acostumaram a ver o VITÓRIA destruir nos campeonatos estaduais e regionais. Dificilmente perdíamos dois jogos seguidos ou ficávamos três jogos sem vencer disputando as competições regionais e o Vitória 2019 já chegou a 5 partidas sem ganhar jogando Campeonato Baiano e Copa do Nordeste, encarando equipes do porte de Moto Club/MA, CSA/AL, Juazeirense, Jequié, Jacobina, etc. Os maiores clubes que o rubro-negro enfrentou até aqui foram o rival e o Ceará, que a nível nacional é do nosso “naipe”.

Se fizermos um recorte no ano, nos últimos 8 jogos apenas uma vitória foi conquistada. Vamos ampliar mais um pouco o horizonte? Vamos pegar os últimos 26 jogos do Vitória (incluindo a reta final do Brasileirão 2018) e chegamos a 4 vitórias. Tão somente 4 vitórias em quase 30 partidas disputadas!!! O que esses merdas estão fazendo com nosso clube? Lembro que a gente aprendeu a ter orgulho e tirar onda até com torcedor de time do eixo, principalmente os baianos “sulistas”, lembro que sempre batia de frente no colégio com este tipo de torcedor lá atrás. Lá no primeiro projeto de blog, início dos anos 2000, eu recordo que discutia com torcedor do Inter, Cruzeiro, Palmeiras, Flamengo de cabeça erguida, com uma certa altivez, confesso!

Agora não consigo nem tirar onda com torcedor de Moto Clube, Sampaio Correia, Ceará, Santa Cruz, Náutico e até mesmo do Jahia, que eu sempre escaldava de todas as formas. O Vitória se aproxima a cada ano – desde 2014 (repito) – dos menores times de futebol do Nordeste e está se tornando até freguês de times que aparecem na Série A como eclipses totais da lua, outros que só conheceram a Série A do Brasileirão na época da Ditadura Militar, em que se criou um ditado popular que dizia “aonde a Arena* ia mal, mais um time no Nacional”, chegando ao ponto de ter 94 times na edição de 1979. Clubes que eu nunca vi jogar uma Série A desde que me conheço por gente.

Por pior que seja a crise do clube, seja ela técnica (time), administrativa ou ambas, o Vitória não pode nunca perder de virada, no Barradão, para o inexpressivo e xexelento Atlético de Alagoinhas, que passou uns 2 ou 3 anos na Segunda Divisão do Campeonato Baiano. O Vitória não pode, jamais, FICAR CINCO JOGOS SEM VENCER EM COMPETIÇÕES LOCAIS, em que os adversários são minúsculos e frequentadores dos porões do futebol brasileiro. O Vitória não tem o direito de ser presa fácil para equipes do MARANHÃO, nem de ALAGOAS, PARAÍBA, PIAUÍ, SERGIPE, RIO GRANDE DO NORTE E ATÉ MESMO DO CEARÁ (que está apresentando crescimento como um todo de forma muito, mas muito recente). O único estado do Nordeste que consigo vislumbrar do porte do nosso é o de Pernambuco e ainda sim, limito ao Sport Club do Recife, pois Santa Cruz e Náutico são irrelevantes, andam mais nas divisões de acesso do que na elite e quando estes jogam na elite se equiparam a golfinhos, sobem, pulam, fazem uma gracinha e mergulham de novo na profundeza do oceano.

FORA RICARDO DAVID. Você é um câncer em metástase e precisa ser extirpado do clube. Tenha semancol, ninguém te aguenta mais, RENUNCIE! Você enganou os sócio-torcedores com seu papinho progressista, com frases bem articuladas. Você usou a tática da oratória, do vendedor sagaz, dos primeiros políticos corruptos e mentirosos da Grécia e Roma Antigas pra ludibriar a torcida, apenas para massagear seu ego ampliando seu status quo de empresário para Presidente de Clube de Massa.

MARCELO CHAMUSCA

FORA MARCELO CHAMUSCA! Você é um treinador fraco, ridículo, arrogante, prepotente, que acha ser mais do que realmente é. Você é um Mancini piorado 3x, que não suporta ser questionado pela imprensa e torcida. Você é um bosta como profissional de futebol, só treinou times pequenos, sendo o Vitória o maior de sua carreira até aqui. Volte pros times do interior de São Paulo ou para times de SE, AL, MA, PI, PB, RN e cia. SAIA DO VITÓRIA, seu retranqueiro desgraçado. O cara jogou pelo empate com o Moto Club (tomou 2×0), e ontem tirou dois atacantes para colocar um lateral e um volante, para tentar segurar resultado de 1×0 com o nanico Atlético de Alagoinhas? Ah vá pra merda com esse pensamento pequeno, de treinador pequeno, que só treina time pequeno! Por mais que o VITÓRIA esteja colecionando DIRETORIAS RIDÍCULAS de 2014 pra cá, o VITÓRIA é muito pra você, Marcelo Chamusca. Vá treinar o Galícia, o Jequié, o Jacobina, seu embuste miserento!!!

CHEGA DE VERGONHAS E DE COLECIONAR FRACASSOS! A TORCIDA NÃO AGUENTA MAIS. RENUNCIA RICARDO DAVID, TENHA VERGONHA NA CARA E SE PIQUE TAMBÉM MARCELO CHAMUSCA. O VITÓRIA É MUITO GRANDE PRA VOCÊS DOIS. VOLTE PRA SUA EMPRESA DE ENERGIA SOLAR, RD. E VÁ TREINAR O BANGU, MARCELO CHAMUSCA!

*Arena é a sigla de Aliança Renovadora Nacional e foi um partido político, surgido em 1965, que dava sustentação ao Regime Militar.

A IMORALIDADE DA ARENA FONTE NOVA

Inspirado pelo amigo rubro-negro Diego de Assis (@d_assiis no twitter) resolvi reforçar a thread que ele fez ontem sobre a imoralidade que está acontecendo com a Arena Fonte Nova e o Bahia nos últimos meses, em que praticamente o que parecia ser uma loucura ambiciosa do ex-presidente do tricolor, Marcelo Sant’Anna, começa a ganhar corpo com a gestão de Guilherme Bellintani que há pouco tempo era o secretário número um do Prefeito ACM Neto.

E o que era loucura ambiciosa e que está virando realidade, você deve estar se perguntando, não é? A resposta é o Bahia praticamente fazer da Arena Fonte Nova um estádio particular, sem precisar de arrendar como fez o Botafogo no Engenhão e, além disso, de ter loja oficial e agora um museu exclusivo do Bahia, sem gastar um tostão, nem mesmo um saco de cimento. Sem esquecer que o tricolor ganha fixo R$ 6 milhões anual e um valor variável com a renda de bilheteria, bares e lanchonetes, Espaço Lounge Premium (setor mais caro do estádio) e um bônus de R$ 12,3 milhões caso a média de público anual seja de 15 mil pessoas e quanto maior for esta média, maior o bônus, que não tem teto máximo, diga-se de passagem. Essas regalias e farras que o Bahia tem feito, é com dinheiro público, já que a Arena Fonte Nova é um estádio do Governo Estadual que está em regime de PPP com o grupo OAS e Odebrecht, além da verba de R$ 100 milhões pagas pelo Grupo Petrópolis para ter os direitos de Naming Rights da Arena (com o nome da cerveja Itaipava), em que esta grana é dividida entre o consórcio Fonte Nova Participações e o Governo do Estado.

Essas negociações atestam que o Bahia está sendo beneficiado financeiramente e patrimonialmente sem gastar um centavo. Isso é uma imoralidade sem tamanho e ofende a história da Bahia, da própria Fonte Nova e também de outros clubes baianos, inclusive ao Vitória. Ofende a Bahia porque o rival não é o único clube do estado e jamais gestores públicos estaduais e/ou municipais devem agir usando o lado torcedor para beneficiar o clube de coração. Vale ressaltar da intromissão do governo JW na política do Bahia e que culminou com a expulsão de Marcelo Guimarães Filho e a recente tentativa da prefeitura em financiar uma festa de 30 anos que o Bahia não vence um Nacional, que foi anulada depois da manifestação da União de Torcedores do Vitória (UTV), que na acusação apresentada fundamentava sobre a possibilidade do prefeito ser enquadrado em improbidade administrativa e desvio de finalidade com tal ato, ainda que o valor seja considerado irrisório por muitos.

Vale lembrar também que depois daquela tragédia no final de 2007, quando parte da Antiga Fonte desabou matando 7 torcedores, o rival ficou sem poder jogar em Salvador, já que a diretoria rubro-negra da época, pressionada pela torcida, resolveu recuar da ideia de alugar o Barradão para a sardinha. E o Governo do Estado, através do governador Jacques Wagner não mediu esforços para reformar o Pituaçu, sem licitação, alegando situação de emergência. Foram gastos milhões na revitalização do Pituaçu, que virou Elefante Branco e passa maior parte do ano de portas fechadas e sinais de abandono já começam a aparecer no gramado e nas arquibancadas.

E atualmente, o rival tem um contrato com uma das arenas feitas para a Copa do Mundo de 2014, nos moldes em que nenhum outro clube do Brasil possui, além de receber dinheiro público com a verba de todos os cidadãos baianos. Se isso por si só não for considerado imoral, o que dizer dos argumentos mais toscos e torpes que as autoridades utilizam para legitimar tamanha imoralidade? Chegam ao ponto de dizer que tudo que foi feito para o Bahia na Arena, não caracteriza o estádio como se fosse particular porquê podem ser desmontados, o argumento é frágil porque se você me der uma retroescavadeira, até a própria Arena Fonte Nova pode ser “desmontada”. A caracterização está na identidade visual do bem público.

Ou seja, hoje o Bahia é uma entidade privada que mama nas tetas do dinheiro público, com apoio político importante do Governo do Estado e com a sombra de ACM Neto por trás. Pra defender essa imoralidade, apenas sendo torcedor mesmo e daqueles bem fanáticos, e mesmo assim, é necessário usar de muita demagogia para defender essa doação ilícita disfarçada de “acordo comercial”.

Isso também ofende a história da Fonte Nova como palco do futebol baiano, não apenas do Bahia. Foi na Fonte Nova também que ocorreram alguns dos maiores momentos da história do nosso futebol, envolvendo também outros times da Bahia. O Vitória tem também uma história naquele pedaço de chão, como a campanha brilhante de 1974 e o vice-campeonato de 1993. Se hoje não é interessante para o Vitória, como entidade desportiva, mandar seus jogos exclusivamente na Fonte Nova, nada retira do Vitória o interesse no equipamento, que é público e não do Bahia. Não há argumento que venha dizer que o Vitória está errado em pensar assim, do mesmo modo que o Leão da Barra tem todo o direito de não querer mandar seus jogos integralmente na Arena, assim como o Estado não tem o direito de privatizar, “de graça”, o equipamento público em prol do Bahia. É muito simples. O que tem ocorrido aqui, não existe em nenhum outro lugar do Brasil!

Porém, segundo relata Diego Assis, há uma ação movida por um juiz baiano para contestar essa imoralidade com o dinheiro público e que segue em curso. A esperança é que o desfecho seja favorável às normas que regem o direito público, tais quais a impessoalidade e eficiência. O silêncio e a passividade do Esporte Clube Vitória vem da natureza do fracassado Ricardo David e sua latente incapacidade em gerir um clube desse tamanho. Mas o Vitória precisa se levantar, sua torcida necessita se mobilizar e encampar essa batalha. Não podemos deixar que o Bahia ganhe um estádio de graça, sem pagar um saco de cimento, sem usar dos artifícios legais como uma arrendamento (uma espécie de propriedade temporária). Há dinheiro de rubro-negro ali também. E se eu não estiver equivocado, para o Governo fazer uma doação de algum imóvel, tem que passar pelo crivo da Assembleia Legislativa da Bahia, não é como uma pessoa física ou jurídica comum não, que pode ceder bens móveis e imóveis ao seu bel prazer. Há um rito! Há todo um trâmite burocrático-administrativo quando se trata de Poder Público.

Pra concluir. O rival tem todo o direito de ter um museu e de exaltar a sua história. Sua torcida tem todo o direito de ter um ambiente em que se conecte com o passado. O que o Bahia não tem direito é de usar um bem público pra isso. O museu do Bahia tem que ser construído pelo Bahia, num espaço do Bahia e mantido pelo Bahia. Qualquer coisa diferente disso é farra com o dinheiro público e mistura entre o público e o privado.

Fontes:

https://globoesporte.globo.com/ba/futebol/times/bahia/noticia/bahia-firma-novo-contrato-com-a-fonte-nova-que-tera-gram-trocado-ainda-em-2018.ghtml

https://oglobo.globo.com/esportes/bahia-seguira-com-arena-fonte-nova-apos-reuniao-garantir-novo-contrato-15766622

http://globoesporte.globo.com/ba/noticia/2013/04/por-r100-milhoes-fonte-nova-fecha-com-cervejaria-e-ganha-novo-nome.html

https://www.bahianoticias.com.br/noticia/232490-neto-anula-patrocinio-de-r-40-mil-para-comemoracao-de-30-anos-do-titulo-de-88.html

http://www.iaf.org.br/ppp-da-arena-fonte-nova-lucrou-1319-milhoes-ate-2016/

EU AVISEI! ESSE ELENCO É SEM CHANCE!!!

Era questão de tempo o primeiro grande fracasso do ano de 2019. Este arremedo de time montado pelo enganador do Ricardo David era sem chance! Muitos acharam que eu estava sendo precipitado, tomem aí a resposta. O VITÓRIA TOMOU 2X0 DO MOTO CLUB e antes de abrir o placar, na metade do segundo tempo, o tão propagandeado como ótimo treinador pela imprensa baiana, sobretudo pela equipe Donos Da Bola, de Juliana Guimarães, iria colocar um volante pra JOGAR PELO 0X0 com um time maranhense que acho que é de Série D!!!! Cadê meus ansiolíticos? Cadê meus sais?

Eu questionei aqui a ridícula tomada de decisão de jogar com time B contra o líder do Estadual na casa deles, pra “poupar os titulares” no jogo do Moto Club e aí, qual foi o resultado? EMPATAMOS COM A SARDINHA DE FEIRA E PERDEMOS TOMANDO BAILE DE UMA EQUIPE DO MARANHÃO! O poço parece não ter fim com essas sucessivas diretorias de bosta que vem assumindo o clube desde o ano da graça de 2014.

É lógico que o maior culpado, o número 01 é o Conselho Diretor do clube, que é composto pelo Presidente e Vice-Presidente, além do Diretor de Futebol, que apesar de não ser cargo estatutário (no sentido de ser eleito) faz parte das tomadas de decisão do clube e de seu carro-chefe, o futebol. Mas o fato de Ricardo David, Chico Salles e Alarcon Pacheco serem os alvos principais, não me impede a crítica e questionamentos ao treinador Marcelo Chamusca, que vem se comportando como um treinador de time pequeno, com manias de time pequeno, em jogar pelo resultado mais simples, sem ousadia, sem galhardia, além de ter os mesmos vícios de panela de Ricardo Silva e Vágner Mancini. Demorou muito pra Chamusca tirar Wesley Dias dos titulares e ontem ele iria colocar o cara por volta de 20min do segundo tempo, com o time do Leão empatando em 0x0, como castigo logo depois que ele botou o cara pra aquecer, o Vitória tomou o gol. 

Rodrigo Andrade e Léo Gomes é a dupla “menos ruim” deste elenco, mas ele insistiu várias vezes com as duas buchas vindas do Paraná e na meiuca seu amor é com Andrigo, jogadorzinho mixuruca, que me enganou bastante quando ele apareceu bem no Atlético-GO e em parte do campeonato cearense do ano passado, quando ele defendeu o Ceará e despertou o interesse do Sport que o levou antes mesmo de terminar o campeonato cearense.

Que atuação medíocre do Vitória ontem. Aliás, mais uma né? RICARDO DAVID se você tem algum sentimento de respeito ao ECV e à torcida, se afaste do cargo ou renuncie. Se espelhe em seu mentor, Carlos Falcão ou até mesmo com Ivã de Almeida, que ao ver que seria trucidado pelos ritos estatutários renunciou após de seis meses de seu pedido de afastamento do cargo. Deixe de ser cabeça dura, você não tem capacidade pra recuperar o clube, que você mesmo jogou no buraco. Entre seus discursos de campanha e a prática há uma enorme ponte, que ligaria o Brasil à China.

Presidente Ricardo David está no País das Maravilhas

A última reunião dos conselhos Diretor, Fiscal e Deliberativo do Vitória no ano de 2018, realizada na última quinta-feira (27/12) mostrou que o presidente rubro-negro, Ricardo David não percebeu que VITÓRIA caiu pra Série B e que por conta dos últimos 4 ANOS DE PURA DECEPÇÃO, o rubro-negro já não tem mais tanto lastro assim pra ostentar. Digo isso, porquê o mandatário leonino queria a aprovação de seu orçamento para a temporada 2019 no valor de R$ 73 milhões, sendo que 38 milhões do quesito receitas são de estimativas completamente fora da realidade (auferir R$ 30 milhões com venda de atletas e 6 a 8 milhões com supostos novos patrocinadores que substituirão o patrocínio máster da Caixa Econômica Federal).

Ricardo David precisa sair do País das Maravilhas em que ele se meteu. O Vitória nunca em sua história conseguiu, numa única temporada, trinta milhões de reais em venda de atletas e não será numa Segunda Divisão, onde o valor de mercado é muito abaixo da elite nacional que o clube conseguirá tal êxito. Além disso, fomos rebaixados como VICE-LANTERNA, o que significa ser o segundo pior time do campeonato, dito isto que jogador é esse que temos pra ostentar tamanha loucura? Por mais que Lucas Ribeiro e Luan demonstrem ter um potencial grandioso, ainda não passam de promessas e o Mercado não é otário pra gastar fortunas com um zagueiro que só jogou 15 partidas no ano e um meia que jogou 1/3 disso!

Por mais que os contratos deles tenham sido renovados, aumentando o valor da multa rescisória para o mercado externo e interno, ninguém vai querer quebrar as multas com a mínima minutagem de jogo de ambos atletas. Fora que os outros jogadores citados por Ricardo David, ainda se encontram numa valorização inferior em relação a Lucas e Luan. Léo Ceará já tá pra fazer 24 anos, ou seja, já não é mais essa promessa toda. Léo Gomes teve uma queda vertiginosa de rendimento ainda durante o Brasileirão e Neílton dificilmente será titular, muito menos destaque do Inter, a ponto de chamar a atenção dos centros mais empoderados da Europa. Portanto, isso não passa de um devaneio. E a prova de que foi devaneio é que venderam Trellez e David abaixo do valor da multa rescisória, diferente de Sinval/Ivã, tão odiado pela chapa de RD, que tesou e vendeu Marinho no valor da rescisória. Em tempo – Sinval e Ivã acertaram nessa transação de Marinho, mas gastaram além da conta, fora as obscuras comissões pagas a empresários nas contratações caras e que deram resultado zero ao Vitória, em 2017. Só usei este exemplo de que aqueles que babavam ódio a Sinval e Ivã, terminaram fazendo pior. E se diziam os mais preparados para assumir o clube.

Marinho, 26 anos, rendeu ao Vitória R$ 8,5 milhões. O clube gastou R$ 2,5 na sua compra ao Cruzeiro.

Outro devaneio do presidente é voltar com a mesma conversa de patrocínios “quase certos”. Quem não lembra da campanha de 2017, após a renúncia de Ivã de Almeida, em que RD afirmou que já tinha patrocínios de omoplata garantidos em caso de sua eleição? Até agora tô aqui buscando esse patrocínio na camisa do Vitória de 2018. Na reunião de quinta, Ricardo confirmou que a Caixa está pra sair de todos os clubes de futebol, mas que ele já está em negociações avançadas com duas marcas e começando com uma outra, que juntos podem render ao clube cerca de R$ 6 a 8 milhões. Ou seja, no mínimo empata com os valores da Caixa, podendo inclusive a superá-la.

Sinceramente é uma maluquice extrema deixar praticamente a metade do orçamento previsto em RECEITAS INCERTAS. Dos 35 milhões restantes (73 – 38) há ainda um exagerado aumento de SMV, presença de público, contrato com Arena Fonte Nova (valor não divulgado). Enfim, as demais receitas também são incertas e estão colocadas num patamar muito otimista. Neste cenário que vivemos, de clube em frangalhos (no campo esportivo, com a torcida P da vida), temos que fazer um orçamento pra lá de conservador e não visualizando um sucesso absoluto em todas as áreas.

Ademais, o fato de enviar a Proposta Orçamentária com 24h de antecedência ao Conselho Fiscal e com o Conselho Deliberativo conhecendo, de fato, os números na reunião, mostra descaso da diretoria com as coisas do clube. Em todo clube organizado, os Conselhos Fiscal e Deliberativo recebem este documento com 10 a 15 dias de antecedência, no mínimo. Entregar em atraso ou em cima da hora é não respeitar os ritos e tratar os demais órgãos independentes do clube como confrarias, como se fossem apenas reuniões para bate-papo informais. Só que Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo são órgãos vitais a qualquer clube, a qualquer empresa ou associação (seja ela desportiva ou não). E foi neste sentido que peguei o microfone e externei minha insatisfação.

Vale ressaltar que este tipo de coisa não é restrito apenas a diretoria atual. É sabido que nos últimos 10 anos (no mínimo) é recorrente o Conselho Diretor fazer muitas coisas sem consultar os demais conselhos ou entregar proposta orçamentária anual de qualquer jeito, sem o Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo ter condições de apreciar a contento. É o velho jeitinho e a velha mania de fazer do Clube como aquela quitanda hereditária de família do interior, que investe o mínimo, pra lucrar o mínimo, apenas pra manter a “tradição” do pequeno negócio da família, de geração em geração, sem grande ambições de fazer o negócio crescer e prosperar.

Enfim, o Conselho Deliberativo resolveu rejeitar de antemão as contas, mesmo sem ter o parecer do Conselho Fiscal. Concordo que as contas devem ser sim rejeitadas, mas eu como legalista prefiro seguir o rito, seja pra rejeitar ou aprovar, depois do parecer formal do Conselho Fiscal, que não o fez desta vez porquê não teve tempo hábil para tal. Mas o ato do Conselho Deliberativo foi um aviso à RD de que ou ele sai do País das Maravilhas ou trata as coisas do Vitória com muito mais cuidado e seriedade.

Feliz Ano-Novo a todos meus bravos leitores!