Boletim do Cartola FC

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Com a semana livre, pois a próxima rodada só acontecerá no final de semana, há tempo para gente voltar a falar de nossas ligas no Cartola FC. Já faz um tempinho que não faço um boletim com o rendimento da galera. Bem, neste ano de 2017 meu time está bombando no topo da classificação (estou em 4º ao final da 11ª Rodada). Jogo Cartola desde o primeiro ano de lançamento (2008) e sempre fui um cartoleiro “amador”, pois só fazia escalar o time de acordo com meus conhecimentos das qualidades dos jogadores, sem se preocupar com as regras do fantasy game. Por conta disso, sempre rondei nas ligas privadas ou no meio ou no fim de tabela e não entendia o porquê disso, já que eu escalava, em tese, os melhores jogadores a cada rodada.

A partir do ano passado, passei a me inteirar mais sobre como funciona o Cartola através de leituras de blogs temáticos e nesta temporada passei a acompanhar também os youtubers que dão dicas e explicam qual é o “segredo” do game. Já me sinto muito mais entendido do game, a tal ponto de não mais ficar escalando jogador pelo seu “nome” no cenário atual e sim pelo seu histórico de pontuação no Cartola.

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É interessante notar que tem muito jogador bom na vida real que não pontua bem no game (Ex: Lucas Lima, do Santos, e Fábio Santos, do Atlético-MG), enquanto alguns jogadores super-limitados conseguem pontuações excelentes e de forma constante (Diego Renan, no ano passado). Esse que é o tempero deste viciante jogo virtual, em que zoamos nossos amigos e parentes com nossas ligas privativas. Bem, o mercado está aberto para a 12ª rodada. Meu VITÓRIA TEAM MANAGER já está armado e não revelarei meu escrete antes do encerramento às 14h do sábado. Tudo isso para evitar os plagiadores de plantão.

Vale ressaltar, que este game é tão viciante que muita gente tem mais de um time no Cartola. O meu time reserva é o Mussurunga Diamonds, que está na segunda posição da Liga Alternativa do Blog. Esta Liga está com apenas 9 participantes e estou divulgando mais uma vez aqui o link para novos interessados. A proposta da Liga Alternativa é escalar 11 jogadores e treinador diferente do Time considerado principal (para quem tem mais de um time). Entretanto, como a Liga A conta com 41 times e a Alternativa com 9, eu abro espaços para quem não tem time na Liga A entre na Alternativa e possa fazer seu time ao seu bel prazer, sem cair na “regra” dos que possuem times nas duas ligas deste blog.

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Caro cartoleiro Leonardo Teixeira (Rompedor Magnético) se prepare porque irei em busca de passar seu time viu? A distância entre nós está um pouco grande, mas minha meta é encurtar rapidamente. Para isso gastei todas as minhas cartoletas para esta rodada 12 (ou vai ou racha). Com a sandália da humildade nos pés, após alcançar a 3ª posição vou fazer a meta de passar o segundo, para depois chegar na liderança. Entretanto, eu sei que está muito difícil tirar esta diferença rapidamente. Mas ainda há 27 rodadas pela frente e tudo pode mudar! Montem seus times! Participem da Liga B clicando na imagem abaixo.

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Imagens da classificação da galera na Rodada 11 trazidas por Dogão, cartoleiro do Leões do Barbalho!

 

#BAVI493 | Vitória dominou o rival, mas não balançou as redes

 

O Vitória teve ontem, seguramente, a melhor partida na Série A em termos de imposição de jogo. Se contra o Atlético-MG e Sport tivemos uma atuação destacada em apenas parte do duelo, o clássico de ontem não é papo de “torcedor-doente” afirmar que mandamos em 90% ou mais da partida. O Leão doutrinou as sardinhas do pontapé inicial ao último apito do árbitro Raphael Claus, mas esbarrou numa tarde inspiradíssima do goleiro Jean e na má pontaria de nossos atacantes, principalmente André Lima que perdeu duas chances incríveis no segundo tempo. Por conta disso, não deu para sair do 0x0.

Alexandre Gallo conseguiu surpreender novamente a torcida e imprensa escalando o time com Cleiton Xavier como segundo volante no lugar de Correia; com Yago e Carlos Eduardo como meias e dois centroavantes (Kieza e André Lima). Esta mudança quebrou os planos de Jorginho (transmitidos ao seu auxiliar Luiz Quintanilha). Cleiton Xavier fez um jogo bem regular numa posição que ele conhece muito, evidenciando que mais recuado ele “irrita e erra” menos. Tema da polêmica da semana, Carlos Eduardo calou os cornetas dos programas televisivos baianos como GE-Ba e Donos da Bola-BA. Com ótima movimentação, disposição e talento, o novo camisa 8 protagonizou na meiúca, com bons passes, visão de jogo e lançamentos. Um deles foi para Kieza que ficou de cara para Jean, mas K9 chutou em cima do goleirinho rival.

Por falar em Kieza Quando ele, finalmente, fazia uma partida boa contra o Bahia (alguns torcedores mais exigentes e místicos acreditam que K9 evita ser protagonista em Ba-Vi’s desde que saiu de lá para o Leão), ele sofreu uma entrada pesada do lateral Eduardo, em que o árbitro fez vista grossa. Na disputa de bola, K9 caiu com todo peso do corpo sobre o ombro direito. Com a possibilidade de sair da partida com menos de 20min, os “místicos” torcedores já começavam a falar que o cara estava de “migué” para não ter que fazer gols no rival e, num instante, eu cheguei a me contaminar com isso, até sair a notícia pelas ondas de rádios que o problema foi sério, tanto que até o sistema de som do Barradão pediu a presença de um médico especialista com urgência! E este triste episódio é pra alertar às pessoas para que pense e reflita antes de julgar os jogadores como “migueleiros”, pois eles podem sim se machucar de verdade, e que apesar de existir o famoso migué no futebol, isso não se aplica a 100% em todos os atletas.

 

Com a lesão de Kieza, que pode ficar de 3 a 4 meses fora, Gallo fez sua primeira cagada. Ao invés de colocar Neílton, a contratação mais “badalada” do clube nesta nova gestão, ele preferiu David, jogador de grande potencial, mas que vem num declínio gritante em suas exibições. Mesmo trocando a empolgação de K9 pelo “marasmo” de David, o Leão seguia doutrinando o rival em campo. Acredito que tivemos mais de 60% de posse de bola no primeiro tempo. Entretanto, nos lances mais agudos, Jean evitou os gols como nas cabeçadas de André Lima e Kanu e nos chutes tentados por David.

Já no segundo tempo, a tônica continuou a mesma do primeiro, mas com o rival um pouco mais precavido da blitze dos 45 minutos iniciais, à medida que nosso ímpeto ia diminuindo ao passar dos minutos, devido aos desgastes de nossos meias e atacantes, sobretudo de Carlos Eduardo, que foi substituído aos 12min, por Gabriel Xavier. E infelizmente, GX não repetiu as boas últimas atuações e nem deu a continuidade que o estreante do dia fazia.

O dia não era pra ter gol mesmo, pois André Lima teve duas chances claras e pelo menos numa delas, o fator “sorte” ajudou os tricolores. Na metade da etapa final, numa jogada insinuante e com Jean praticamente “morto”, a bola sobrou pro camisa 99 que chutou, forte e reto no canto, mas Tiago interveio e conseguiu mudar a trajetória da bola para escanteio. Já no final da partida faltou capricho e sangue frio à André Lima. Yago recuperou a bola, invadiu a área e serviu o camisa 99, que chutou fraco e rasteiro e a defesa novamente salvou, em cima da linha, praticamente. Enfim, se a escalação pegou a todos de surpresa e fez a gente ter todos os scouts ao nosso favor, pecamos na finalização e ajudamos Jean a ter a melhor pontuação desta rodada no Cartola FC. Faltou o principal: a bola na rede. Por isso, de alento fica a esperança do time voltar a vencer em breve se manter esta pegada, de se impor ao adversário e ter o controle do jogo.

Vitória Sempre!

#BAVI493 | O clássico da Sofrência

Alô Porteiro, tô ligando pra te avisar, que no Bavi desse Brasileiro, a sofrência vai rolar! Hoje eu acordei e meio veio a falta de você, saudade de você, saudade de você. Lembrei que me acordava de manhã só pra dizer: no BaVi eu vou sofrer, neste BaVi eu vou sofrer!

É rapaziada rubro-negra! É rir para não chorar. O BaVi da sofrência chegou. O clássico de número 493 acontecerá com as duas maiores forças de nosso futebol na triste zona da amargura, choro e ranger de dentes: a zona do rebaixamento. Comprovando que no futebol baiano não há dirigentes ousados, atualizados e com vontade de sair da mesmice de só festejar porcaria de título estadual e as tragédias do seu arquirrival, a dupla Ba-Vi vem proporcionando campanhas pífias aos seus torcedores.

O Vitória esteve na zona de rebaixamento em 7 das 10 rodadas até aqui, ou seja, 70%. Já o Bahia chegou a enganar às sardinhas megalomaníacas quando esteve na liderança na primeira rodada e se manteve entre os 6 nas rodadas iniciais, mas vem em queda livre com 5 partidas sem vencer, sendo que 4 delas foram derrotados. A imprensa baiana, como sempre, exagerou na “boa fase” do Bahia e teve até impresso que fez comparação desta campanha deles com a do famigerado ano de 1988 (o ano que nunca acaba). Até montagem de camisa com “terceira estrela” rolou. Bastou o Falecido enfrentar alguns dos principais times do eixo sul/sudeste para a utopia ser dilacerada pelo choque de realidade e os sardinelsons virarem baiacus raivosos.

Pelo lado rubro-negro, o técnico Alexandre Gallo faz mistério e não divulgou a escalação. Entretanto, com um elenco tão miserável de limitado qualquer escalação que ele faça não surpreenderá ninguém. Já foi testado Patric de meia, de ponta, time com 3 atacantes, com 2 meias e o resultado é sempre o mesmo: Quando o ataque não faz, alguém da zaga, da lateral ou o goleiro entregam por adversário. Somos o time que mais sofreu gols por erros individuais e não coletivos. Dos 15 gols sofridos, uns 9 foram em erros imbecis de jogadores nossos.

Seja qual for o time que Gallo escale, a torcida do Vitória quer sair feliz do BAVI FEST 2017 Parte I, pois joga em sua casa, só com sua galera rubro-negra! Além disso, um triunfo faz o ECV respirar um pouco e jogar de vez o tricolor na crise. Pois, para a imprensa baiana, só quem tá em crise é o Vitória. Tá tudo lindo no recinto dos peixinhos multicores. O jahia parou de ganhar por causa da arbitragem, pois só ela pode parar o Barcelona do Nordeste. Afinal, o time joga bem sempre! Não é?

Já o “baêa bicampeão brasileiro” também segue no mistério infantil. Todos sabem que o jahia não é o barcelona, apesar do inconsciente coletivo das sardinhas e da mídia apontarem que são, portanto o time não deve ter nada de muito diferente das últimas escalações. A bola da vez é do tal Régis, jogador comum, que passou sem brilho na Chape e no Sport, e que agora virou “craque inconteste” das sardas. O jogador vive sim um bom momento na carreira, mas ele jogando ou não, não faz do baêa um time imbatível. Longe disso.

O ponto forte deles é sua organização entre os setores, principalmente a defesa. É fato que Guto deixou um legado razoável aos multicores, pois eles jogam mais compactados, ou seja, dificulta mais para furar o bloqueio defensivo deles, entretanto, na parte ofensiva eles são ruins, lentos e de pouco repertório. Dependem fundamentalmente de inspirações de Allione, Zé Rafael e Régis, que quando não estão numa tarde boa, não oferecem riscos aos adversários.

Dos cinco clássicos deste ano, até agora, estamos em vantagem. Vencemos 2 (uma no Baiano e outra no Nordestão) e empatamos outras duas. O Vitória tem totais condições de ampliar este número amanhã, o que deixaria eles na freguesia da temporada 2017 mesmo que venha vencer o jogo do returno. É notório que nosso time este ano está pior que em 2016, mas acredito num triunfo rubro-negro amanhã. E espero que o amor ao clube supere a raiva cotidiana da campanha pífia desta temporada e o Barradão esteja cheio amanhã. Só o amor ao clube pode fazer isso, apesar de que “esse tal de amor dói”.

Vitória Sempre!

Difícil até manter a empolgação com o blog

Com a goleada sofrida no domingo passado em 4×1 para o Atlético-PR numa virada sem muito esforço do Furacão, confesso que fiquei abalado e muito desmotivado. Como não gosto de ficar me repetindo, não tive ânimo algum para falar o pós-jogo. Ficou evidente, pela ENÉSIMA VEZ, que este elenco que aí está é FRACO de alma, de caráter e de técnica. Muito jogadorzinho que se acha demais e joga “de menos”, jogador que começa a perder toda a credibilidade e idolatria conquistada após uma série de entrevistas imbecis, onde se arvorou a falar de algo que não compete a jogador nenhum (mero funcionário do clube) a se meter, quebrando assim a hierarquia do clube e se queimando não só com a torcida, como no próprio ambiente de trabalho.

Pior que a goleada e os gols que o Vitória sofreu, foi ver a apatia dos jogadores em campo, sendo que o quarto gol, o volante Matheus Rosseto pegou a bola no seu campo de defesa e partiu para nossa meta com os demais jogadores leoninos olhando, num desleixo parecendo até proposital. Tanto é que o cara chutou ainda de muito longe, fazendo um golaço. Antes disso, todos sabem qual é o ponto forte de Nikão, jogador hiper limitado e que tem um psicológico fraco, basta lembrar o que Titi, do rival, fez com ele na decisão do Baianão-2012 e o cara murchou que nem uma flor esquecida no jarro.

O ponto forte de Nikão, para quem não lembra, é velocidade e chute de meia distância e nossa zaga não colou nele em momento algum, como deixou ele se ajeitar todo para fazer o segundo gol. No primeiro e terceiro gols, além da zaga estar mais aberta que pernas de meretriz em plena atividade laboral, nosso goleiro mostrou pela milionésima vez que é afobado e que não sabe sair do gol para cortar cruzamentos. CHEGA DE FALHANDO MIGUEL! Goleiro ridículo, nível Série B (sendo bonzinho com ele). Goleiro que já mostrou que não tem competência técnica nem psicológica para jogar uma Série A. O gol de empate do Atlético-PR foi de uma falha AMADORA, de goleiro de baba entre Solteiros x Casados depois de um churrascão regado à cerveja puro-malte.

Fernando Miguel se notabilizou por pegar vários pênaltis, mas comete erros crassos em fundamentos mais importantes.

Não tenho mais nenhum tipo de paciência com Fernando Miguel, que era o terceiro goleiro do clube em 2013/14, e que a diretoria passada, por casquinhagem suprema, permitiu Wilson e Gatito saírem para ficar com este infeliz, que veio estrear numa Série A de campeonato brasileiro ano passado, com 31 anos de idade. Fora que antes do Vitória, a carreira de Miguel foi toda em times nanicos do sul do país, inclusive num tal Arapongas. Agora observem aonde estão Wilson e Gatito e como estão em seus devidos clubes e tenha vontade de se matar com um drink de cianureto ao lembrar das entregadas de Fernando Miguel desde 2016 pra cá. Em 2015, Fernando Miguel teve uma boa fase, um momento passageiro e que ganhou ares de “grande goleiro” por ter pego uns 5 ou 6 pênaltis naquela série B, em jogos cruciais. Aí pra torcida e pra diretoria, “achamos um Buffon com preço de Nílson”.

Foram realizados 10 jogos nesta Série A, 30 pontos disputados e conseguimos apenas 8 pontos. Campanha medíocre que reflete bonitinho o elenco miserável que temos, além de uma diretoria que até agora não entendeu o tamanho do problema e que continua sendo lenta na reformulação deste arremedo de time. Com este elenco não dá. Doa a quem doer. Não sou fanboy de jogador algum não. Não dá mais para aturar jogadores como Fernando Miguel, Thallyson, Geferson, Alan Costa, Fred, Paulinho, Bruno Ramires e Cleiton Xavier. Estes fariam parte de minha lista de dispensa e não aquela mentirosa, colocando um monte de menino da base que nem teve chance de jogar nesta temporada que foi divulgada há 15 dias. Tem que dispensar estas peças citadas e trazer 8 grandes reforços nas suas devidas posições. Só assim vejo a salvação. Insistir com este elenco de miseráveis é querer ser rebaixado ao final da 19ª rodada.

E vem aí o BA-VI DA SOFRÊNCIA. Eu que sou do Rock and Roll já estou sendo forçado a baixar discos de Pablo, Nara Costa, Silvano Salles e Tayrone Cigano para servir de trilha sonora do macabro e triste clássico que vai rolar neste domingo, data dos festejos da Independência da Bahia. Mas eu e toda a torcida quer é ver o Vitória independente da mediocridade e de dirigentes que não sabem nada de futebol.

PRELEÇÃO | Atlético-PR x Vitória

Climão de São João lá para as bandas do Barradão, é só bomba na cabeça dos torcedores do Leão! E é nesse clima de apreensão, tensão e desconfiança que vamos para mais uma partida fora de casa nesta série A! Depois de mais um tropeço dentro de casa, o Vitória chegou a três derrotas como mandante e precisa desesperadamente pontuar neste domingo às 16h na Arena da Baixada contra mais um concorrente direto rumo a permanência nesta série A. O duelo é contra o embalado Atlético Paranaense que vem de três vitórias consecutivas e sem levar gols.

Para esta partida, o técnico Alexandre Gallo deverá manter o mesmo time que fez uma péssima apresentação diante do Santos. Yago deve ser mantido no banco, enquanto observa Gabriel Xavier desfilar toda a sua inoperância em campo e teremos ainda que contemplar todas as entregadas de jogadores como Fred, Salino e cia. Ainda existe um fio de esperança que pelo menos Neilton retorne ao time titular, visto a melhora demonstrada pelo time após sua entrada na quarta-feira. O Vitória deve ir a campo com Fernando Miguel, Patric, Kanu, Fred, Geferson, Farias, Uillian Correia, Gabriel Xavier, David, Neilton e Kieza.

O técnico Eduardo Batista começou a arrumar o time do Atlético Paranaense, depois de várias derrotas e a lanterna da competição. Agora o Furacão vem de três vitórias consecutivas e sem sofrer gols, sendo duas delas fora da sua Arena. O time deve ser o mesmo que vem atuando nos últimos jogos com Weverton, Gustavo Cascardo, Wanderson, Thiago Heleno, Sidcley, Otávio, Matheus Rosseto, Lucho González, Nikão, Douglas Coutinho e Grafite.

Não sabemos o que esperar deste jogo. Não sabemos se a postura do Vitória será a mesma do jogo contra o Sport ou da derrota contra o Santos. Só nos resta orar e se apegar a Deus, pois se depender da atual diretoria iremos contratar apenas para o Departamento Médico do clube. Já foi feita a reposição da saída de Datolo e Pisculichi com a chegada de Carlos Eduardo. Os médicos e fisioterapeutas do clube agradecem ao professor.

Segue relacionados:

Goleiros – Caique e Fernando Miguel;

Laterais – Leandro Salino, Geferson, Patric e Thallyson;

Zagueiros – Ramon, Fred, Kanu e Renê Santos;

Volantes – Willian Farias e Uillian Correia;

Meias – Cleiton Xavier, Gabriel Xavier e Yago;

Atacantes – David, Paulinho, André Lima, Kieza e Neilton;

SRN e bom jogo a todos!

Em noite de pouca inspiração, Vitória vacila e perde para o Santos, no Barradão

Criticado na sua chegada e nos primeiros dias, bastante elogiado e começando a ganhar respaldo da torcida, Alexandre Gallo tentou fazer uma mescla do time que empatou com o Botafogo em 2×2 e do que venceu o Sport na Ilha do Retiro por 3×1. A escalação híbrida não deu resultado, o time foi muito abaixo do esperado e perdeu por 2×0, dois gols do colombiano Copete. A derrota de ontem não foi causada apenas pela escalação errada do time, os jogadores lá dentro não estiveram inspirados. A garra, o foco e a concentração vistas no jogo do Botafogo (segundo tempo) e o domínio sobre o Sport sumiram ontem. O Vitória foi muito apático, sem força ofensiva e deixou o Santos mandar no pedaço.

Primeiro Tempo Sem o ímpeto típico dos mandantes, o Vitória permitiu que a estratégia adotada pelo SANTOS ganhasse força. Antes mesmo da partida, Levir Culpi escancarou que jogaria no contra-ataque, nos erros de nosso time. Faltou ao Vitória maior repertório de jogo e claro, inspiração, pois quando este fator não entra em campo tudo fica mais difícil. As melhores chances que tivemos foram decorridas de falhas individuais da zaga santista, como naquele lance que David Braz quase fez contra após a bola rondar a pequena área e na rebatida, a bola quase entrou nas redes de Vanderlei. Aí, por volta dos 33 minutos, quando tínhamos o time todo arrumado no ataque, Fred errou o passe e o Peixe, armou o contragolpe na velocidade do Flash e em três toques, Copete estava de frente para a meta e chutou forte, sem chance para o adiantado Fernando Miguel.

Segundo Tempo Tentando mudar a impressão de baixa concentração no jogo, Gallo tirou Leandro Salino e colocou Neílton, estranhamente posto entre os reservas, fazendo que o camisa 29 voltasse à lateral direita, com Neílton e David aberto pelas pontas. Esta mudança fez o time reagir relativamente bem. Aos 5 minutos Geferson quase enganou Vanderlei numa tentativa de cruzamento que foi na direção do gol. Em seguida, Uillian Correia quase fez um golaço num chute forte de fora da área. Por volta dos 15 minutos, em jogada individual Neílton catou toda a zaga santista e foi derrubado na área, mas o árbitro Héber Roberto Lopes fez vista grossa.

Além de não ter jogado nada, Kieza ainda perdeu um pênalti aos 43min.

Após este lance, o Vitória voltou a se fechar em copas. A queda de rendimento foi brusca e, nisso, o Santos ampliou ainda a sua estratégia de jogo, ao se lançar mais no ataque. Aproveitando-se deste momento de apagão rubro-negro, o Santos conseguiu o segundo gol numa jogada pelo seu setor direito através de Bruno Henrique, que ganhou de Fred na corrida e cruzou rasteiro para Copete ampliar o placar. Se Fred fosse um zagueiro bom de verdade, ou ao menos estivesse numa boa fase, dava pra evitar aquele lance ali, até pelo fato do Bruno Henrique ter se atrapalhado um pouco no lance, com a bola sendo resvalada em Fred, que lento e desatento, não conseguiu dominar a pelota e permitiu a recuperação do jogador santista, que levantou a cabeça e deu a assistência para o colombiano fazer seu segundo gol da noite. Para piorar, Kieza perdeu um pênalti aos 43min, tirando até o direito da torcida gritar um gol de honra.

Enfim, foi mais uma derrota decorrida exclusivamente de falhas individuais de nossos atletas da defesa. Thallyson, Fred, Alan Costa, Leandro Salino e Fernando Miguel estão num verdadeiro “rodízio de entregadas”. Acho que eles já merecem ser olhados pelas Pizzarias, Correios e Sedex. Estão mostrando muita produtividade e regularidade em “entregadas”. E estas pixotadas só reforçam a necessidade de REFORÇOS DE VERDADE para o Vitória. Não adianta nada ter treinador bom, estudioso, corajoso ou dominador de todas as táticas e sub-táticas de futebol, quando se tem atletas ruins, incompetentes, fracos e bragueiros e que podem cagar tudo a qualquer momento.

VIRAMOS TIME PEQUENO? Já são 4 anos sem a gente ter alegria com o Vitória em competições nacionais. Algo que a gente nunca teve pecha já tá virando rotina – que é disputar contra o rebaixamento – sempre que a gente voltava da Série B a gente ficava entre os 10 ou 8 primeiros e desde 2014 a gente vem se comportando cada vez mais parecido com os times inexpressivos que chegam na “cagada” à Série A e que passam muito perrengue, culminando em rebaixamentos medíocres.

TÁ DIFICIL. Quando a gente começa a achar que vamos melhorar, tem um Fred, um Alan Costa, um Thallyson, pra cagar tudo. Complicado, viu!

VITÓRIA x SANTOS | Em busca de confirmar a ascensão

O Vitória joga hoje à noite no Monumental Barradão em busca de confirmar sua ascensão no Campeonato Brasileiro. Depois de um começo ridículo, que bateu o pior começo de uma Série A em toda a sua história, o Rubro-Negro Baiano vem de duas vitórias e 1 empate, ou seja, para uma equipe que teve 4 derrotas em 5 jogos e agora estar há três partidas sem perder, mostra um indício de evolução e de recuperação no certame. Boa parte desta retomada é devido a Alexandre Gallo ter modificado a equipe tirando os “pesos mortos”, botando gente nova (de idade e de vontade) e ganhando o grupo muito rapidamente pelo seu estilo cortês e equilibrado.

Gallo por sinal adota uma postura neste início de trabalho de Vitória, que muita gente da imprensa torce o nariz, ou seja, de montar seu time, a cada rodada, de acordo com a forma de jogar do adversário. Eu também já tive esta postura. Pois, em determinado momento, acho que o clube deve formar seu estilo de jogo e impô-lo sobre qualquer oponente e não se moldar aos adversários, para evitar este time-camaleão, que poderia acarretar a falta de entrosamento. Entretanto, foi mudando a escalação e formação tática baseada no adversário que o Vitória passou a ganhar jogos e fazer gols!

O exemplo do jogo contra o Sport comprovou que Gallo acertou em fazer isto, até o momento. Pouco antes da partida, o treinador falou que iria montar a equipe para anular os pontos fortes do Sport e surpreendeu a todos com o time no 4-4-2 variante para 4-5-1, com Patric de meia. Demos um nó tático em Luxa e nos caras do Sport, por isso tivemos tanto volume de jogo no primeiro tempo, onde poderíamos terminar os 45min com 4×1, fácil!

Já para o jogo de logo mais contra o Santos, Gallo fez treinos secretos e fez questão de não divulgar a equipe. Portanto, a torcida e a imprensa não sabe se o Vitória vai manter o esquema de 4-4-2 dinâmico da rodada passada, com Patric na ponta direita, ou se voltará ao esquema 4-3-3, com Gabriel Xavier centralizado, David e Neílton nas pontas, com Kieza centralizado mais à frente. Por sinal, depois da partida satisfatória da Ilha do Retiro, o técnico ganhou uma boa dor de cabeça. Volta com Gabriel Xavier que vinha jogando bem ou mantém Patric na ponta? Vai sacar David para colocar Yago (que também foi muito bem contra o Sport)? Com a volta de K9 acho muito difícil o Leão ser escalado sem centroavante na partida desta quarta.

O Santos de Levir Culpi vem a Salvador com os desfalques de Thiago Maia (volante) e Lucas Lima (meia) e já deixou claro qual será sua estratégia de jogo para logo mais: o contra-ataque. Estratégia esta que deu muito certo na partida contra o Atlético-PR na Arena da Baixada, quando o Peixe venceu por 2×0. Mas não somos o Furacão. Somos o VITÓRIA e estamos visualizando uma evolução a cada jogo, diferente do Atlético que vem perdendo força, mesmo com o novo treinador Eduardo Baptista por lá.

De pontos fortes, o Santos tem o conjunto e os talentos individuais de Victor Ferraz (presença ofensiva e bola parada), a criatividade de Vitor Bueno, as correrias e técnicas de Copete e Bruno Henrique, além do faro de gol do atacante Kayke. Sabendo anular estes caras e jogar explorando às costas da defesa santista e toques rápidos, na vertical, o Vitória tem tudo para vencer e confirmar sua melhora na competição. A equipe santista é perigosa e tem repertório, mas não é nenhuma sumidade técnica. Por isso, o VITÓRIA deve entrar em campo sem complexo de inferioridade, nem de demasiado respeito ao oponente. Eles também possuem pontos fracos e devemos explorá-los para construir um triunfo que será muito importante para a “virada” do Leão na competição!

VITÓRIA SEMPRE!

Lista dos Relacionados

Goleiros: Fernando Miguel e Wallace;
Lateais: Euller, Gefferson, Leandro Salino, Patric e Thallyson;
Zagueiros: Alan Costa, Fred, Kanu e René Santos;
Volantes: Willian Farias e Uillian Correia;
Meias: Cleiton Xavier, Gabriel Xavier e Yago;
Atacantes: André Lima, David, Kieza, Neilton, Paulinho e Todynho.