OU AJEITA O DEPARTAMENTO DE FUTEBOL OU SEGUE RUMO À SEGUNDA DIVISÃO!

Mais uma pífia partida do elenco gofado do Vitória e mais uma derrota no lombo. Eu jamais esperaria ver um começo tão ruim do rubro-negro após Carlos Falcão e Raimundo Viana, mas numa breve pesquisa na internet eu descobri que os dois últimos ex-presidentes conseguiram resultados melhores nas três primeiras rodadas das Séries A 2014 e 2016, pois conseguiram 4 pontos nas três primeiras rodadas, ou seja, teve um triunfo na conta. Entretanto, este início de Brasileirão em que fizemos 1 ponto de 9 disputados se igualou ao terrível ano de 2010, onde jogamos toda a bela campanha e euforia da Copa do Brasil no ralo, com um rebaixamento vergonhoso, onde vencemos apenas 5 partidas de 38 jogos, tudo isso devido a insistência da diretoria Alexi Portela na manutenção de Ricardo Silva e de não ter reforçado o grupo a contento, por temer retaliação dos jogadores que poderiam se rebelar por se acharem injustiçados após o vice-campeonato da Copa do Brasil, palavras de Aléxi na rádio de Bocão, à época.

BR-2014 3ª rodada

Para piorar, os demais componentes das campanhas colocam a atual como a pior, pois em 2010 fizemos 1 gol nas três primeiras rodadas e neste ano de 2017 estamos “virgens”, não “brocamos” ninguém e já sofremos 2 gols, que poderia ser 3, pois na estreia tivemos um gol do Avaí anulado e um pênalti não marcado para os catarinenses, ou seja, poderíamos estar hoje com TRÊS DERROTAS EM TRÊS JOGOS. Ou seja, dos últimos 7 anos, este é o pior time do Vitória numa Série A. E o drama não acaba por aí, as próximas três rodadas enfrentaremos Fluminense e São Paulo, ambas fora de casa, voltando a jogar em Salvador, contra o Atlético Mineiro. A julgar pelo péssimo elenco que temos e da infeliz aposta em Petkovic como técnico, não é exagerado, nem terrorismo, visualizar três novas derrotas e chegarmos à Rodada#5 na última ou penúltima colocação, pois estaremos brigando pau a pau com o Atlético-GO, o “título” de pior time da competição. “ISSO É UMA VERGONHA!” (CASOY, Bóris).

Brasileirão 2016 3ª Rodada

Achei sinceramente que nunca mais teria o comportamento frio, desestimulado, apático e desleixado como tive em 2014 e parte de 2016, onde mesmo sendo Sócio SMV Prata Ativo eu me ausentei de muitos jogos de forma proposital, por saber que estaria jogando o dinheiro do transporte + lanche à toa, numa situação em que ao invés de me distrair eu iria me estressar. Fui aos dois primeiros jogos deste Brasileirão na Arena Lava Jato e já me vejo novamente me ausentando, propositalmente, dos jogos com nosso mando de campo.

A atual diretoria ESTÁ JOGANDO TODOS OS SEUS PRIMEIROS GRANDES PASSOS no lixo justamente por estar falhando no carro-chefe do clube, o futebol, o coração do ECV. Não adianta em nada abrir o clube para eleições diretas, evoluir no basquete, apostar no futebol feminino, marketing, estratégias de associação do SMV, interatividade e maior atualização das redes sociais e site do clube, se o futebol profissional continuar sendo mal tratado, dirigido por “BRINCANTES”, amiguinhos de Sudesb e Rádio Transamérica.

Brasileirão 2010 após a terceira rodada

De fato, no começo do ano o clube parecia estar montando um elenco forte e capaz de grandes feitos, ou ao menos, de não fazer o torcedor passar vergonha, mas os caras não deram liga e perdemos 5 meses com um treinador sem repertório, turrão, monotático e que vencia a duras penas adversários medíocres que atuam nos porões empoeirados do futebol brasileiro. O atual treinador que foi ídolo dentro de campo, Dejan Petkovic, ainda é um Moré/Harley/Trípodi no quesito Técnico de Futebol, pois está mantendo o mesmo esquema de jogo e os mesmos jogadores utilizados por Argel. E mesmo vendo o time jogar mal, ele demorou de fazer as alterações e ainda provocou a ira da torcida ao sacar o nosso melhor volante para colocar o perna de pau do Rafaelson, que se iguala em ruindade com Alan Pinheiro, Itacaré e Edson (nossos últimos centroavantes da base).

Outra coisa – o time que parecia abrir mão do chutão, voltou a fazer uso deste “atributo” no jogo de ontem, facilitando a vida para o Coritiba, além da inexplicável manutenção da Tartaruga Sem Casco do Cleiton Xavier. Jogador que veio com muito cartaz e que enganou a todos com uma bolinha miúda e completa inutilidade tanto na recomposição defensiva, como na ofensiva. Mesmo sem apresentar aquele futebol que encantou a torcida do River Plate entre 2013 e 2015, Pisculichi mostrou ontem que tem mais ofensividade e visão de jogo que CX, mas segue de fora do time titular.

Enfim, não temos muito a falar da partida de ontem não. Foi uma partida pífia e que escancarou mais uma vez que temos um elenco fraquíssimo em todos os setores e que não se pode jogar no 4-3-3 (ou 4-2-3-1) tendo laterais e pontas cabeçudos e de baixíssima qualidade técnica, além de usar um meia decadente como único armador da equipe. Com a formação atual, oriunda do time-base de Argel Fucks, este VITÓRIA aí não ganha de ninguém, nem mesmo do modestíssimo Atlético Goianiense.

SEJA POR BEM OU POR MAL

#ForaSinval

PS: Tem certas pessoas aqui que estão PERDENDO A COMPOSTURA nos comentários e depois saem falando por aí que eu sou “antidemocrático”, que eu “filtro” as críticas. Uma coisa é a crítica construtiva, é discordar de meu ponto de vista. Outra coisa é vir NO ESPAÇO CRIADO POR MIM DE FORMA GRATUITA E VOLUNTÁRIA, e ficar me desrespeitando ou me acusando de ter um caráter duvidoso, por agora estar no C.Deliberativo e ter feito campanha para a VdT, sendo que eu nunca deixei de criticar o que eu discordo aqui e PRINCIPALMENTE nas reuniões do Conselho, quando estou seguro do que vou falar. E só peço a palavra no CD, quando me sinto confiante na crítica que vou tecer. Não pego à toa, muito menos para me autopromover.

Além disso, as eleições já acabaram. Não existe mais Chapa VdT ou qualquer que seja, existe sim é uma DIRETORIA ELEITA E EMPOSSADA e que tem 3 anos de mandato e estamos entrando apenas no sexto mês. Poderíamos e Deveríamos estar melhor, sobretudo no coração do clube, mas ainda é muito cedo para a pedida da retirada de toda uma diretoria, quando o maior problema está na Diretoria de Futebol, que infelizmente, Sinval mostrou-se, realmente, estar desatualizado e muito equivocado sobre o Futebol Moderno e seu atual mercado de jogadores.

VITÓRIA SEMPRE!

Vitória 0x1 Corinthians | A eficiência e a qualidade fazem toda a diferença!

Começo o pós-jogo de hoje com o seguinte axioma: Olha quanto tempo que o Vitória perdeu com Argel Fucks no comando técnico. A preguiça e a falta de capacidade em trazer um treinador mais gabaritado no começo do ano custou caro ao clube e a sua torcida, que continua sem ver futebol atrativo e eficiente do Leão desde a temporada 2013, ou seja, são QUATRO LONGOS ANOS em que a torcida do Vitória está sendo tolhida de ver seu time do coração jogar futebol.

Desde aquela campanha do 5º lugar da Série A, em que encantamos o Brasil com Maxi Biancucchi, Renato Cajá, Escudero, Marquinhos e Dinei, o rubro-negro vem praticando o bufo-bufo como sua marca de jogo e isso ficou bastante acentuado nesta passagem de Argel no ECV. Aquela história de time veloz, letal e insinuante do início das décadas de 90 e primeira metade dos anos 2000 virou mero lampejo nas temporadas pós-2013, o que atenua um pouco a culpa de Argel e potencializa as sucessivas diretorias de futebol do clube, desde então.

Em apenas duas rodadas e 1 semana de trabalho, o novato treinador Dejan Petkovic mostrou o quanto Argel foi prejudicial ao Clube. Com as mesmas peças do ex-treinador e com o agravante de 7 desfalques, o Vitória é outro time nas mãos do sérvio. Acabou-se o “chutão à esmo” que era carta-magna de Argel. Vimos contra Avaí e ontem, contra o Corinthians, o Leão tentar sair a partir de sua defesa, inclusive com Fernando Miguel jogando com passes curtos para zagueiros e laterais, coisa que não víamos poucos dias atrás. Era praticamente mecânico a seguinte situação: FM defende e devolve num chutão quase que instantaneamente, e na sequência, a posse de bola já está com o adversário, pois não temos mais o perito em casquinha, Dinei, nem meias e pontas habilidosos e entrosados com este lance como na temporada 2013.

Os primeiros 20min de jogo, ontem à tarde, confirmam o que citei no parágrafo anterior. O Vitória teve mais posse de bola, justamente, por evitar chutões, dominou o Corinthians e só não saiu na frente por limitação absurda dos homens de criação e finalização. É deprimente ver a falta de capacidade ofensiva de nossos extremos. Por mais que tenha melhorado, Paulinho continua sendo um engodo. Não tem aquela fibra goleadora e aqui não faz 1% do que fez no Flamengo, também na temporada 2013. David caiu vertiginosamente nos últimos 5 jogos, não sei se a ligeira boa fase lhe subiu à cabeça ou que realmente ele só consegue sobressair-se contra adversários fraquíssimos do nosso interior e das equipes menores do Nordestão. Nos jogos “mais pegados” ele sumiu, produtividade zero. Não dá para confiar a titularidade 100% dele numa Série A.

Já o Corinthians, inflamado mais pela Mídia Nacional e Local, não é lá estas coca-cola toda. Olho para a escalação deles e só destaco os dois laterais e o meia Jádson, o restante do time titular é bem meeiro, assim como a maioria de seus reservas. Jô e Romero têm mais “grife” que talento individual e o próprio goleiro Cássio fica num rodízio com Walter, alternando a titularidade. Eles faziam uma partida pífia, sem vibração, sem grandes atuações individuais e só venceram o jogo porque não aproveitamos as poucas oportunidades criadas, sobretudo àquela de Pisculichi que deixou Rafaelson de cara, mas nosso camisa 20, que está com um corpanzil de um zagueiro veterano ruim, mostrou toda a sua falta de intimidade com a bola. O troco veio – Bastou para o Corinthians a eficiência e qualidade de Marquinhos Gabriel, que achou Jô livre na área, que não desperdiçou. Corinthians 1×0. Lance muito parecido com o de Piscu e Rafaelson, mas convenhamos que Jô é mais experiente e de maior talento que nosso centroavante “da base”, apesar de não ser nenhum suprassumo do futebol brasileiro.

Enfim, se por um lado ficou evidenciado que UM TREINADOR COMPETENTE faz sim um time limitado ter uma postura e atuação mais convincente, por outro ficou ratificado que com este elenco que aí está, o VITÓRIA é forte candidato ao rebaixamento. Perdemos tempo demais com Argel, que sobreviveu a estatísticas fakes de um campeonato engasga-gato, que é o estadual, e que sofremos alguns perrengues na primeira fase do Nordestão, num grupo onde os adversários eram oriundos das Séries C e D. O discurso ultrapassado de Sinval Vieira de que “qualquer treinador faz um time bom jogar” caiu por terra mais uma vez. Além de não termos este time bom, muito pelo contrário, o novato da área em menos de 15 dias já deu outra feição à equipe, que aliás o próprio interino, Wesley Carvalho, já tinha conseguido em 48h, diga-se de passagem. Por sinal está rolando a informação de que Carvalho foi convidado a treinar o sub-20 do Palmeiras. Se for confirmada esta situação é mais um ótimo profissional de nosso staff que sai para o eixo sul/sudeste sem ter o devido reconhecimento dentro do Vitória.

#REFORÇOS

#OUCONTRATAOUVOLTAPRASEGUNDONA

#QUEREMOSFUTEBOLMAISATRATIVO

#CHEGADEBUFOBUFO

Vitória Sempre!

Avaí 0x0 Vitória | Excelente resultado devido as circunstâncias!

“Demorô, mas abalô” Com um pouco de atraso eis aqui a análise do pós-jogo da estreia do Vitória na Série A 2017. Percebi nos grupos de zap, face e o escambau de Fazenda Coutos muita gente criticando, malhando e colocando o empate em 0x0 do Vitória contra o Avaí como um resultado catastrófico. Alto lá, cumpádis! Vamos ser realistas e voltar a 24h/48h antes da partida?

O RUBRO-NEGRO teve a galhofa da anunciação do gerente de futebol como treinador na última quinta-feira, quando toda a torcida cogitava nomes sonantes como Eduardo Baptista, Levir Culpi e Marcelo Oliveira, além disso o Vitória foi para Florianópolis (a terra das mulheres mais lindas do Brasil, junto ao RS) com vários desfalques, entre eles os dois principais centroavantes, o melhor volante da base, os zagueiros Kanu e Fred e quase perdemos David nos vestiários. Então foram 5 desfalques que quase foi a seis.

Outra coisa, o Avaí por mais que limitado que seja o seu elenco, sempre foi chato em seus domínios e em uma de suas últimas aparições na Série A voltando da segunda divisão, eles pararam na Libertadores do ano seguinte, após um excelente trabalho do treinador Silas, que não difere muito do currículo do atual técnico Claudinei Oliveira. Eu mesmo esperava uma derrota, não vou mentir! Pelo fato de nosso time titular sem desfalque ser super-limitado…com 5 ausências então…seria mais frágil, óbvio.  E ainda tinha a força do Avaí dentro de casa e empolgado pelo retorno à elite do futebol nacional. Então, para mim, o empate em 0x0 e onde colocamos duas bolas na trave é sim um excelente resultado. Principalmente se compararmos com a nossa estreia de 2016, quando tomamos 4×1 do Santa Cruz numa atuação deprimente.

Em relação ao péssimo legado deixado por Argel, notamos desde a sua saída e já com a intervenção de Wesley Carvalho que o rubro-negro evita dar chutões de sua defesa, e que até Chutão Miguel vem diminuindo esta ridícula mania de pegar a bola e chutar pra frente como se fosse uma máquina programada para tal. Houve maior tentativa de sair com os zagueiros e laterais e uma nítida maior arrumação do time em campo. Petkovic, coitado, não entrou em nada aí. Ontem foi trabalho de Wesley. O sérvio só foi figura decorativa ontem e pode ter sua cota de contribuição com suas palavras de motivação e pela força de sua história como ex-jogador que ganha respeito e admiração, sobretudo aos jogadores mais jovens e que vivenciaram o auge de Pet dentro das 4 linhas.

Já o Avaí mostrou que é um time que, a princípio, lutará contra a despromoção. Não teve grande capacidade ofensiva e seus melhores lances foram criados pelo lateral Capa, mas que não teve uma tarde muito inspirada de seus atacantes Denílson e Júnior Dutra, além da atuação apagada do meia Marquinhos, que em outras épocas doutrinava na armação do time avaiano. Mas não se surpreendam se daqui pra frente o time de floripa começar a rondar o G10-G8, os times catarinenses têm esta tradição de começar mal e crescer na competição aos poucos, principalmente se os clubes maiores tropeçarem por pura subestimação, preconceito e empáfia.

QUASE SAÍMOS HERÓIS No primeiro tempo, Willian Farias deu uma paulada de canhota aos 34 minutos que acertou a trave esquerda de Maurício Kozlinski, além de uma boa bola levantada na área em que Rafaelson, de cabeça, quase abriu o placar. Já no segundo tempo, nossa melhor jogada foi num cruzamento em que Paulinho emendou de primeira e atingiu a trave contrária de Kozlinski e na sobra, Geferson mostrou toda a sua ruindade como atleta profissional e furou, mesmo com a bola caindo linda, leve e solta, na sua perna tida como boa! Sim, quase saímos heróis em vencer na abertura da competição, fora de casa, contra um time que costuma ser chato em seu mando de campo. Não sou torcedor-modelo, mas tampouco sou daqueles extremos pessimistas, que acha tudo errado e que torcem para o VITÓRIA com a mesma mentalidade de torcedor de Barcelona, Real Madrid, Juventus, Manchester United, etc. Menos galera!

Dejan Petkovic terá uma semana para começar a impor sua ideia de jogo aos jogadores na preparação para a partida contra o Corinthians, próximo domingo, na Arena Lava-Jato. Há uma hipótese de chegarem novos reforços a partir desta semana.

OREMOS!

Vitória Sempre!

Vitória é Bicampeão Baiano!

Resumo O jogo não foi dos melhores. Não fizemos uma partida brilhante, perdemos muitos gols, principalmente com David. Já o rival deu alguns sustos na primeira etapa e foi um mero espectador no segundo tempo. O placar poderia ser 3×2 para gente, mas a falta de pontaria de ambas equipes não permitiu ninguém tirar o grito de gol da garganta, e como o empate nos favorecia, o Vitória se tornou Bi-Campeão Baiano na tarde deste domingo (07/05), sendo que o título deste ano teve o sabor especial da invencibilidade. Campeão Invicto na temporada 2017, a última vez foi em 2005 sob o comando de Renê Simões!

Primeiro Tempo Diferentemente dos dois últimos clássicos, em que o Bahia teve um domínio absoluto e vimos a nossa zaga batendo cabeça, proporcionando cenas lamentáveis e aterrorizantes como num ótimo filme de terror japonês, o rubro-negro jogava um pouco mais organizado, com as linhas buscando ficar mais próximas e evitando os chutões. Entretanto, até metade da etapa inicial, pecávamos na morosidade na criação e definição de jogadas. Só depois que tomamos sustos com Edigar Júnior e numa outra jogada tricolor concluída por Armero, e da simulação de pênalti por Zé Rafael, é que o Vitória passou a atacar com mais frequência. No lance tão falado pelos chorões tricolores, Zé Rafaé viu que ia perder a bola para KANU e quando sentiu o contato físico com nosso zagueiro, já foi se esparramando no chão parecendo aquela musiquinha infantil da batatinha.

Aos 22 minutos o Leão iniciou uma “trilogia” de chances criadas, mas desperdiçadas. Primeiro foi num chute forte e de longa distância por Paulinho, que obrigou Jean espalmar para escanteio. Na cobrança Cleiton Xavier mais uma vez tentou o gol olímpico, evitado novamente pelo goleirinho das sardinhas e no rebote, Bruno Ramires mostrou que não é muito inferior na arte da finalização de seu xará mais famoso (o Ramires do Cruzeiro e Chelsea), pois jogou lá no ato de chapa, quando o certo seria bater no chamado “peito do pé”. Complementando a blitzrieg rubro-negra, Patric fez uma grande jogada aos 29min e lançou David na ponta esquerda, o camisa 27 que lançou seu cabelo no estilo “Foguinho”, se afobou com a falha do zagueiro do jahia e perdeu um gol incrível num chute torto.

Outra coisa boa ontem foi, enfim, a primeira partida mais consciente de Paulinho, que tava mais arisco e aceso. Foi da canhota dele o lance que chegou mais perto do gol no primeiro tempo, quando em novo passe de Patric, ele dominou, fintou Lucas Fonseca na grande área e bateu forte na trave esquerda de Jean. A última grande chance desperdiçada pelo rubro-negro nos primeiros 45 minutos foi novamente com David,q ue recebeu mais uma vez livre pelo flanco esquerdo e ao invés de passar rápido para André Lima, ele preferiu a individualidade, irritando a torcida mais uma vez!

Segundo Tempo Guto Ferreira corrigiu os problemas na defesa do Bahia, que tomou um baile nos 25 minutos finais da etapa inicial e com isso foi gostando da partida, passou a atacar mais, até porque precisava vencer para ficar com o título. Entretanto, a melhora do Bahia não oferecia grandes riscos ao Vitória, exceto na cobrança de falta de Juninho aos 3min e no chute violento de Zé Rafael, aos 7, que resvalou em Kanu e passou muito perto do gol, com Fernando Miguel já batido no lance.

André Lima dividiu a artilharia com Marclei, do Bahia de Feira, com 7 gols, cada.

Arbitragem querendo aparecer – Tirando o Milagre do juiz da partida, Marielson, não ter marcado como penalidade máxima a simulação de Zé Rafael no primeiro tempo, o segundo tempo todo foi marcado pela tendenciosa arbitragem dele, que faz parte da FBF. Todo contato físico de nossos jogadores com os do Bahia a falta era marcada, já o contrário ele “não via” e mandava seguir. Várias inversões de faltas, a aplicação de cartão amarelo só existia para o lado rubro-negro, muitas outras “infrações” foram marcadas no grito pelos jogadores do rival. Tava uma coisa absurda. Ainda sobre a choradeira que está reinando nas redes sociais tricolores, amigos incolores e uma minúscula parte da imprensa, eu cravo que faltou coragem de Marielson em “comer” aquele agá de Zé Rafael, pois se fosse Jailson ou Arílson a gente estaria lenhado. Não tenham dúvidas disso. E agradeço aos céus por estes dois, contumazes “cirurgiões” de partida pró-rival, não terem caído neste “”sorteio”” (com 4 aspas mesmos, editor!).

Somente a partir dos 29 minutos o Vitória voltou a dar sustos reais no rival. E novamente David foi o protagonista de uma jogada que poderia nos dar o triunfo e alegria completa aos torcedores. Novamente pegou livre pela esquerda, catou dois, entrou na área e quando poderia, de fato, finalizar, preferiu dar o passe, mas fraco e de forma displicente. Ah, David, ah David. Tá se mostrando arregão em jogos grandes, né? Os 10 minutos finais foram de um jogo extremamente aberto, onde as duas equipes passaram a jogar na base do chutão e num abafa descoordenado e onde os planejamentos táticos foram rasgados por ambas equipes. Mas como disse, no parágrafo inicial, não foi o dia de soltar o grito de gols. As duas equipes erraram demais nas conclusões e o placar acabou como começou, 0x0 e festa para a massa rubro-negra.

Vitória Sempre!

#29Estaduais

#bicampeãobaiano

#CampeãoInvictoÉluxo

#BAVI490 | Rivais desperdiçaram uma grande chance e vão chorar por isso no domingo!

Quem me conhece de longa-data, sabe que não sou de enfeitar o pavão, de criar historinhas para esconder os erros e as más atuações. Não sou comprometido com ninguém, a não ser com a verdade e com meus sentimentos. O Vitória fez uma partida pífia ontem e que lembrou os piores times das décadas de 70 e 80 e as tentativas deste macabro remake nas gestões de Carlos Falcão e boa parte da de Raimundo Viana. FOMOS ENGOLIDOS ONTEM pelo rival. Parecíamos um time do Acre jogando pela primeira vez contra o Flamengo, num Maracanã lotado.

O Bahia poderia ter feito um grande placar, o que lhe garantiria o título e uma finalíssima apenas para cumprir tabela. Sem chorumelas, as sardinhas poderiam ter terminado o primeiro tempo com 3×0 ou 4×0 sem nenhum dúvida, tamanha a apatia e erros gritantes de nosso time, sobretudo na defesa. Agora eles perderam esta grande oportunidade, melhoramos no segundo tempo e chegamos ao empate em 1×1. Mantivemos a invencibilidade e a vantagem para o duelo derradeiro e eles pagarão caro por isso! Azar deles e de sua torcida louca.

Primeiro Tempo – O interino Wesley Carvalho mostrou-se muito mais cauteloso que sua última intervenção em 2015. Não sei se o curto espaço de tempo contribuiu para isso, mas o fato é que ele escalou mal o time, dando vez ao péssimo e irritante Paulinho, quando poderia dar mais uma chance ao Cárdenas para fechar o meio de campo e mesmo sabendo que o colombiano não consegue repetir o que fez no Atlético Nacional entre 2010-13, ele é esforçado, recompõe a meiuca e tem boa visão de jogo. Com certeza eu já vi muito mais coisas positivas de Sherman do que Paulinho.

Nossos volantes e zagueiros estavam afobados, parecendo que se conheceram ali, naquele exato momento. Kanu quase entrega numa recuada medonha para Fernando Migué. Na parte ofensiva éramos um nada, Jean só fez uma defesa numa cobrança venenosa de escanteio de Cleiton Xavier, única jogada que prestasse dele no jogo, diga-se de passagem. O Bahia foi perdendo inúmeras chances claras de gol e botar 1×0 na frente era mera questão de tempo. E aos 33min aconteceu o que já estava desenhado. Cruzamento na área, ninguém sobe pra cortar, e Tiago mete no centro do gol para um frango de nosso goleiro de brinquedo. Minha paciência com F. Miguel se esgota cada vez mais, goleiro fraco, sem brilho em decisões e que cagou vários jogos na sua primeira Série A da carreira, em 2016.

Segundo Tempo – O ritmo seguia favorável ao limitado, mas aguerrido time tricolor. Por nossa sorte, o atacante Gustavo é ruim de doer, ele perdeu um gol incrível logo no começo da etapa complementar, depois de um grande passe de Allione – mais uma vez jogando livre e sem marcação –, nem parecia que o Vitória estava decidindo a porra de um título estadual com o seu maior rival, tamanha a passividade, falta de tesão e gana na partida. Apenas quando Rafaelson entrou, apesar de seu shape de lutador de sumô, que o time passou a atacar um pouco mais, até por ele ser centroavante típico, apesar de fraco.

Por volta dos 25 minutos da etapa final, o jogo mudou de postura, com o Leão melhorando lentamente e perdendo chances incríveis através de Patric e Cleiton Xavier (que acertou o travessão). Nem bastou fazer muita força para o rival dar sua caganeirazinha de leve. Aos 32min, em nova investida de Patric, o lateral chutou, o goleirinho do jahia deu rebote, a bola bateu no joelho de Armero e entrou. Gol no bufo-bufo, na sorte suprema de um lance atrapalhado. Este foi o gol do Vitória que praticamente pode ter “selado” nosso título no domingo. Digo isso porque, se saíssemos derrotados ontem, nosso psicológico iria para as cucuia e com certeza o estádio não estaria com clima de caldeirão no domingo, porque nossa torcida é exigente e altamente vingativa. Com o empate, não só mantivemos a vantagem de jogar por um empate, como saímos fortalecidos no emocional, já que numa atuação deprimente, onde fomos dominados pelo rival, reagimos e conseguimos o empate, que pode nos dar o título de maneira invicta.

Além disso, todo o clima que a diretoria tricolor criou no jogo da Arena Lava-Jato pela semifinal da Copa do Nordeste terá o seu troco agora. Acontecerão muitas surpresas desagradáveis para o lado de lá! Quem mandou provocar, fazer aquele clima bélico, chiliquento e raivoso? O troco virá e não será brincadeira. Se preparem, rebanho de sardinhas recalcadas. Nosso elenco deve ter a volta de alguns titulares que ficaram de fora ontem e agora aposto que nossa torcida vai fazer sua parte, lotar o estádio e fazer aquela pressão miserável que as sardinhas fizeram nos dois jogos de torcida única que fizeram como mandantes. Quem viu o jogo na tv ontem, percebeu a quantidade de palavrões e a intensidade de provocação e pressão da tussidona! Estamos intimados a fazer pior, no domingo. 

Era para o jahia ter feito seu placar ontem, teve tudo para ser por acima de 2 gols de diferença. Vão pagar caro por não terem aproveitado. O choro e ranger de dentes virá forte! E se liguem, vão perder a Copa do Nordeste. O Sport não é o Santa Cruz. Sport tem time e tem uma fera chamada Diego Souza! #DOISVICESVIRÃO

Vitória Sempre!

#GuerraÉGuerra

#FigthFireWithFire

#BAVI488 | De virada é mais gostoso!!!

Que jogo, meus amigos! Emoções, reviravoltas, tensão dentro do campo e nas arquibancadas, atritos entre jogadores. O BaVi de ontem conteve todos os ingredientes típicos de um clássico. O Bahia saiu na frente em seu primeiro lance de ataque, aos 5 minutos, em cobrança de escanteio de Allione, onde o volante Edson subiu sozinho e botou no canto direito de Fernando Miguel; reagimos, empatamos perto do final do primeiro tempo; rival teve jogador expulso e viramos o placar aos seis minutos da etapa final. Com isso, o Leão vai para a partida decisiva no próximo domingo, precisando apenas de um empate para chegar a mais uma Final do Nordestão.

Primeiro Tempo – Sinceramente foram os 45min mais tenebrosos do Vitória em um clássico recente. Nossos sistema defensivo foi esfacelado como papel mergulhado n’água. Parece que a forte chuva que aconteceu logo no começo da partida afetou a “solidez” de nossa retaguarda. Foram erros grosseiros e sucessivos, por isso o Bahia fez 1×0 cedo e se tivesse um elenco mais letal lá na frente como os da era Uéslei, Nonato, Sérgio Alves e Robgol, a gente passaria muito mal, seria fatura liquidada para as sardinhas. Ainda bem que o rival não vem acertando mais em formações de ataques mais eficientes como os do final dos anos 90 e início dos anos 2000.

Nosso miolo de zaga, com Fred e Kanu, bateu cabeça o tempo todo e mesmo sendo limitado, o Bahia chegava fácil ao nosso gol e teve, pela primeira vez, uma noite super inspirada do camisa 8, Agustín Allione, que ditou o ritmo, deu o cruzamento do gol incolor, meteu bola no travessão e fez salseiro pelas pontas. Em compensação, nossos jogadores ofensivos começaram a criar boas oportunidades. Willian Farias acertou o travessão, naquele que seria um golaço épico na história dos clássicos e depois do gol de empate de Euller, de cabeça, após bela triangulação do próprio lateral, Farias e André Lima, o camisa 16 teve outras duas outras excelentes oportunidades de virar e ampliar o marcador, mas a afobação e a falta da veia goleadora impediram do tão criticado lateral se consagrar no clássico e entrar na história, talvez, como o primeiro lateral a fazer 3 gols no BaVi. Se analisarmos apenas pelo prisma de scouts e contabilizarmos como gols todas as principais chances criadas, o placar moral do primeiro tempo seria 4×4, mas em termos de domínio e imposição de jogo, seria uma goleada pró-rival.

Segundo Tempo – O Bahia não soube traduzir em gols as oportunidades que nossa defesa cedeu no primeiro tempo, se fosse um time mais arrumado e com atacantes melhores, sairia do Barradão praticamente classificado. Como no Futebol, a bola pune, conseguimos o empate no primeiro tempo e logo aos seis minutos da etapa final viramos o placar, num bololô na área, onde André Lima, como um típico centroavante que é, empurrou para os fundos das redes. Neste momento, a partida estava em seu ritmo normal, com o Vitória melhor postado e o Bahia mais cauteloso por conta de estar com um jogador a menos desde metade do primeiro tempo.

Não deu para entender – Até chegarmos ao segundo gol, o Vitória estava atacando com intensidade, se aprumando em campo, buscando passes verticais, abrindo nas pontas e fazendo o chuveirinho na área. Bastou virar o placar aos seis minutos e o time, novamente, voltou a cadenciar a partida, numa clara mensagem de que estava satisfeito com o placar em 2×1. E isso, amigos, é mentalidade imposta pelo treinador Argel. Por mais que ele negue, é de seu feitio – e sua história pequena como treinador confirma isso – o time jogar pelo 1×0, pela vitória simples de margem mínima. Isso é um grande defeito de Argel, pois em competições com a regra do gol qualificado obriga o time que sofreu o gol em seu mando vencer com a melhor diferença de gols possível. Já vimos isso acontecer dezenas de outras vezes (baixar a intensidade após estar com a vantagem no placar) e desde que Argel chegou aqui. Portanto, isso é sim reflexo da mentalidade do treinador nos caras.

Depois que botamos 2×1 era pro VITÓRIA entupir o rival. Eu não entendi o porquê da puxada de freio de mão do time rubro-negro, que tinha o placar e a torcida ao seu favor e o rival com um jogador a menos. O time baixou bruscamente a intensidade de jogo, se acomodou e voltou a dar chances ao Bahia, que quase empatou lá por volta de 30 e tantos minutos, quando Zé Rafael tripudiou Kanu e Fred, mas bateu por cima. UFA! Perdemos a grande chance de matar o duelo no segundo tempo e de chegarmos muito mais tranquilos para o jogo decisivo do domingo.

Por outro lado, este placar de 2×1 e que garante ao Bahia passar de fase em triunfo simples de 1×0, reforça, em tese, a dedicação e seriedade de nossos jogadores para a Fonte Nova, pois já conhecemos alguns deslizes rubro-negros justamente por entrarem muito relaxados em jogos de mata-mata em que fizemos uma gordura maior no primeiro jogo. Na teoria, o Leão deve entrar mais ligado na Arena do que fosse 3×1 ou 4×1 ontem.

OBSERVAÇÕES PERTINENTES

  1. Em nome da torcida rubro-negra venho por meio desta lamentar o triste episódio promovido pelo goleiro Jean, do Bahia, no intervalo do jogo. Com o intuito de provocar a nossa torcida e dar motivos para perda de mando de campo, o goleiro do adversário, interrompeu de forma muito mal educada, antiética e irresponsável o evento promocional para os sócios do Vitória, evento esse que começou lá na época de Paulo Carneiro, nos anos 2000 e que jamais tinha passado por aquelas cenas lamentáveis que vimos ontem. O cara foi lá na cara dura, prejudicou o evento, tirou os tótens promocionais e ferramentas do desafio de acertar a bola nos locais indicados, o que poderia gerar invasão de campo por parte da torcida ou de agressão física por parte dos organizadores do evento. Por mais que muitos torcedores tenham ficado pilhados, nossos organizadores não partiram para agressão física, ficando restrito ao locutor do estádio repudiar na hora este moleque que desonra o nome do pai, ídolo das duas maiores equipes baianas. Em nenhum lugar do mundo houve o que aconteceu ontem. Ali foi má-fé e um desrespeito sem tamanho.
  2. Em menos de 2 meses é o segundo problema técnico na parte elétrica do Barradão no tocante aos refletores. Fica aqui meu repúdio a este fato. A nova diretoria, por mais que tenha meu apreço e que eu esteja como conselheiro, não terá seus defeitos acobertados por mim. O Barradão já tem quase 30 anos, portanto é preciso rever as instalações elétricas, trocar os refletores e ver o que está ocorrendo com o Gerador do Estádio. Episódios como os de ontem e o da partida da primeira fase do Nordestão geram imagem negativa para o clube, patrocinadores e mídia nacional. Vale ressaltar que nos dois casos deste ano, havia transmissão direta do Canal Esporte Interativo. Acorda, Diretoria! Vamos rever toda a parte elétrica do Estádio, aê viu!!!

VITÓRIA GOLEIA ECPP E ESTÁ EM MAIS UMA FINAL DO BAIANÃO

Diferentemente de confrontos decisivos anteriores, desta vez o ECPP não deu a chamada “testa” ao rubro-negro. O Vitória, sem muito esforço e sem contar com uma atuação brilhante, fez 5×0 com facilidade e segue rumo ao bicampeonato estadual. Com a necessidade de vencer para chegar a sua segunda decisão na história, o Primeiro Passo nem parecia que estava disposto a realizar esta meta. O alviverde da chapada começou o jogo de forma distraída e pagou caro por isso.

Aos 13 minutos, Cleiton Xavier cruzou da ponta direita à área, o menino David pegou a bola, dominou, driblou o zagueiro e soltou um balaço de canhota. Vitória 1×0. Com o gol cedo, o Leão se animou e acelerou o ritmo da partida, mas o segundo gol só veio acontecer aos 29min, quando Geferson cruzou na área e Cleiton Xavier foi derrubado na área. O próprio Cleiton bateu a penalidade e ampliou o placar para 2×0.

Já no segundo tempo, o ritmo foi o mesmo e logo em seu primeiro minuto, o Leão chegou ao seu terceiro gol. André Lima, que esteve apagado na etapa inicial, deixou o campo no intervalo para Paulinho, que foi lançado em profundidade por David, o carequinha barbudo chutou forte, o goleiro deu rebote, a bola bateu no zagueiro e voltou para os fundos das redes. Pouco tempo depois, já com o Bode “morto” em campo e sem esboçar nenhuma reação, o rubro-negro fez 4×0 num golaço de Uilliam Correia em chute forte de fora da área. Para fechar com a chave do improvável, eis que aos 42 minutos, Paulinho fez uma bela jogada na linha de fundo pela ponta esquerda e cruzou na área, para Geferson, como um centroavante típico fazer 5×0 em uma cabeçada com estilo.

Agora serão 4 BaVi’s seguidos nas duas próximas semanas. As duas primeiras pelas semifinais do Nordestão, dia 27 no Barradão e dia 30 na Fonte Nova, com critérios de eliminação idênticos ao da Copa do Brasil. E nos dias 03 e 07 de maio pelo Estadual, sendo que nesta competição jogaremos por dois resultados iguais e fazendo a finalíssima no Barradão.

Vitória Sempre!

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#sardinhasnocardápio