Novamente só nos resta os regionais para levantar títulos

Mais um ano que o sonho da conquista da Copa do Brasil (única competição factível do Vitória ser campeão nacional sem precisar fazer investimentos pesadíssimos e um rígido planejamento estratégico) foi adiado. Ontem fizemos até uma relativa boa partida, pois o time mostrou força de vontade, garra e buscou os gols, mas travou em sua própria limitação técnica de criação e finalização.

Nossos jogadores mais tarimbados já deveriam estar jogando e em alto nível inclusive, mas continuam no bendito DM (falo de Dátolo e Pisculichi). Pecamos também em apostar novamente nos “mais baratos” para o setor defensivo. E foi justamente por termos uma retaguarda meia boca que tomamos 2×0 aqui, fato que praticamente minou a classificação rubro-negra nesta quarta-feira. Outro “pecado” da diretoria foi em manter um treinador de pouco currículo e feitos extraordinários na carreira. Com a desculpa de pouco tempo para arrumar o time, já que as eleições foram no dia 15/12/16 e no dia 29/01 o Vitória já estaria em campo, Argel foi mantido.

Apesar de ser um treinador bem meeiro, os números de Argel são expressivos e fez o Leão bater alguns recordes a nível de campeonato baiano (10 triunfos seguidos, liderança e invencibilidade mantida até o momento) e a classificação como líder de seu grupo da Copa do Nordeste…Mas a atuação do time não empolga, os raros momentos de atuações convincentes foram vistos nos dois jogos contra o Vasco e no primeiro tempo do Ba-Vi. Muito pouco!

A desclassificação de ontem colabora também para percebermos que não há motivos para permanecer com alguns atletas em nosso elenco como Geferson e Pineda (que perdeu duas chances incríveis), além de constatar que André Lima vem numa decrescente absurda à medida que vai engordando às claras (ninguém está vendo isso, não?). Outros ainda não mostraram aqui o que já foi visto em outras equipes, como Patric, que teve uma atuação abaixo da crítica. Cadê aquele Patric veloz, explosivo e goleador do Sport de 2014 e que reprisou isso no Galo em 2015 e em metade da temporada passada?

Para as competições regionais – Baianão e Nordestão – este elenco é forte o suficiente para chegar ao título, apesar de Argel estar ensaiando estragar o baba e de nossa preparação física estar muito perto de estourar o elenco em plena reta final. Já são 5 atletas indisponíveis, contando com os dois argentinos. E tenho a certeza que estes 5 ausentes dão um outro alento ao elenco. Mas isso não significa que não precisamos contratar reforços. Muito pelo contrário. Precisamos para “ontem” de 01 goleiro mais experiente e vivido (na Série A), 01 lateral esquerdo urgente, pelo menos 01 zagueiro de renome e, talvez, de 02 atacantes que atuem extremados, pois o que temos só têm velocidade, mas não possuem qualidade de construção de jogadas e muito menos sabem fazer gols. Paulinho e Pineda são dois engodos, não produzem nada. E mesmo não gostando desta máxima – antes Marquinhos e Rogério (ambos do Sport). Estes sim sabem jogar nas pontas, são habilidosos, dribladores e com bom poder de finalização. Agora Dátolo e Pisculichi precisam voltar e mostrar SE TÊM BOLA para serem titulares ou se iremos em busca de outros meias ou de outros pontas.

Vitória Sempre!

*DIRETORIA: Vamos reforçar este elenco. E infelizmente, é com pesar que digo, que parece que precisaremos reformular. Algumas peças trazidas não deram o resultado esperado e outras se mostraram que não irão evoluir de maneira brusca, justamente, na competição mais difícil do ano, que é o Brasileirão.

Preocupante a queda de rendimento nas primeiras decisões do ano

Acabou o gás? O preparador físico do Leão, que saiu do rival com “fama” de “estourador físico”, tem culpa no cartório? Seria consequência do efeito colateral por Argel ter escalado o time titular contra o Bahia há 15 dias? São perguntas que rondam as cabeças da torcida rubro-negra, inclusive a minha. Quando parecia que o time, enfim, estava se aprumando, eis que o torcedor assiste duas pífias atuações do Leão (Paraná e Primeiro Passo) e nota, além do declínio técnico, o desgaste total do considerado time titular e a perda de três jogadores por lesões, sendo somente a de José Welison sem culpabilização ao Departamento Físico, pois ruptura de ligamento é acidente, diferente de questões musculares. E esta queda de rendimento começa a aparecer justamente nas primeiras decisões da temporada. Isso é preocupante demais.

O Vitória foi engolido ontem pelo ECPP e só não saímos derrotados do Lomanto Júnior pela falta de qualidade técnica dos atacantes do Bode, que desperdiçaram umas três ótimas oportunidades de gols nos primeiros 45 minutos. Nossos melhores lances voltaram a ser frutos de lances fortuitos e, exclusivamente, por jogadas individuais, sendo nula a coletividade, jogadas ensaiadas e organização a partir do meio de campo. David foi o jogador mais lúcido e agudo do primeiro tempo. Chegamos na primeira quinzena de Abril com os mesmos problemas técnicos de janeiro. E a desculpa de elenco novo já não pode ser mais utilizada.

Com domínio do jogo, até que demorou para o ECPP abrir o placar. Somente aos 25 minutos da segunda etapa, em um contra ataque bem construído, Toddynho recebeu na ponta direita, avançou na vertical, cortou para a canhota e mandou lá no ângulo direito de Fernando Migué, que basta estar num jogo mais complicado, para simular dor na coxa, panturrilha, tornozelo, etc. Entretanto, para quem acompanha o futebol de maneira analítica e fria, mesmo sendo com o seu time em campo, sabe que se fosse um time melhor, o Bode terminaria a primeira etapa com 2×0, no mínimo.

Depois do gol, o Bode passou a cadenciar mais a partida, fechando a casinha, adotou a postura de jogar explorando nossas falhas para ampliar o placar e dificultar a nossa classificação. Já nosso time ia na base de chutões a esmo, o famoso bumba meu boi, tentando de maneira desorganizada, buscar o empate. E este só veio, no apagar das luzes, por pura obra da sorte e misericórdia pascal, aos 49 minutos, quando Euller cruzou na área para André Lima cabecear no canto direito, sem chances para o goleiro Rodolfo. Ufa! Evitamos a perda da invencibilidade no estadual e mantivemos a vantagem do empate para o próximo jogo, domingo (23), às 16h, no Barradão.

Análise de algumas atuações – O jogo de ontem serviu para a chegada de algumas conclusões acerca de certos jogadores do atual plantel. Vejamos:

Fernando Miguel: Ontem foi o jogo de nº 100 no Leão, mas para mim e muita gente, é um goleiro que não passa confiança, com alto grau de lesões e que virou “moda” nos jogos mais pegados ele catimbar apelando para “dores” em todas as partes do corpo, mais preferencialmente coxa e região lombar. Até o seu “diferencial” que era pegar pênaltis, tomou Doril®. Vem de uma Série A bisonha, onde falhou em muitos jogos. Portanto, precisamos trazer um goleiro mais experiente e qualificado.

Kanu: É nítido que neste começo de temporada ele deu uma evoluída imensa, sobretudo quando passou a formar dupla com Alan Costa. Todavia, fez uma partida terrível ontem, que lembrou os péssimos momentos de 2016, quase fez gol contra. Se daqui em diante voltar a ter aquelas atuações afobadas e cheia de erros primários, de 2015 e 2016, precisaremos de repensar a manutenção dele no time. Alerta ligado novamente.

Alan Costa: Se mostrou um estabanado, lento e bragueiro em seus primeiros jogos com o manto do Leão, se aprumou quando jogou com Kanu. Mas desde o BaVi voltou a fazer merda, como gol contra no clássico, falta de impulsão e posicionamento no primeiro gol do Paraná e virou “poste” no segundo gol, também do Paraná, e ontem levou um baile do achocolatado infantil, dono da camisa 11 do Bode. Não é jogador para jogar como titular em time de Série A! RISCO ELEVADÍSSIMO DE BRAGAS CONSTANTES.

Geferson: Simplesmente ridículo. Está conseguindo a proeza de ser pior que Mansur. O suposto melhor poder de marcação em relação a Euller é uma farsa, que até eu caí. Nos últimos 3 jogos que este cidadão atuou, ele se mostrou presa fácil para qualquer meia, ponta ou atacante habilidoso. Marca mal, recompõe mal, técnica ZERO, grosso, pé duro e nulo no apoio ao ataque. PRECISAMOS DE UM LATERAL ESQUERDO DE VERDADE, pois se Euller manda bem na parte ofensiva (ontem deu mais uma assistência), ele repete as mesmas falhas do seu concorrente, quando se trata da parte defensiva.

Paulinho: Não mostrou nada desde que aqui chegou. Não merece ficar para o Brasileiro. Dá claros sinais que está de má vontade, por achar que viria para ser titular absoluto e não é nem a primeira opção de mudança de Argel, perdendo este posto até para Jhemerson, recém promovido do sub20. Já foi expulso por idiotice, coleciona gols perdidos por negligência e não produz um lance positivo sequer. Está enfrentando adversários fracos e mesmo assim o número de assistências e de gols é muito baixo. O mesmo se aplica a Pineda, que apesar de ser mais raçudo e brigador, também é muito fraquinho naquilo que se espera de um atacante.

Esquema Tático e Argel: Sempre defendi um futebol vistoso e bonito, mas este ano fui forçado a defender o treinador, porque mesmo jogando feio, o time era brigador e estava vencendo todos os seus jogos. Não faltava luta, empenho e uma pitada de sorte. O técnico gaúcho tem o elenco em sua mão, tá se mostrando um líder querido dentro do grupo, mas a sua péssima decisão em ir com o time titular num “BaVi Morto” resultou em efeitos colaterais que devem colaborar para a sua eventual demissão. Perdemos Kieza, JW e Gabriel Xavier, fora que o cara, mesmo tendo várias boas opções para variar o esquema e encaixar o time seja no 4-4-2, 4-5-1, 3-5-2 ou 3-6-1, ele insiste na “tática da moda” o 4-3-3, que para os comentaristas nutella é 4-2-1-3.

Só que não somos o Barcelona, nem Real Madrid e não temos pontas criativos, com cacoete de meia armador. Por isso esta tática não vem funcionando. Para atuar na forma que Argel se bitolou a jogar, só se tivéssemos jogadores do tipo Marinho, Marquinhos e Rogério (Sport), Everton Ribeiro ou Everton (Flamengo) nas pontas; volantes mais habilidosos e de boa técnica como Willian Aarão, Paulinho (ex Corinthians) e Rithely (Sport); e um meia central com mais mobilidade, técnica e verticalização como Jadson, Diego Souza, Diego (Fla) ou Nenê (Vasco). Cleiton Xavier já não tem mais pulmão para organizar sozinho a meiuca, fora que ele passou boa parte da carreira mais recuado, como segundo volante. Para ele render mais avançado, precisa ter outro meia habilidoso ao seu lado. Além disso, qualquer meia escalado como Argel monta o Vitória, terá seu jogo prejudicado devido a falta de qualidade móvel, tática e criativa de nossos pontas atuais. Não basta apenas ter velocidade e saber correr.

Enfim, Argel precisa rever seu conceito de futebol urgente, pois o Bahia já deve ter pego nossos pontos fracos e Guto pode neutralizar nossos limitados pontos fortes e poderá nos eliminar na Copa do Nordeste, aproveitando-se também de nossos desfalques à medida que Dátolo e Pisculichi não saem do DM e da bendita transição.

#ParaRefletir

AINDA NÃO ACABOU! FALTAM 90 MIN!

O Vitória decepcionou a massa rubro-negra ontem à noite no Barradão. Depois de um triunfo seguro contra o maior rival, era normal na mente dos torcedores encarar a partida desta quinta-feira com otimismo, pois o Paraná é um time enraizado na Série B e que conta com um elenco muito limitado tecnicamente. Mas, estranhamente, o time rubro-negro teve um apagão geral, até mesmo Willian Farias não teve uma boa atuação.

Primeiro Tempo – O rubro-negro não fazia sua melhor exibição no ano, mas tinha maior posse de bola, sobretudo no campo adversário, mas faltou criação, triangulação e finalizações com intensidade. Tivemos chance de abrir o placar numa cabeçada de André Lima, que passou rente à trave, depois num chute cruzado de Cleiton Xavier, que exigiu muito reflexo do goleiro paranista. O Paraná chutou duas bolas em gol, sem perigo, logo na sequência.

Entretanto,  as chances mais claras foram com Patric, que desperdiçou as duas ótimas oportunidades de abrir o placar. Na primeira recebeu passe em profundidade de André Lima e ao invés de finalizar tentou repetir a assistência feita no primeiro gol do BaVi, mas desta vez ele bateu muito forte e AL99 não conseguiu a finalização. A bola que mudou o jogo – Já nos acréscimos, Euller lançou da esquerda para a direita, Cleiton Xavier tocou de primeira buscando Gabriel, o goleiro deu o rebote e Patric chutou em cima do arqueiro caído no chão. No contra-ataque, o Paraná ganhou o escanteio e na cobrança, o lateral Airton abriu o placar num Mawashi Geri (quem já fez Karatê, sabe do que se trata), numa falha enorme do nosso miolo de zaga.

Segundo Tempo – O Vitória tentou reagir ao placar adverso, mas faltava inspiração e nas poucas vezes que a bola chegava os atacantes ratificavam sua falta de pontaria, tendo Pineda a chance mais nítida, quando ele bateu de biquinho tirando do goleiro e do gol também. O jogo seguia nesta toada, do Vitória morno, frio, sem tesão e perdendo as raras jogadas acertadas e pagou por isso aos 42 minutos. Depois de abrir o time todo, no estilo desesperado de Mancini, tirando um volante e entupindo o time de pontas, o Vitória sofreu um contragolpe fatal, que poderia ser evitado se Alan Costa tivesse mais categoria e noção de jogo.

O cara, sozinho contra quatro oponentes, poderia muito bem dominar a bola e dar um balão pra resolver o problema, mas o cérebro de ervilha dele fez com que cabeceasse pra frente, Guilherme Biteco pegou a bola puxou o contra-ataque, abriu na direita para Diego Tavares que passou como quis por Euller (jogador cabaço da disgrama, qualquer adversário minimamente habilidoso passa por esta lebara) e cruzou na área, Poste Miguel ficou parado vendo a bola passar na entrada da área e o próprio Biteco ampliou. 2×0 Paraná.

Enfim, tivemos uma atuação geral que foi abaixo da crítica, mas ao contrário das rádios baianas, sobretudo a Itapuã FM de Seu Márcio Martins, a desclassificação ainda não foi definida. Há ainda um jogo de 90min para podermos fazer 2 ou 3 gols. Lembrando que se vencermos por 3×1 ou 4×2 a gente passa e 2×0 leva para os pênaltis e, sinceramente, não vejo nada de absurdo, fora da caixinha, do Vitória conseguir levar a partida para as penalidades e vencer, como também poderemos fazer 3×0 ou 3×1. Digo que a parada será dura, mas não comungo com a campanha infeliz de certos cronistas baianos de declarar que já estamos eliminados. Vamos ser inteligentes, galera. Eles agora vão destilar toda amargura, negatividade e pessimismo sobre a gente. Não podemos ceder. Dá pra virar sim! São 180 minutos e não 90. Se o Paraná conseguiu fazer 2 gols em 90min, por que a gente não pode?

Vitória Sempre!

#CopadoBrasil2017

#Osonhoaindanãoacabou

#nãocomamreggaedestaimprensasafada

VITÓRIA 2X1 SARDINHA | Pescaria feita!

O Vitória cumpriu as CNTP e venceu a sardinha hoje à tarde por 2×1 e garantiu 10 triunfos em 10 jogos desta primeira fase. Acabou o cabacinho deste timeco que só é enaltecido pela imprensa esportiva amadora da Bahia, que passou o tempo todo protegendo esta merda e ofuscando nossos resultados, além de tentar queimar à todo custo o belo trabalho de Argel Fucks, ao passo que dá status de treinador estrangeiro, a Gordo Ferreira, o vulgo Inhonho.

Cleiton Xavier e Kanu fizeram 2×0 no final do primeiro tempo. No primeiro gol, Gabriel Xavier avançou pela ponta esquerda e cruzou na área, Armero tirou de cabeça, e na sobra, Patric cruzou, inteligentemente, para Cleiton Xavier, que bateu de primeira. Vitória 1×0 aos 44min. Quatro minutos depois, o mesmo Patric bateu escanteio perfeito para Kanu enfiar no fiofó dos tricolores, em forte cabeçada! Vitória 2×0! Duas assistências de nosso lateral. Ter um cara bom na função é outra coisa. Fico imaginando o que os cabeçudos do Nino e Apodi fariam naquele lance (rsrsrs).

Com 2×0 no placar, o rubro-negro voltou para o segundo tempo mais relaxado e poderia ter aproveitado para golear, quando o limitadíssimo zagueiro Tiago (tão enaltecido pela imprensa) foi expulso. Entretanto, o Leão puxou o freio de mão e perdeu grandes oportunidades com Paulinho, David e André Lima. A sensação que tive é que o Vitória brincou no jogo depois de ter botado 2×0 de frente. E esta brincadeira quase custou caro quando Alan Costa falhou e fez um gol contra aos 12 minutos. Após diminuir o placar, o rival até tentou reagir, mas, mesmo nosso time tendo se acomodado, as gazelas multicores mostraram que só tem bola pra vencer os timinhos fuleiros do nosso interior e os pequenos do Nordestão.

Por sinal, o Brochador já pode tentar a carreira de político, pois promete e não cumpre e isso já é um requisito quase que intrínseco aos políticos brasileiros. Para quem não sabe, o centroavante da voz fanha das gazelas, que perdeu um pênalti medíocre para o Galícia, resolveu em seguida dar o baratino para a tussida de ouro (de tolo) dizendo que ia fazer gol no SarVI, para compensar, e não fez PN no clássico deste domingo. Sumidaço, todo mocorongo! Como diz o ditado “quem fala demais, dá bom dia a cavalo”. O fato é que vencemos mais uma vez na Fonte Nova e o jahia conheceu a sua primeira derrota quando pegou um time de verdade no ano, até agora.

VITÓRIA SEMPRE!

#RumoAoBicampeonato

Com show de Jhemerson, Vitória goleia Flu de Feira

Jhemerson começa a mostrar seu talento. O “Marco Reus” do Leão.

Um, dois, três, quatro, cinco, SEIS! O time reserva do Vitória aprontou mais uma e pela segunda vez vence fazendo 6 gols, desta vez não tomou nenhum, já que contra o Flafake de Guanambi vencemos por 6×1. Se naquele jogo do Guanambi o show foi do meia argentino Dátolo que fez dois gols, entre eles um olímpico, o desta quarta-feira foi o menino Jhemerson que roubou a cena. O jovem da camisa 17 participou praticamente de 3 gols e marcou um, sendo o segundo pelos profissionais.

Começa 3, vira 6 – O Vitória mostrou que tava com vontade de vencer o jogo e pontuar cada vez mais nesta primeira fase e fez logo 3×0 nos primeiros 45 minutos. André Lima, Pineda e Bruno Ramires fizeram os gols com assistências de Jhemerson, Euller e Pineda. Antes de abrir o placar, o Fluminense perdeu duas grandes chances com João Neto, que chutou para fora de frente pra Caíque e Jorge Wagner, em cobrança de falta que exigiu reflexos e agilidade do nosso goleiro dono da camisa 23. Nosso primeiro gol só saiu aos 27min, quando Jhemerson fez uma linda jogada individual e mesmo depois de cair conseguiu dar o passe para AL99 abrir o marcador. Em seguida, aos 32min, o próprio Jhemerson iniciou um contra-ataque lançando para Euller, que foi avançando até dar o passe maroto para Píneda fazer Vitória 2×0. Já perto do final do primeiro tempo, aos 44, o chileno fez boa jogada pela ponta direita e de canhota, cruzou para Bruno Ramires dominar e fuzilar. Vitória 3×0.

Segundo Tempo – Assim como o River no jogo de Teresina, o Fluminense de Feira nem parecia que vinha fazendo uma boa campanha no estadual, marcando muito mal e sendo facilmente dominado pelo Vitória, com a diferença de que hoje o time rubro-negro não desperdiçou as chances de gols criadas. O quarto gol aconteceu aos 11min, novamente com Pineda, de cabeça, após cruzamento em cobrança de falta de Euller. Pouco tempo depois, aos 27, saiu o quinto gol com André Lima, em nova assistência de Jhemerson pela ponta direita. O camisa 99 bateu firme e cruzado, sem chance para o veterano goleiro Jair. Vitória 5×0. Para coroar sua excelente partida, Jhemerson encerrou o placar da partida, aos 32min, com um balaço numa sobra de bola na entrada da grande área. Vitória 6×0.

É amigos, parece que está surgindo mais uma joia em nossa Fábrica de Talentos. A diretoria já deve observar a situação contratual do cara e já se prevenir contra o olho gordo dos times do eixo sul/sudeste. O menino Jhemerson vem encantando nos poucos minutos que tem sido escalado e hoje o mlk fez estrago em sua primeira partida como titular. Mesmo sendo campeonato baiano dá pra ver quando o cara é diferenciado. Vale lembrar que David Luiz mostrou que era uma joia nos primeiros jogos de 2006 atuando também pelo estadual e depois a Série C daquela lamentável temporada. Também será preciso fortalecer o trabalho psicológico, para o menino não se deslumbrar rapidamente e repetir as histórias infelizes de caras como Kléber, Allan Delon, Rubem, Chiquinho e Róbson Luiz.

Vitória Sempre!

#CampeonatoBaiano2017

#RumoAoBicampeonato

#quevenhaofusquinha

Vitória faz o dever de casa e passa às semifinais do Nordestão

O Vitória fez o seu dever de casa, bateu o River-PI pelo placar mínimo de 1×0 e avançou para as semifinais do Nordestão. Vale ressaltar, que desde o retorno do Nordestão, em 2013, esta é a primeira vez que o Vitória chega tão longe na competição. Nas edições anteriores (13, 14 e 15) sempre parávamos nas quartas de finais, curiosamente, para o Ceará nas três oportunidades.

O rubro-negro não fez uma boa partida. Talvez pela vantagem obtida em Teresina, os jogadores do Leão mostraram-se desleixados e faziam o trivial dentro de campo, além de abusar dos chutões. Não houve aquele ímpeto ofensivo e troca de passes como nos jogos contra o Vasco e no jogo anterior contra este mesmo River, na quarta-feira. Agora, mesmo sem estar jogando com aquela “vontade” toda, tivemos dois grandes lances que foram desperdiçados por Kieza. No primeiro lance, Cleiton Xavier cruzou rasteiro na área e K9 “isolou”. Na outra, David fez uma jogada no estilo Marinho na ponta esquerda, levantou a cabeça e cruzou rasteiro para Kieza, que perdeu o time da bola.

Outro fator para o time ter jogado mal, além da morosidade coletiva, foram as péssimas atuações de Cleiton e Gabriel Xavier. O primeiro já vem mal há uns 5 jogos, errando bolas fáceis, não criando jogadas verticais e se mostrando muito lento tanto para acompanhar as jogadas, como para definir para quem tocar e como tocar, o que está gerando a perda de bola para o adversário. Já Gabriel Xavier está ficando cada vez mais parecido com Tiago Real e Pedro Ken, ou seja, começam bem nos clubes que são contratados, joga uns três joguinhos para animar a torcida e depois somem nas demais partidas, e ficam correndo de um lado e de outro para fingirem que são jogadores dedicados e de versatilidade, mas que quando pegam na bola pouco produzem.

Segundo Tempo O panorama continuou o mesmo, até as entradas de Paulinho e Jhemerson, que deram uma oxigenada no meio e ataque do Leão. Por sinal, Paulinho quase fez um golaço da entrada da grande área, mas o goleiro do River mandou para escanteio. Aos 26 minutos, os refletores se apagaram, o juiz parou a partida, que só retornou 55min depois. Com três minutos de jogo recomeçado, o Vitória chegou ao gol, numa sobra de bola que Zé Welison bateu de primeira da entrada da área, a bola ainda desviou na zaga piauiense antes de balançar as redes. Vitória 1×0.

E seguimos vencendo, mesmo quando a atuação não empolga. Mas ao contrário de outras épocas, não vou ficar batendo na mesma tecla. Sei que é muito bom vencer convencendo e jogando um bolão sempre. O Vitória deste ano tem condições de jogar mais do que vem jogando, mas uma coisa é inegável. A bola está entrando e o time é competitivo.Temos que reconhecer isso e valorizar mais nosso treinador. No final das contas, o que vale mesmo para a posteridade é o resultado final. Estou na fase de preferir as Seleções Brasileiras pragmáticas e campeãs das Copas de 1994 e 2002 do que a mítica de 82, mas que sucumbiu para a Itália, de Paolo Rossi.

O fato é que, mesmo quando não estão inspirados, o time luta pela posse de bola e sempre busca o resultado, mesmo que não esteja agradando o torcedor. E vou valorizar isso. São 20 jogos no ano e apenas uma derrota e 2 ou 3 empates. Vários treinadores de “nome” que passaram por aqui não conseguiram estes números. Então, vou ter que apoiar Argel. Vou deixar para os corneteiros de plantão, que vivem assistindo futebol europeu e jogando PES ou FIFA, no XBOX ou Playstation, com Barcelona e Real Madrid, continuarem achando que o Vitória pode fazer o mesmo regularmente.

Vitória Sempre!

River 2×3 VITÓRIA | Era para ter matado o confronto!

O Vitória teve mais uma boa atuação na noite desta quarta-feira e venceu o River por 3×2 pela primeira partida das quartas de finais do Nordestão. Mas, a sensação que ficou é que o rubro-negro perdeu a grande chance de matar o confronto, o que daria a possibilidade de fazer, do jogo de sábado, um repouso para os titulares e dar mais ritmo aos reservas. O River Piauiense fez uma partida abaixo do esperado de quem brigou ponto a ponto com o Sport na primeira fase e que ficou em segundo por critérios de desempate, já que terminou com 13 pontos igual a equipe pernambucana.

Kieza marcou um golaço com 2 min de jogo, depois de costurar a dupla de zaga pela esquerda e fuzilar a meta do goleiro Leandro. Vitória 1×0. Não demorou muito, o sistema defensivo do Vitória vacilou em lance cruzado na área, Geferson cabeceou pra frente, quando poderia recuar para escanteio, o volante Osmar cruzou na área novamente e o beque argentino Brizuela empatou de cabeça.

O jogo deu uma acalmada depois deste começo eletrizante e só voltou a pegar fogo por volta dos 25 minutos, quando o River teve algumas chances de bolas paradas e lançamentos na área e a gente desperdiçou boas condições com Kieza, que exigiu boas defesas do goleiro do River, por Cleiton Xavier que quase marcou, de cabeça, tirando tinta da trave e por Deivid que num chute rasteiro de canhota fez o goleiro Leandro mostrar toda a sua elasticidade e reflexo.

Já no Segundo Tempo, o Vitória voltou com ímpeto renovado e não tardou para botar vantagem no placar. Aos 10 minutos, o menino David fez uma jogadaça pela ponta direita e cruzou na medida para Alan Costa, como uma sardinha (peixinho), fazer de cabeça o 2×1 para o Leão da Barra. O beque vindo do Inter tomou gosto em fazer gols e parece que chegou ao seu quarto gol com a camisa do Vitória.

Antes de marcar o terceiro gol, o Vitória perdeu chances claríssimas e que já irritava quem estava em casa. Diferente do esperado, de ver um River marcando bem, sem dar espaços e partindo no contra-ataque, vimos um adversário cometendo erros terríveis na defesa, saída de bola e armação de jogadas. Era para nosso time “se fazer” nesta partida, diacho!

O terceiro gol só saiu aos 35min, quando em nova bela jogada de Kieza pelo flanco esquerdo, o K9 deu outro drible no zagueiro piauiense, deixou na saudade, partiu para a direção do gol e teve a categoria de dar o passe açucarado para David estufar. Vitória 3×1. Novamente, em novo cochilo da zaga, talvez por achar que 3×1 já estava sacramentado, o River chegou ao segundo gol minutos depois através de Negueba, que desviou em Patric, “matando” o goleiro Fernando Miguel. Para irritar mais a torcida, no finalzinho do jogo, Paulinho foi lançado em profundidade e completamente sozinho com o goleiro Leandro, ele quis enfeitar e imitar Neymar e Messi, mas a finalização foi no nível Pantico-Harley-Moré…tsc tsc…

Não deixa de ser uma grande vantagem o triunfo por 3×2, pois fizemos 3 gols na casa do adversário e pelo que me consta esta fase tem a mesma regra do gol qualificado aos times visitantes e poderemos perder até por 1×0. Entretanto, como já falei no título e decorrer deste texto, a sensação que fica é de certa frustração, pois poderíamos ter feito fácil uns 5×2 ou 6×2 e poderíamos usar a partida de volta para dar mais tempo de jogo aos jogadores considerados reservas. Por outro lado, esta vantagem “menor” deve fazer com que o Vitória entre ligado no sábado e se jogarmos com mais seriedade, a tendência é golear no Barradão na véspera da AGE Histórica do domingo, dia 02 de abril.

Vitória Sempre!

#Nordestão2017

#RumoAoHexa

Foto: Jota Freitas

PARABÉNS SALVADOR PELOS 468 ANOS!

NOSSA CIDADE É LINDA, HISTÓRICA E INVEJADA, MESMO COM TANTOS PROBLEMAS!