Vitória é Bicampeão Baiano!

Resumo O jogo não foi dos melhores. Não fizemos uma partida brilhante, perdemos muitos gols, principalmente com David. Já o rival deu alguns sustos na primeira etapa e foi um mero espectador no segundo tempo. O placar poderia ser 3×2 para gente, mas a falta de pontaria de ambas equipes não permitiu ninguém tirar o grito de gol da garganta, e como o empate nos favorecia, o Vitória se tornou Bi-Campeão Baiano na tarde deste domingo (07/05), sendo que o título deste ano teve o sabor especial da invencibilidade. Campeão Invicto na temporada 2017, a última vez foi em 2005 sob o comando de Renê Simões!

Primeiro Tempo Diferentemente dos dois últimos clássicos, em que o Bahia teve um domínio absoluto e vimos a nossa zaga batendo cabeça, proporcionando cenas lamentáveis e aterrorizantes como num ótimo filme de terror japonês, o rubro-negro jogava um pouco mais organizado, com as linhas buscando ficar mais próximas e evitando os chutões. Entretanto, até metade da etapa inicial, pecávamos na morosidade na criação e definição de jogadas. Só depois que tomamos sustos com Edigar Júnior e numa outra jogada tricolor concluída por Armero, e da simulação de pênalti por Zé Rafael, é que o Vitória passou a atacar com mais frequência. No lance tão falado pelos chorões tricolores, Zé Rafaé viu que ia perder a bola para KANU e quando sentiu o contato físico com nosso zagueiro, já foi se esparramando no chão parecendo aquela musiquinha infantil da batatinha.

Aos 22 minutos o Leão iniciou uma “trilogia” de chances criadas, mas desperdiçadas. Primeiro foi num chute forte e de longa distância por Paulinho, que obrigou Jean espalmar para escanteio. Na cobrança Cleiton Xavier mais uma vez tentou o gol olímpico, evitado novamente pelo goleirinho das sardinhas e no rebote, Bruno Ramires mostrou que não é muito inferior na arte da finalização de seu xará mais famoso (o Ramires do Cruzeiro e Chelsea), pois jogou lá no ato de chapa, quando o certo seria bater no chamado “peito do pé”. Complementando a blitzrieg rubro-negra, Patric fez uma grande jogada aos 29min e lançou David na ponta esquerda, o camisa 27 que lançou seu cabelo no estilo “Foguinho”, se afobou com a falha do zagueiro do jahia e perdeu um gol incrível num chute torto.

Outra coisa boa ontem foi, enfim, a primeira partida mais consciente de Paulinho, que tava mais arisco e aceso. Foi da canhota dele o lance que chegou mais perto do gol no primeiro tempo, quando em novo passe de Patric, ele dominou, fintou Lucas Fonseca na grande área e bateu forte na trave esquerda de Jean. A última grande chance desperdiçada pelo rubro-negro nos primeiros 45 minutos foi novamente com David,q ue recebeu mais uma vez livre pelo flanco esquerdo e ao invés de passar rápido para André Lima, ele preferiu a individualidade, irritando a torcida mais uma vez!

Segundo Tempo Guto Ferreira corrigiu os problemas na defesa do Bahia, que tomou um baile nos 25 minutos finais da etapa inicial e com isso foi gostando da partida, passou a atacar mais, até porque precisava vencer para ficar com o título. Entretanto, a melhora do Bahia não oferecia grandes riscos ao Vitória, exceto na cobrança de falta de Juninho aos 3min e no chute violento de Zé Rafael, aos 7, que resvalou em Kanu e passou muito perto do gol, com Fernando Miguel já batido no lance.

André Lima dividiu a artilharia com Marclei, do Bahia de Feira, com 7 gols, cada.

Arbitragem querendo aparecer – Tirando o Milagre do juiz da partida, Marielson, não ter marcado como penalidade máxima a simulação de Zé Rafael no primeiro tempo, o segundo tempo todo foi marcado pela tendenciosa arbitragem dele, que faz parte da FBF. Todo contato físico de nossos jogadores com os do Bahia a falta era marcada, já o contrário ele “não via” e mandava seguir. Várias inversões de faltas, a aplicação de cartão amarelo só existia para o lado rubro-negro, muitas outras “infrações” foram marcadas no grito pelos jogadores do rival. Tava uma coisa absurda. Ainda sobre a choradeira que está reinando nas redes sociais tricolores, amigos incolores e uma minúscula parte da imprensa, eu cravo que faltou coragem de Marielson em “comer” aquele agá de Zé Rafael, pois se fosse Jailson ou Arílson a gente estaria lenhado. Não tenham dúvidas disso. E agradeço aos céus por estes dois, contumazes “cirurgiões” de partida pró-rival, não terem caído neste “”sorteio”” (com 4 aspas mesmos, editor!).

Somente a partir dos 29 minutos o Vitória voltou a dar sustos reais no rival. E novamente David foi o protagonista de uma jogada que poderia nos dar o triunfo e alegria completa aos torcedores. Novamente pegou livre pela esquerda, catou dois, entrou na área e quando poderia, de fato, finalizar, preferiu dar o passe, mas fraco e de forma displicente. Ah, David, ah David. Tá se mostrando arregão em jogos grandes, né? Os 10 minutos finais foram de um jogo extremamente aberto, onde as duas equipes passaram a jogar na base do chutão e num abafa descoordenado e onde os planejamentos táticos foram rasgados por ambas equipes. Mas como disse, no parágrafo inicial, não foi o dia de soltar o grito de gols. As duas equipes erraram demais nas conclusões e o placar acabou como começou, 0x0 e festa para a massa rubro-negra.

Vitória Sempre!

#29Estaduais

#bicampeãobaiano

#CampeãoInvictoÉluxo

#BAVI491 | Decisão Estadual encerra a Maratona de Clássicos

Agora vale troféu, agora vale a glória máxima da competição estadual. E nada mais simbólico e emocionante encerrar a maratona de 4 clássicos sucessivos nesta situação em que o vencedor da partida levanta a taça (para nós até o empate serve). O duelo deste domingo é um tira-teima desta maratona. A Estrada Até Aqui – Amanhã será o quinto confronto no ano, que ainda terá mais dois pelo Brasileirão. Nos 4 jogos realizados, incluindo a 1ª fase do Baianão, vencemos 2 e empatamos uma (a primeira decisiva na última quarta-feira).

Com um pouco mais de tempo para trabalhar e atenuar o choque da demissão de Argel aos atletas, Wesley Carvalho deve montar um time bem mais arrumado e organizado do que aquele que vimos na quarta, embora houvesse uma significativa mudança de postura da equipe no segundo tempo, onde encurralamos o rival e perdemos umas três chances de gols antes de sair o gol de empate. Mesmo sendo interino, Carvalho tem mais repertório que Argel e tem outra visão do jogo em relação ao ex-treinador. Wesley gosta de time que ataque, que proponha o jogo, mas que tenha uma marcação por zona e não H-H e desordenada como fazia Argel Fucks. Outro ponto a favor do interino é que ele não acha “1×0 é goleada”, portanto, ele começa a colocar isso no grupo, de não controlar em demasia o jogo, assim que está com o placar ao seu favor.

Para a partida de amanhã é quase certo os desfalques de Kieza, Gabriel Xavier e talvez André Lima. Caso não dê para AL99, é possível que Wesley comece com Rafaelson, pois David foi uma negação das negações como falso nove. Já Rafaelson, mesmo com um corpanzil imenso, parecendo mais Júnior Tuchê do que outra coisa, é aquele cara que prende a zaga adversária lá atrás e, se estiver iluminado, pode ser aquele cara que ninguém espera nada e faz um gol ou uma jogada decisiva, garantindo nosso bicampeonato. Outra hipótese remota é a entrada de Pineda como centroavante, que é sua função original e que aqui no Vitória foi forçado a jogar nas beiradas por ele ter uma leve vantagem na velocidade.

Já o Bahia pode chegar amanhã no Barraquistão com dois desfalques: Renê Jr e Régis, que estão em dúvida e serão avaliados até momentos antes da partida. Caso não dê para ambos, Juninho e Gustavo entram na equipe, com Zé Rafael fazendo a posição de Meia Centralizado (o MAC para os fãs de Football Manager). Guto também tem outras situações, como por exemplo colocar Feijão na volância e Juninho como meia avançado, deixando Zé Rafael em um dos extremos do campo.

Guto sabe que o empate é nosso, por isso terá que sair mais para o jogo e não ficar o tempo todo recuado, esperando nosso time. Se o treinador deles conseguiu ter mais êxito em arrumar sua defesa, o mesmo não se pode dizer de sua parte ofensiva, onde conta com jogadores mais limitados que os nossos, apesar de Allione começar a mostrar a que veio nas últimas partidas.

Enfim, o Vitória não pode cair na pilha dos jogadores rivais, amanhã é a nossa vez de ter a torcida azucrinando como eles fizeram nas duas últimas partidas na Arena Lava-Jato. Nosso time é melhor e precisa ter a ciência disso. Não sou Deltan Dallagnol, mas tenho a convicção que se o Vitória voltar a fazer seu jogo tradicional, organizado e coordenado, propondo mais que reagindo, venceremos a partida. A defesa do rival aparece mais quando encontra atacantes desatentos, ruins ou lentos. Basta apertar um pouco mais, aumentar a intensidade, passes rápidos e troca de flancos, que eles peidam na farofa.

Vitória Sempre!

#BAVI490 | Rivais desperdiçaram uma grande chance e vão chorar por isso no domingo!

Quem me conhece de longa-data, sabe que não sou de enfeitar o pavão, de criar historinhas para esconder os erros e as más atuações. Não sou comprometido com ninguém, a não ser com a verdade e com meus sentimentos. O Vitória fez uma partida pífia ontem e que lembrou os piores times das décadas de 70 e 80 e as tentativas deste macabro remake nas gestões de Carlos Falcão e boa parte da de Raimundo Viana. FOMOS ENGOLIDOS ONTEM pelo rival. Parecíamos um time do Acre jogando pela primeira vez contra o Flamengo, num Maracanã lotado.

O Bahia poderia ter feito um grande placar, o que lhe garantiria o título e uma finalíssima apenas para cumprir tabela. Sem chorumelas, as sardinhas poderiam ter terminado o primeiro tempo com 3×0 ou 4×0 sem nenhum dúvida, tamanha a apatia e erros gritantes de nosso time, sobretudo na defesa. Agora eles perderam esta grande oportunidade, melhoramos no segundo tempo e chegamos ao empate em 1×1. Mantivemos a invencibilidade e a vantagem para o duelo derradeiro e eles pagarão caro por isso! Azar deles e de sua torcida louca.

Primeiro Tempo – O interino Wesley Carvalho mostrou-se muito mais cauteloso que sua última intervenção em 2015. Não sei se o curto espaço de tempo contribuiu para isso, mas o fato é que ele escalou mal o time, dando vez ao péssimo e irritante Paulinho, quando poderia dar mais uma chance ao Cárdenas para fechar o meio de campo e mesmo sabendo que o colombiano não consegue repetir o que fez no Atlético Nacional entre 2010-13, ele é esforçado, recompõe a meiuca e tem boa visão de jogo. Com certeza eu já vi muito mais coisas positivas de Sherman do que Paulinho.

Nossos volantes e zagueiros estavam afobados, parecendo que se conheceram ali, naquele exato momento. Kanu quase entrega numa recuada medonha para Fernando Migué. Na parte ofensiva éramos um nada, Jean só fez uma defesa numa cobrança venenosa de escanteio de Cleiton Xavier, única jogada que prestasse dele no jogo, diga-se de passagem. O Bahia foi perdendo inúmeras chances claras de gol e botar 1×0 na frente era mera questão de tempo. E aos 33min aconteceu o que já estava desenhado. Cruzamento na área, ninguém sobe pra cortar, e Tiago mete no centro do gol para um frango de nosso goleiro de brinquedo. Minha paciência com F. Miguel se esgota cada vez mais, goleiro fraco, sem brilho em decisões e que cagou vários jogos na sua primeira Série A da carreira, em 2016.

Segundo Tempo – O ritmo seguia favorável ao limitado, mas aguerrido time tricolor. Por nossa sorte, o atacante Gustavo é ruim de doer, ele perdeu um gol incrível logo no começo da etapa complementar, depois de um grande passe de Allione – mais uma vez jogando livre e sem marcação –, nem parecia que o Vitória estava decidindo a porra de um título estadual com o seu maior rival, tamanha a passividade, falta de tesão e gana na partida. Apenas quando Rafaelson entrou, apesar de seu shape de lutador de sumô, que o time passou a atacar um pouco mais, até por ele ser centroavante típico, apesar de fraco.

Por volta dos 25 minutos da etapa final, o jogo mudou de postura, com o Leão melhorando lentamente e perdendo chances incríveis através de Patric e Cleiton Xavier (que acertou o travessão). Nem bastou fazer muita força para o rival dar sua caganeirazinha de leve. Aos 32min, em nova investida de Patric, o lateral chutou, o goleirinho do jahia deu rebote, a bola bateu no joelho de Armero e entrou. Gol no bufo-bufo, na sorte suprema de um lance atrapalhado. Este foi o gol do Vitória que praticamente pode ter “selado” nosso título no domingo. Digo isso porque, se saíssemos derrotados ontem, nosso psicológico iria para as cucuia e com certeza o estádio não estaria com clima de caldeirão no domingo, porque nossa torcida é exigente e altamente vingativa. Com o empate, não só mantivemos a vantagem de jogar por um empate, como saímos fortalecidos no emocional, já que numa atuação deprimente, onde fomos dominados pelo rival, reagimos e conseguimos o empate, que pode nos dar o título de maneira invicta.

Além disso, todo o clima que a diretoria tricolor criou no jogo da Arena Lava-Jato pela semifinal da Copa do Nordeste terá o seu troco agora. Acontecerão muitas surpresas desagradáveis para o lado de lá! Quem mandou provocar, fazer aquele clima bélico, chiliquento e raivoso? O troco virá e não será brincadeira. Se preparem, rebanho de sardinhas recalcadas. Nosso elenco deve ter a volta de alguns titulares que ficaram de fora ontem e agora aposto que nossa torcida vai fazer sua parte, lotar o estádio e fazer aquela pressão miserável que as sardinhas fizeram nos dois jogos de torcida única que fizeram como mandantes. Quem viu o jogo na tv ontem, percebeu a quantidade de palavrões e a intensidade de provocação e pressão da tussidona! Estamos intimados a fazer pior, no domingo. 

Era para o jahia ter feito seu placar ontem, teve tudo para ser por acima de 2 gols de diferença. Vão pagar caro por não terem aproveitado. O choro e ranger de dentes virá forte! E se liguem, vão perder a Copa do Nordeste. O Sport não é o Santa Cruz. Sport tem time e tem uma fera chamada Diego Souza! #DOISVICESVIRÃO

Vitória Sempre!

#GuerraÉGuerra

#FigthFireWithFire

#BAVI490 | AGORA É FINAL!

Passada a decepção das semifinais do Nordestão chegou a vez do Vitória tentar recuperar a autoestima de si próprio e da torcida com o título de bicampeão baiano que começa a ser decidida hoje à noite, mais precisamente às 21h45 na Arena Lava-Jato. Diferentemente do beócio ex-treinador, que dava a arma para Guto Ferreira escalando o time de forma antecipada, o interino (que num futuro próximo pode ser o novo Jair Ventura ou Zé Ricardo) esconde não só a escalação do line-up como também a formação tática.

Wesley Carvalho não deu nenhum sinal de que esquema vai adotar. Cabe aos jornalistas e ao blogueiro aqui apenas especular. Aposto que ele deve formar com Fernando Miguel, Patric, Kanu, Alan Costa e Euller; W. Farias, Uillian Correia e Cleiton Xavier; Paulinho, Pineda (André Lima) e David. Ou seja, com Kieza já vetado e André Lima a fazer testes momentos antes da partida, caso não dê para AL99, o time pode atuar com David como Falso Nove ou se Wesley for mais tradicional, lançar o jovem Rafaelson como centroavante.

Wesley Carvalho (interino)

Seja qual for a escalação e a formação tática, Wesley promete uma nova postura do time e que buscará incessantemente o título estadual. A meta é ampliar a vantagem no jogo de logo mais, vencendo o jogo. E espero que se o Vitória estiver com o placar favorável pare de se acomodar e a controlar o jogo. Foi este o grande causador de nossa eliminação, pois se partíssimos pra cima e aproveitasse as chances, teríamos goleados as sardinhas na partida 01 do Nordestão, o que forçariam eles a nos golearem na partida de volta. Além disso, faltou malícia da diretoria e comissão técnica do Vitória para atenuar o clima de guerra e chilique promovidos pela diretoria e jogadores do Bahia, o que evitaria aquele time super apático em campo, que mostrou claramente que sentiu a pressão “bélica” promovida pelas sardinhas irracionais.

Guto Ferreira com visual Emo.

Já Inhonho Ferreira deve promover a mesma equipe do último domingo apostando no “mito” de que time que vence não se mexe, com Edigar Júnio atuando como “falso nove”. Entretanto, ele pode voltar às origens já que terá o centroavante Gustavo à disposição.Com isso, o paquiderme deve formar com Jean Piu-Piu, Eduardo, Jackson (Eder ou L. Fonseca), Tiago e Armero; Renê Jr, Edson (Juninho) e Régis; Allione, Zé Rafael (Gustavo) e Edigar Júnio.

Elenco Campeão Baiano de 2008 que venceu a Finalíssima por 3×0, com show de Marquinhos e Ramon Menezes.

Talvez por estar com o mando de campo invertido agora e sabendo que a finalíssima que vale a Taça será no Barraquistão, os jogadores, diretoria e membros da Comissão Técnica do rival passaram a falar de clima de paz, a evitar de falar de “é guerra”, “sangue no olho”, justamente no jeito ardiloso deles de falsiani pra tentar ludibriar nossa diretoria e atletas. Eles que provocaram, agora poderão ter o troco no Inferno de Canabrava e já estão se passando por santinhos e coitadinhos. Segure a onda agora. Como dizia o nosso hit do estadual de 2008 “já que você provocou, agora experimenta, senta que é de menta! senta que é de menta!”.

Relacionados:

Goleiros: Fernando Miguel, Caíque e Ronaldo

Laterais: Patric, Leandro Salino, Euller e Geferson

Zagueiros: Alan Costa, Kanu, Bruno e Renê

Volantes: Willian Farias, Uillian Correia e B. Ramires

Meias: Cleiton Xavier, Gabriel Xavier, Pisculichi e Cárdenas

Atacantes: Paulinho, David, Pineda, André Lima e Rafaelson

DEJAN PETKOVIC ESTÁ DE VOLTA AO VITÓRIA

Antes de bater meia-noite e encerrar o dia 02 de maio, a diretoria do Vitória, por meio de suas redes sociais e site oficial divulgou a volta do eterno e mítico ídolo sérvio, Dejan Petkovic, ao Vitória. Já com a carreira de jogador encerrada, Petkovic retorna ao clube no cargo de dirigente, precisamente o de Gerente de Futebol Profissional. Se vocês não sabem quais são as atribuições deste cargo, cliquem aqui e fique sabendo. Há fortes indicios que Jorge Sampaio e Gerson Boka, atuais assessores de Sinval Vieira, no departamento de futebol, podem estar se afastando destes referidos cargos.

Vitória Sempre!

VITÓRIA GOLEIA ECPP E ESTÁ EM MAIS UMA FINAL DO BAIANÃO

Diferentemente de confrontos decisivos anteriores, desta vez o ECPP não deu a chamada “testa” ao rubro-negro. O Vitória, sem muito esforço e sem contar com uma atuação brilhante, fez 5×0 com facilidade e segue rumo ao bicampeonato estadual. Com a necessidade de vencer para chegar a sua segunda decisão na história, o Primeiro Passo nem parecia que estava disposto a realizar esta meta. O alviverde da chapada começou o jogo de forma distraída e pagou caro por isso.

Aos 13 minutos, Cleiton Xavier cruzou da ponta direita à área, o menino David pegou a bola, dominou, driblou o zagueiro e soltou um balaço de canhota. Vitória 1×0. Com o gol cedo, o Leão se animou e acelerou o ritmo da partida, mas o segundo gol só veio acontecer aos 29min, quando Geferson cruzou na área e Cleiton Xavier foi derrubado na área. O próprio Cleiton bateu a penalidade e ampliou o placar para 2×0.

Já no segundo tempo, o ritmo foi o mesmo e logo em seu primeiro minuto, o Leão chegou ao seu terceiro gol. André Lima, que esteve apagado na etapa inicial, deixou o campo no intervalo para Paulinho, que foi lançado em profundidade por David, o carequinha barbudo chutou forte, o goleiro deu rebote, a bola bateu no zagueiro e voltou para os fundos das redes. Pouco tempo depois, já com o Bode “morto” em campo e sem esboçar nenhuma reação, o rubro-negro fez 4×0 num golaço de Uilliam Correia em chute forte de fora da área. Para fechar com a chave do improvável, eis que aos 42 minutos, Paulinho fez uma bela jogada na linha de fundo pela ponta esquerda e cruzou na área, para Geferson, como um centroavante típico fazer 5×0 em uma cabeçada com estilo.

Agora serão 4 BaVi’s seguidos nas duas próximas semanas. As duas primeiras pelas semifinais do Nordestão, dia 27 no Barradão e dia 30 na Fonte Nova, com critérios de eliminação idênticos ao da Copa do Brasil. E nos dias 03 e 07 de maio pelo Estadual, sendo que nesta competição jogaremos por dois resultados iguais e fazendo a finalíssima no Barradão.

Vitória Sempre!

#quevenhamosfusquetes

#sardinhasnocardápio

É vencer, ir à final e recuperar a moral

O Vitória encara logo mais o ECPP de Vitória da Conquista sabendo que não pode vacilar. Sabe-se que o empate garante o rubro-negro em mais uma decisão do Campeonato Baiano, mas ninguém quer chegar à Final com este tipo de resultado. Depois de ser eliminado na Copa do Brasil pelo modesto Paraná (que deverá tomar dois ferros seguros do Galo, nesta nova etapa da competição), uma parte pequena da torcida, porém barulhenta, já começou a pregar o caos e acreditem, até a TUI que se calou após várias decepções do time em campo, como eliminações terríveis de estadual e nordestão, incluindo até goleadas para o Ceará, passando por um rebaixamento anunciado desde o término do primeiro turno (temporada 2014), por um “quase rebaixamento” em 2016, além de pífias campanhas na Copa do Brasil de 2011 a 2015 (saindo quase sempre na primeira e segunda fase), a autointitulada maior T.O. do Estado, quer protestar hoje, dia de decisão, poucos momentos antes da partida! Durma com um barulho desses! Com certeza este ato é meramente político, já que a nova gestão parece não atender, nem facilitar as mordomias que a TO tinha até o ano passado junto aos dirigentes.

Ainda sobre o Paraná Clube – Não gostamos nem um pouco de sermos eliminados para este modesto clube de Curitiba, que há 10 anos está na Série B. Mas este ano foi a melhor campanha do Vitória na Copa do Brasil desde 2010, quando fomos finalistas. Chegamos a quarta fase. O fim da Era AP, incluindo CF e RV, a gente se comportava como times nanicos do Acre, Sergipe, Mato Grosso, Amazonas e afins, isto é, a gente durava, no máximo, até a segunda fase da competição. E agora que chegamos à 4ª fase depois de 6 anos, a TUI quer protestar e “causar” nos arredores do Barradão em pleno dia de decisão que vale a vaga para a Final, onde iremos brigar pelo bicampeonato. Sinceramente…Quando a TUI passou a ter membros no conselho deliberativo e gerenciar algumas lojas licenciadas do clube em shoppings centers da cidade, entre 2008 e 2016, o time poderia ir para a Série D e tomar 7×0 da Jacuipense, que não tinha um ato sequer, por parte da TUI, contra a gestão do clube e do time em campo. Mas agora uma eliminação para o Paraná virou “tragédia nuclear”, “vergonha nacional”.

Falando do jogo – Argel gostou mesmo do rendimento da equipe titular na partida da quarta-feira e vai repetir para o duelo de logo mais. Eu concordo em partes. Realmente jogamos relativamente bem contra o Paraná, mas faltou fazer os gols e nem mesmo as melhores chances foram aproveitadas, como as que Pineda teve. Portanto, novamente veremos Euller em uma de suas posições originárias, no meio de campo, todavia, como extremo esquerdo, o equivalente ao MAE (do Football Manager). A única mudança será apenas a entrada de Uillian Correia no lugar de Willian Farias, que saiu com dores musculares da última partida e, por isso, será poupado.

Já o Primeiro Passo tentará aprontar mais uma das suas em cima da gente. Incrível como este time de lá de Vitória da Conquista costuma nos dar trabalho, seja com o elenco que for, mas para o rival, eles abaixam as calças como uma rapariga em início de jornada laboral. Incrível. O ECPP (Vitória na Bahia só tem o de Salvador!) precisa vencer para chegar a decisão, onde, se por ventura (bate na madeira) vier a acontecer, sabemos que facilitarão para o rival. É de praxe. Desde 2008 (não engulo aqueles 5×0 estranho na ultima rodada e sei dos bastidores de 2015 quando levaram 6 na Fonte, mesmo tendo dado 3×0 no primeiro jogo).

Enfim, é jogo para o Vitória entrar ligado. Apesar de ter feito a pior campanha dentre os 4 semifinalistas, tendo, inclusive, a metade de pontos conquistadas pelo RUBRO-NEGRO, o Primeiro Passo tem mais garra e fibra que o Fluminense de Feira, que não deu um melo ao rival, mesmo tendo a segunda melhor campanha no certame. Temos totais condições de chegar a Final do Estadual e ganhar o bicampeonato em cima de nosso vice-predileto. Uma derrota hoje é início de crise no ECV, sem dúvidas. O que hoje está limitado a integrantes da TUI e um punhadinho de corneteiro, perdedores da última eleição no clube e pessimistas de plantão, ganharão a adesão da maior parte da torcida. E a imprensa não hesitará de propagar, aumentar e vilipendiar a atual gestão e o clube, em si.

Por isso mesmo, o VITÓRIA tem que fazer bonito hoje. Ganhe o diacho do jogo, mesmo que seja de 1×0 ou 2×1. O empate dará a classificação, mas só aumentará a sensação de instabilidade.

Vitória Sempre!

Preocupante a queda de rendimento nas primeiras decisões do ano

Acabou o gás? O preparador físico do Leão, que saiu do rival com “fama” de “estourador físico”, tem culpa no cartório? Seria consequência do efeito colateral por Argel ter escalado o time titular contra o Bahia há 15 dias? São perguntas que rondam as cabeças da torcida rubro-negra, inclusive a minha. Quando parecia que o time, enfim, estava se aprumando, eis que o torcedor assiste duas pífias atuações do Leão (Paraná e Primeiro Passo) e nota, além do declínio técnico, o desgaste total do considerado time titular e a perda de três jogadores por lesões, sendo somente a de José Welison sem culpabilização ao Departamento Físico, pois ruptura de ligamento é acidente, diferente de questões musculares. E esta queda de rendimento começa a aparecer justamente nas primeiras decisões da temporada. Isso é preocupante demais.

O Vitória foi engolido ontem pelo ECPP e só não saímos derrotados do Lomanto Júnior pela falta de qualidade técnica dos atacantes do Bode, que desperdiçaram umas três ótimas oportunidades de gols nos primeiros 45 minutos. Nossos melhores lances voltaram a ser frutos de lances fortuitos e, exclusivamente, por jogadas individuais, sendo nula a coletividade, jogadas ensaiadas e organização a partir do meio de campo. David foi o jogador mais lúcido e agudo do primeiro tempo. Chegamos na primeira quinzena de Abril com os mesmos problemas técnicos de janeiro. E a desculpa de elenco novo já não pode ser mais utilizada.

Com domínio do jogo, até que demorou para o ECPP abrir o placar. Somente aos 25 minutos da segunda etapa, em um contra ataque bem construído, Toddynho recebeu na ponta direita, avançou na vertical, cortou para a canhota e mandou lá no ângulo direito de Fernando Migué, que basta estar num jogo mais complicado, para simular dor na coxa, panturrilha, tornozelo, etc. Entretanto, para quem acompanha o futebol de maneira analítica e fria, mesmo sendo com o seu time em campo, sabe que se fosse um time melhor, o Bode terminaria a primeira etapa com 2×0, no mínimo.

Depois do gol, o Bode passou a cadenciar mais a partida, fechando a casinha, adotou a postura de jogar explorando nossas falhas para ampliar o placar e dificultar a nossa classificação. Já nosso time ia na base de chutões a esmo, o famoso bumba meu boi, tentando de maneira desorganizada, buscar o empate. E este só veio, no apagar das luzes, por pura obra da sorte e misericórdia pascal, aos 49 minutos, quando Euller cruzou na área para André Lima cabecear no canto direito, sem chances para o goleiro Rodolfo. Ufa! Evitamos a perda da invencibilidade no estadual e mantivemos a vantagem do empate para o próximo jogo, domingo (23), às 16h, no Barradão.

Análise de algumas atuações – O jogo de ontem serviu para a chegada de algumas conclusões acerca de certos jogadores do atual plantel. Vejamos:

Fernando Miguel: Ontem foi o jogo de nº 100 no Leão, mas para mim e muita gente, é um goleiro que não passa confiança, com alto grau de lesões e que virou “moda” nos jogos mais pegados ele catimbar apelando para “dores” em todas as partes do corpo, mais preferencialmente coxa e região lombar. Até o seu “diferencial” que era pegar pênaltis, tomou Doril®. Vem de uma Série A bisonha, onde falhou em muitos jogos. Portanto, precisamos trazer um goleiro mais experiente e qualificado.

Kanu: É nítido que neste começo de temporada ele deu uma evoluída imensa, sobretudo quando passou a formar dupla com Alan Costa. Todavia, fez uma partida terrível ontem, que lembrou os péssimos momentos de 2016, quase fez gol contra. Se daqui em diante voltar a ter aquelas atuações afobadas e cheia de erros primários, de 2015 e 2016, precisaremos de repensar a manutenção dele no time. Alerta ligado novamente.

Alan Costa: Se mostrou um estabanado, lento e bragueiro em seus primeiros jogos com o manto do Leão, se aprumou quando jogou com Kanu. Mas desde o BaVi voltou a fazer merda, como gol contra no clássico, falta de impulsão e posicionamento no primeiro gol do Paraná e virou “poste” no segundo gol, também do Paraná, e ontem levou um baile do achocolatado infantil, dono da camisa 11 do Bode. Não é jogador para jogar como titular em time de Série A! RISCO ELEVADÍSSIMO DE BRAGAS CONSTANTES.

Geferson: Simplesmente ridículo. Está conseguindo a proeza de ser pior que Mansur. O suposto melhor poder de marcação em relação a Euller é uma farsa, que até eu caí. Nos últimos 3 jogos que este cidadão atuou, ele se mostrou presa fácil para qualquer meia, ponta ou atacante habilidoso. Marca mal, recompõe mal, técnica ZERO, grosso, pé duro e nulo no apoio ao ataque. PRECISAMOS DE UM LATERAL ESQUERDO DE VERDADE, pois se Euller manda bem na parte ofensiva (ontem deu mais uma assistência), ele repete as mesmas falhas do seu concorrente, quando se trata da parte defensiva.

Paulinho: Não mostrou nada desde que aqui chegou. Não merece ficar para o Brasileiro. Dá claros sinais que está de má vontade, por achar que viria para ser titular absoluto e não é nem a primeira opção de mudança de Argel, perdendo este posto até para Jhemerson, recém promovido do sub20. Já foi expulso por idiotice, coleciona gols perdidos por negligência e não produz um lance positivo sequer. Está enfrentando adversários fracos e mesmo assim o número de assistências e de gols é muito baixo. O mesmo se aplica a Pineda, que apesar de ser mais raçudo e brigador, também é muito fraquinho naquilo que se espera de um atacante.

Esquema Tático e Argel: Sempre defendi um futebol vistoso e bonito, mas este ano fui forçado a defender o treinador, porque mesmo jogando feio, o time era brigador e estava vencendo todos os seus jogos. Não faltava luta, empenho e uma pitada de sorte. O técnico gaúcho tem o elenco em sua mão, tá se mostrando um líder querido dentro do grupo, mas a sua péssima decisão em ir com o time titular num “BaVi Morto” resultou em efeitos colaterais que devem colaborar para a sua eventual demissão. Perdemos Kieza, JW e Gabriel Xavier, fora que o cara, mesmo tendo várias boas opções para variar o esquema e encaixar o time seja no 4-4-2, 4-5-1, 3-5-2 ou 3-6-1, ele insiste na “tática da moda” o 4-3-3, que para os comentaristas nutella é 4-2-1-3.

Só que não somos o Barcelona, nem Real Madrid e não temos pontas criativos, com cacoete de meia armador. Por isso esta tática não vem funcionando. Para atuar na forma que Argel se bitolou a jogar, só se tivéssemos jogadores do tipo Marinho, Marquinhos e Rogério (Sport), Everton Ribeiro ou Everton (Flamengo) nas pontas; volantes mais habilidosos e de boa técnica como Willian Aarão, Paulinho (ex Corinthians) e Rithely (Sport); e um meia central com mais mobilidade, técnica e verticalização como Jadson, Diego Souza, Diego (Fla) ou Nenê (Vasco). Cleiton Xavier já não tem mais pulmão para organizar sozinho a meiuca, fora que ele passou boa parte da carreira mais recuado, como segundo volante. Para ele render mais avançado, precisa ter outro meia habilidoso ao seu lado. Além disso, qualquer meia escalado como Argel monta o Vitória, terá seu jogo prejudicado devido a falta de qualidade móvel, tática e criativa de nossos pontas atuais. Não basta apenas ter velocidade e saber correr.

Enfim, Argel precisa rever seu conceito de futebol urgente, pois o Bahia já deve ter pego nossos pontos fracos e Guto pode neutralizar nossos limitados pontos fortes e poderá nos eliminar na Copa do Nordeste, aproveitando-se também de nossos desfalques à medida que Dátolo e Pisculichi não saem do DM e da bendita transição.

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